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Achei muito interessante sua
opini�o a mais um detalhe que n�o falei quem deu a senten�a de m�rito foi um
juiz substituto .Na senten�a ele me cassa a liminar falei com
colegas entre os quais me deram esta resposta , que transcrevo abaixo .
Estou realmente bem confuso , qaunto as provid�ncias a tomar
pe�o ent�o novamente a sua ajuda !!!!
Prezado Luis Felipe,
o caso em quest�o � bem abordado no artigo que escrevemos. J� tive um semelhante. Redigi o recurso de apela��o ao TRF e na peti��o de encaminhamento, que foi protocolada perante o juiz federal local, fiz um longo arrazoado acerca da necessidade de concess�o do duplo efeito � apela��o (observe que h� duas pe�as: uma peti��o ao juiz, interpondo o recurso e pedindo a remessa ao tribunal e outra pe�a onde s�o expostas as raz�es de recurso - � na primeira, a de encaminhamento, que se pede o efeito suspensivo). Tamb�m falei pessoalmente com o juiz, expondo a necessidade de concess�o do efeito suspensivo, sob pena de frustrar-se a tutela jurisdicional em caso de eventual e prov�vel reforma da decis�o pelo Tribunal. O juiz acolheu as pondera��es e atribuiu efeito suspensivo ao recurso, mantendo os efeitos da liminar outrora concedida. Fique � vontade para juntar em sua pe�a uma c�pia do meu artigo e, ao falar com o juiz da causa, sugira a leitura do mesmo antes de despachar. O artigo est� publicado na Internet e tamb�m nas seguintes revistas: Revista S�ntese de Direito Civil e Processual Civil, n.� 9, jan-fev 2001, Porto Alegre, S�ntese, p. 116-122; Boletim informativo BONIJURIS, 439, de 10/03/2001, p. 5708-5705. Obs. Se nada disso der certo, contra o despacho que negar o efeito suspensivo cabe a interposi��o de agravo de instrumento, diretamente no tribunal. Voc� distribui o agravo, juntando c�pia da apela��o protocolada, que ainda nem subiu ao Tribunal. Faz a distribui��o e pede ao relator para conceder nova liminar ou atribuir efeito suspensivo, o que ele pode fazer de pronto, evitando preju�zos ao impetrante. Outra provid�ncia final, se n�o conseguir a liminar: se couber o dep�sito elisivo, conven�a o cliente a efetu�-lo, para suspender a exigibilidade do cr�dito tribut�rio. � a colabora��o que posso dar-lhe no caso. Recomendo mais, que leia atentamente o livro do Professor C�ssio Scarpinela Bueno, citado v�rias vezes em meu artigo. Ali v�m descritos todos os passos que podem ser dados. Atenciosamente, HELDER MARTINEZ DAL COL
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