Olá Comunidade,

Não adianta. Sabe o que pode resolver: Iniciativa
Popular:

Iniciativa popular é o direito constitucional que
torna possível a um grupo de cidadãos apresentar
projetos de lei para serem votados e, eventualmente,
aprovados pelos deputados e senadores, ou até mesmo
mudar uma determinada lei. 

Conforme o § 2º do Art. 61 da Constituição Federal de
1988, para a Iniciativa Popular poder ser exercida é
necessário a assinatura de (1%) um por cento dos
eleitores, ou seja, mais de um milhão de pessoas,
distribuídas em, pelo menos, cinco estados
brasileiros. 

Os números parecem altos à primeira vista, mas, se
considerarmos a organização dos cidadãos em torno de
determinado tema, a Iniciativa Popular pode ser um
poderoso instrumento no exercício da cidadania, porque
é capaz de criar direitos que poderão se transformar
em lei. 

Os municípios, na sua grande maioria, consagraram nas
Leis Orgânicas Municipais (LOM) a forma como seriam
admitidos os projetos de Lei de Iniciativa Popular, e
tais regimentos podem se diferenciar em cada
município. A de Fortaleza está no link a seguir:
http://www.seinf.fortaleza.ce.gov.br/legfor/legis/lorg.htm


O abaixo assinado deverá estar contido em formulários
impressos, com o texto completo da proposta
apresentada em todas as folhas onde houver
assinaturas. Cada uma deverá estar acompanhada de seu
número do Título de Eleitor, Zona e Seção Eleitoral. 

Após comparadas as assinaturas dos eleitores, o
projeto deve ser encaminhado ao Presidente da Câmara
dos Deputados, em Brasília, que dará trâmite normal à
matéria. 

Um exemplo de projeto de Iniciativa Popular que deu
certo foi com relação à mudanças na Lei dos Crimes
Hediondos, após o assassinato violento da atriz
Daniela Perez pelo colega de trabalho, Guilherme de
Pádua, em dezembro de 1992. Sua mãe, a novelista
Glória Perez, empreendeu uma campanha pública para
implementar o projeto, valendo-se da oportuna
participação da Rede Globo. Segue um link dela:
http://premioclaudia.abril.com.br/2002/gloria_perez03.html


Outro exemplo é a aprovação pelo Congresso, em tempo
recorde, do projeto de Iniciativa Popular contra a
compra de votos de eleitores (corrupção eleitoral).
Com a assinatura de mais de um milhão de eleitores, o
projeto foi apresentado ao Congresso em 10 de agosto
de 1999, começou a tramitar no dia 18, foi aprovado
pela Câmara em 21 de setembro e pelo Senado, no dia
23. Cinco dias depois o presidente da República o
sancionou, como lei no 9.840, de 28/9/1999. Do início
da tramitação à publicação no "Diário Oficial",
contaram-se pouco mais de 30 dias.

Contribuição: Hugo Vale.


Todas os sites que falam de SL poderiam ter para
download o modelo da Iniciativa. Este modelo poderá
ser impresso e disponibilizado nos eventos como o
FISL.
Depois de muitas assinaturas por todo o país - em
outros eventos, encaminha-se todas as folhas para o
PSL de Brasília para entrega aos deputados e senadores
e até para o Lula. Chama-se a imprensa, vizinhos,
leva-se faixas, cartazes, envia-se e-mail para todos
os deputados e senadores e pronto.

Por que não fazemos on-line? Gente, não tem valor
legal algum.
Como não sou jurista, não sei como redigir este texto.
E como está em ano de eleição é quase certo a
aprovação desta Iniciativa Popular. Pois os políticos
que apoiassem esta iniciativa, teriam os nomes
divulgados em nossos sites e listas. "Votaremos em
quem vota com a gente". É simples!!!!!!

E agora, vamos fazer algo realmente concreto ou vamos
continuar "dando murro em ponta de faca"?

Até mais,


--- Chico <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

> Pessoal, segue abaixo mais um deputado que me
> respondeu sobre a polêmica de usarem ou não o
> openoffice na câmara.
> 
> ----- Original Message ----- 
> From: Dep. Roberto Freire 
> To: [EMAIL PROTECTED] 
> Sent: Wednesday, March 15, 2006 6:21 PM
> Subject: Fale com o Deputado
> 
> 
> À pedido do Dep. Roberto Freire, informo que a
> Câmara dos Deputados continua a usar o Oppen Office,
> não havendo intenção de voltar a usar o Windows. 
> Aproveito ainda a oportunidade para encaminhar-lhe
> notas publicadas no site do PPS, www.pps.org.br, que
> espelha o sentimento dele e de todo o Partido sobre
> assuntos atuais.
> Cordialmente,
> Leila S. Portella
> Secretária Parlamentar
> 
> 
> PPS denuncia conluio para salvar envolvidos no
> esquema do mensalão
> 
>      O PPS divulgou nota nesta quinta-feira em que
> denuncia um conluio, sob o comando do Governo Lula,
> para salvar da cassação deputados acusados de
> envolvimento no esquema do mensalão. O partido
> alerta que a atitude frauda a vontade popular, fere
> a democracia e desmoraliza as instituições
> republicanas. "O PPS persevera na rejeição aos
> acordões e alerta a sociedade brasileira contra as
> indecentes armações que buscam esconder na
> impunidade descarada, os crimes cometidos pelo
> governo Lula", afirma o texto.
> 
>      NOTA PÚBLICA À SOCIEDADE
> 
>      O Partido Popular Socialista - PPS - vem a
> público repudiar o prosseguimento das ações de um
> conluio que, sob o comando do governo Lula e de seus
> aliados, mais uma vez frauda a vontade popular, fere
> a democracia e desmoraliza as instituições
> republicanas.
> 
>      As absolvições dos deputados, Romeu Queirz,
> Roberto Brant e Professor Luizinho, réus confessos
> de recebimento de dinheiro do "valerioduto", fazem
> parte de um acordo que visa a salvar mandatos às
> custas da fragilização da Câmara dos Deputados.
> 
>      Novamente, os pareceres do Conselho de Ética
> foram ignorados e rejeitados, revelando clara
> estratégia de escancarar as portas para a passagem
> impune de outros acusados. Desta vez, a base aliada
> do Planalto está animada com as recentes pesquisas
> de opinião que apontam o crescimento do presidente
> Lula. Imaginam os governistas que o mesmo ocorrerá
> com seus nomes, quando submetidos ao julgamento
> popular, nas próximas eleições. 
> Confiam que o mensalão cairá no esquecimento.
> 
>      No plenário, o clima no dia da votação do
> parecer do Conselho de Ética era de falta de
> compostura. Não se analisava a justiça ou não das
> punições, mas se constatava uma certa frouxidão
> moral tanto na base governista quanto em alguns
> partidos de oposição.
> 
>      O PPS persevera na rejeição aos acordões e
> alerta a sociedade brasileira para as indecentes
> armações que buscam esconder, na impunidade
> descarada, os crimes cometidos pelo governo Lula,
> pelo PT e pelos partidos do mensalão.
> 
>      DEPUTADO ROBERTO FREIRE
>      PRESIDENTE NACIONAL DO PPS
> 
> 
> NOTA PÚBLICA
> 
> 
> 
> A direção nacional do PPS e a bancada do partido na
> Câmara dos Deputados vêm a público defender a adoção
> do voto aberto no Congresso Nacional. O PPS e seus
> parlamentares entendem que deputados e senadores
> devem à sociedade comportamentos transparentes e
> posições claras em matérias de interesse de todos. O
> que temos visto, no entanto, são acordos que visam
> beneficiar integrantes do Poder Legislativo, prática
> que tem no voto secreto um aliado imprescindível.
> 
> Sob o manto do voto secreto, o plenário da Câmara
> está subscrevendo a prática do caixa dois nas
> eleições como se este não fosse um crime, mas um
> equívoco menor, passível de solução entre pares. A
> alegação do recebimento de "dinheiro não
> contabilizado", codinome que o PT deu à omissão de
> receita nas contas à Justiça Eleitoral, em vez de
> condenar tornou-se álibi para deputados acusados de
> participação no esquema do valerioduto - de compra
> de votos no Congresso para a aprovação de matérias
> de interesse do governo.
> 
> Para se safar da condenação por integrar essa
> execrável quadrilha, os acusados estão se refugiando
> no caixa dois. É um absurdo. As absolvições baseadas
> na prática de um crime fizeram dos parlamentares uma
> casta acima da lei. Isso desmerece e desmoraliza o
> Congresso, envergonha a República e apequena a
> democracia brasileira.
> 
> O PPS quer deixar claro seu repúdio à absolvição por
> prática de caixa dois, bem como explicitar sua
> crença no fortalecimento do Conselho de Ética, com
> ampliação de seus poderes - por meio de alterações
> na Constituição - para o aperfeiçoamento dos
> instrumentos de correção e punição de faltas
> cometidas por parlamentares. Parlamentares são
> cidadãos com responsabilidades ampliadas porque
> representam a sociedade. O mandato não lhes dá
> permissão para pairar acima do bem e do mal. Ao
> contrário, imputa-lhes o dever de se comportar
> exemplarmente, dentro da lei e sob a égide da ética.
> 
> 
> 
> Roberto Freire
> 
> presidente nacional do PPS
> 
> 
> 
> Fernando Coruja
> 
> líder do PPS na Câmara
> 
> -------------
> 
> Eu li o artigo que saiu na internet no dia de hoje,
> cuja a fonte é: 
>
http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/ComputacaoCorporativaInterna_211205.html
> 
> 
> Onde este diz que os Deputados não gostaram de usar
> o programa OpenOffice que é uma distribuição
> gratuita. 
> Quero expressar a minha indignação contra essa
> decisão de comprar os produtos da Microsoft, sendo
> que no meu entendimento, os deputados que optaram
> por essa opção, estão usando o meu dinheiro de
> imposto para comprar programas de uma empresa
> praticamente Monopolista que possui preços muito
> incompativeis com a nossa realidade brasileira.
> Acredito que vocês precisem de bom equipamentos e
> softwares para trabalhar. Mas no meu entendimento,
> os deputados que quiseram essa mudança tiveram pouca
> vontade de mudança de habito para o OpenOffice e não
> estão pensando claramente que o dinheiro que estão
> comprando é do povo. Se a camara pode comprar, não
> quer dizer que todos podem. Devia existir uma
> vontade voltada para software livre, seje essa
> vontade em pesquisas, tecnologias.
> 
> Estou descontente com os deputados envolvidos nessa
> decisão. 
> 


Lucas Filho
Open-Ce Tecnologias e Serviços
www.open-ce.com.br
 
::OpenCampus:: Grupo para professores e estudantes
www.opencampus.clic3.net
 
Agradecemos a Deus por tudo



                
_______________________________________________________ 
Novo Yahoo! Messenger com voz: Instale agora e faça ligações de graça. 
http://br.messenger.yahoo.com/

---------------------------------------------------------------------
To unsubscribe, e-mail: [EMAIL PROTECTED]
For additional commands, e-mail: [EMAIL PROTECTED]

Responder a