Além disso,  estão aparecendo dificuldades de instalação do BrOffice.org por
parte dos brasileiros em diversas distros Linux justamente porque a ONG,
está, por exemplo, compilando de forma diferente da compilação do
OpenOffice.

Em 13/04/07, Marcus Senna Borges de Barros <[EMAIL PROTECTED]>
escreveu:

Também não sou desenvolvedor, mas tenho o mesmo sentimento. Concordo
100%.

Em Sex, 2007-04-13 às 15:39 -0300, Grillo Neanderthal escreveu:

> Realmente, no Brasil o OOo é obrigado a ser BrOo por questões jurídicas.
Não sou contra a inclusão
> de melhorias pelos desenvolvedores brasileiros, apenas acho que isto
poderia ser feito de forma a
> não quebrar a integridade de um projeto já existente. Por exemplo,
complementos, pacotes
> opcionais, sei lá como isso funciona (não sou desenvolvedor). Mas se
tivermos apenas um OOo (ainda
> que com vários nomes), fica mais fácil desenvolver, rastrear bugs,
implementar novos recursos e
> incluir o pacote em distribuições Linux, etc. Se o BrOo é praticamente
igual ao OOo, por que
> separar as linhas de desenvolvimento? Não é possível colocar as
etiquetas Pimaco, por exemplo, em
> um pacote adicional, complementar ao OOo, em vez de em uma versão
diferente do OOo?
> Abraços,
> Emerson
> --- Marcelo <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> > Sim, todas novas versões que saem do OpenOffice saem também para a
> > língua portuguesa. Hoje se você quiser é possível baixar o OpenOffice
> > 2.2 em português, porém ainda prefiro BrOffice pelas questões de que
já
> > citei.
> >
> > Rodorei - Nunes wrote:
> > > Lembrando também, que de acordo com uma nota na própria hp do
BROffice,
> > > trata-se de um imbróglio jurídico, pois uma empresa do RJ, e que
atualmente
> > > está no PR, já havia registrado o uso do nome Open Office no Brasil,
então a
> > > equipe do Open Office.org Internacional concordou em mudar a
denominação
> > > aqui no Brasil.
> > > Acho que essa determinação vale para a abertura da ong (empresa)
Open
> > > Office, que teve que alterar o nome para BROffice.org.
> > > Mas, se eu estiver enganado, ainda está sendo possível baixar Open
Office em
> > > português???
> > >
> > > Nunes
> > >
> > > -----Mensagem original-----
> > > De: Marcelo [mailto:[EMAIL PROTECTED]
> > > Enviada em: sexta-feira, 13 de abril de 2007 14:44
> > > Para: [EMAIL PROTECTED]
> > > Assunto: Re: [usuarios OOo] Diferenças em relação ao concorrente II
> > >
> > > A proposta do software livre e do código aberto é justamente para
que a
> > > comunidade ajude a desenvolver, pondendo inclusive modificá-lo se
assim
> > > o desejar. Não vejo mal nenhum nisso, O OOo já tem uma versão
traduzida
> > > para o português, acho legal que o BrOffice tenha algumas melhorias
como
> > > as inclusão das etiquetas brasileiras da pimaco e seu dicionário
> > > melhorado, de resto ele é fiel ao OOo, acho que se for pra melhor
não
> > > tem porque não mudar.
> > >
> > > Grillo Neanderthal wrote:
> > >
> > >> Apoiado plenamente. Vejo o OOo como um programa mundial com
localizações,
> > >>
> > > não é legal que a versão
> > >
> > >> brasileira seja diferente. Um programa único ajuda até no
desenvolvimento.
> > >> Abraços,
> > >> Emerson
> > >> --- "Renato S. Yamane" <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > >>
> > >> ... O BROffice tornou-se praticamente um fork do OOo, onde a equipe
segue
> > >>
> > > seus próprios padrões...
> > >
> > >> Eu sou a favor de apenas traduzir o OOo e não gerar um fork.
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>> --
> > >>> Renato S. Yamane
> > >>> Fingerprint: 68AE A381 938A F4B9 8A23  D11A E351 5030 D420 515A
> > >>> PGP Server: http://pgp.mit.edu/ --> KeyID: 0xD420515A
> > >>> <http://www.renatoyamane.com>
> > >>>
> > >>>
> > >> Grillo N
> > >>
> > >> Não quer guerra? Não pague por ela!
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> Grillo N
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> Não quer guerra? Não pague por ela!
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Atenciosamente,


Marcus Senna Borges de Barros
Auditor Fiscal
GEPRE / GEAUS
DTI - Diretoria de Tecnologia da Informação
Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia
+55 71 3115-2434 / [EMAIL PROTECTED]

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