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Prezado
Colega Alejandro Carriles, Que
inteligência militar ? A da CIA
plantada em São Paulo para justificar a sua permanência depois que veio a tona
terem sidos os 3 (três) bilhões de dólares enviados pelo Bank of America para o
oriente médio no lugar da Tríplice Fronteira como alegavam ?!! É por
isto que digo que a pior arma contra as nações hoje em dia é a BOBALIZAÇÃO dos
povos para carrear a GLOBALIZAÇÃO das Economias. POR UMA
URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me Atenciosamente, 21
2558-9814 – [EMAIL PROTECTED] Rua Conde
de Baependi 78, Ap 1310 Flamengo,
Rio de Janeiro, RJ 22231-140 De:
[EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED]
Inteligência militar revela que membros do grupo basco
ETA treinaram e coordenaram ações de guerrilha urbana Ouça também o Alerta Total no seu computador. Adicione nosso blog e podcast a seus favoritos do
Internet Explorer. Por Jorge Serrão Exclusivo – Membros do grupo separatista basco
ETA - cujos integrantes falam em “adeus às armas”,
“cessar-fogo” e “paz” na Espanha - foram os treinadores
e coordenadores das ações de guerrilha urbana, com evidentes motivações
políticas, que amedrontaram e paralisaram ontem a Grande São Paulo e o ABC. A
informação, confidencial, é dos serviços de inteligência das forças armadas,
que monitoram a ação de grupos estrangeiros infiltrados nas chamadas organizações
criminosas no Brasil. Os terroristas bascos também atuaram, nos bastidores, da
invasão da Aracruz Celulose pela Via Campesina, o movimento de ação urbana do
MST (Movimento dos Sem Terra). A ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) produziu
um relatório reservado, dois anos atrás, advertindo à Presidência da República,
ao Senado e a alguns governadores que não só os bascos do ETA, mas também
terroristas do Oriente Médio, estariam dando treinamento em ações de terrorismo
e guerrilha urbana a criminosos no eixo Rio-São Paulo. O gesto do crime
organizado, parando a região metropolitana de São Paulo e afrontando as
indefesas autoridades de segurança, ontem, foi apenas o primeiro ensaio, bem
sucedido, dos marginais que agem em nome de uma suposta “ideologia
revolucionária” que prega “Justiça e Paz”. Especialistas em estratégia militar ouvidos pelo
Alerta Total asseguram que o tão propalado Primeiro Comando da Capital (ou
Partido do Crime – como é denominado o marketeiro PCC) jamais teria
condições técnicas, estratégia logística e treinamento para realizar ações
típicas de guerrilha urbana, como as de ontem. Segundo os mesmos especialistas,
é muita ingenuidade intelectual supor que o famoso bandido Marcola, usando
apenas um telefone celular, de dentro de um presídio supostamente de
“segurança máxima”, teria condições reais de comandar uma onda de
pelo menos 180 ataques relâmpago, 13 dos quais contra bancos, atingidos por
bombas de fabricação caseira, desde a madrugada de sexta-feira passada. Os terroristas contaram com a ajuda de um agente de
influência poderoso e que amplificou o pânico e os boatos: a grande mídia,
cujos editores agiram de forma inconsciente e inconseqüente, permitindo que a
sensação de insegurança constatada pela TV levasse a população a promover um
toque de recolher informal, a partir do meio da tarde. A ação espetaculosa da
mídia permitiu que a onda de boatos se amplificasse. Escolas e universidades passaram a suspender as aulas
vespertinas e noturnas. O comércio começou a fechar as portas à tarde, e foi
seguido por empresas privadas e repartições públicas, que liberaram funcionários,
que teriam dificuldade de deslocamento para casa. O resultado inicial foi um
mega-engarrafamento recorda. Mas já à noite, as ruas e grandes avenidas da
capital e dos municípios do ABCD estavam desertas de carros e pessoas. Havia
apenas alguns policiais em ronda, ou alguns veículos em alta velocidade, com
motoristas desobedecendo semáforos vermelhos, para chegar logo em casa. A ação política da organização criminosa também teve a
seu favor o precário sistema de transportes da Grande São Paulo. Empresas de
ônibus deixaram 5 milhões e 500 mil pessoas sem transporte coletivo,
recolhendo-os às garagens, depois que 85 de ônibus foram incendiados desde
domingo – 56 queimados só na capital. Os principais terminais de ônibus
em São Paulo não funcionaram. Uma estação de metrô foi metralhada. Os bandidos
apostaram no terror psicológico e foram muito bem sucedidos. A Prefeitura resolveu suspender o rodízio de veículos.
O resultado foi caótico. O sempre tumultuado trânsito na capital paulista
registrou recorde histórico de engarrafamento, na hora do rush, durante quase
três horas, até o momento em que as ruas de São Paulo viraram um deserto de
carros. Apenas metade da frota de ônibus circulará nesta terça, escoltada pela
Polícia Militar. A tendência é de retorno à normalidade, porque o crime
organizado já atingiu seus objetivos. O teste foi vencido. A cidadania foi a
grande derrotada. E a democracia, que é a segurança do Direito, foi violentada,
mais uma vez. A repercussão da ação criminosa de guerrilha urbana foi
internacional. Sites de alguns dos principais jornais do mundo destacaram os
acontecimentos Um balanço parcial do governo do Estado revelou que
foram efetuadas 91 prisões de suspeitos. Até a tarde ontem, o número de mortos
chegava a 94 – sendo 39 “bandidos” em confronto com a
Polícia. E 43 policiais assassinados. Foram feridas 49 pessoas. A Secretaria de
Administração Penitenciária informou que todos os motins O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, se reuniu
com o governador Claudio Lembo. Antes disso, reiterou a disposição do governo
federal de enviar a Força Nacional de Segurança e tropas do Exército para o
Estado, mas descartou a possibilidade de anunciar medidas especiais para
combater a criminalidade no País. Encerradas as “revoltas” bem
orquestradas em penitenciárias e centros de detenção, o governador Cláudio
Lembo fez um apelo para que as pessoas voltassem à rotina hoje. Lembo dispensou
a ajuda do Exército. Mas o governo do Estado sai desgastado politicamente do
episódio, que pode influenciar na sucessão presidencial, sobretudo em Geraldo
Alckmin, o candidato tucano. O comandante da Polícia O que falta é inteligência e honestidade de
propósitos. A crise vivida ontem por São Paulo exigiria uma ação conjunta, voluntária,
entre o Estado e as autoridades federais. Mas existem dois problemas: a
proximidade eleitoral, e a própria infiltração dos ideólogos do terrorismo que
comprometeriam a saúde institucional da máquina de segurança federal.
Mecanismos legais para intervir no caso existem, mas nunca foram usados e
dificilmente serão adotados. A intervenção federal está prevista no artigo 34 da
Constituição e prevê a nomeação de um interventor para o Estado, em
substituição ao governador, por prazo determinado, por meio de um decreto do
presidente da República aprovado pelo Congresso. Ao fim do prazo, o governador
volta ao seu cargo. O Estado de Sítio consta do artigo 137 e também depende de
aprovação prévia do Congresso. Já o Estado de Defesa, previsto no artigo 136,
pode ser decretado e aplicado de imediato. Nos dois últimos casos, há a
possibilidade de restrição de direitos fundamentais como o sigilo das
comunicações e o direito de reunião. O toque de recolher pode ser utilizado
durante o Estado de Sítio, mas o próprio governo estadual, pelo poder de
polícia, poderia decretá-lo. O triste balanço da onda de terror que assolou São
Paulo foi que a organização criminosa (que não é o PCC, sozinho, é bom que se
repita) venceu o primeiro round da guerrilha urbana, em seu aspecto
psicológico. Agora, as autoridades devem ampliar as investigações sobre a
participação de terroristas estrangeiros dando consultoria aos marginais
brasileiros, em nome de “ideais revolucionários”. A batalha de São
Paulo foi apenas um balão de ensaio para outras ações politicamente criminosas
que estão por vir. O Rio de Janeiro que se cuide. As autoridades de lá já estão
de prontidão, mas nada podem, de fato, contra a organização criminosa bem
treinada e com objetivos políticos bem definidos. A parcela mais esclarecida da população de São Paulo,
que não deixou intimidar pelas ações de terror promovidas pelos aprendizes de
terroristas e seus mestres da ETA, terá a chance de participar, no próximo
domingo, dia 21 de maio, às 15 horas, de uma grande manifestação popular contra
a organização criminosa que domina as instituições no Brasil. A Avenida
Paulista será interditada Vale repetir o título do artigo de ontem, inspirado em
uma famosa frase de um personagem de Machado de Assis: "Ou matamos a
organização criminosa, ou ela nos enterra...". Vida que segue... |
[VotoEletronico] RES: [VotoEletronico] Inteligência militar revela qu e membros do grupo basco ETA treinaram e coordenaram a ções de guerrilha urbana em SP
Rio Net - Leamartine Pinheiro de Souza Wed, 17 May 2006 13:58:38 -0700
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