Segue uma segunda versão para a carta-documento que vamos estar utilizando para a divulgação do manifesto.
Tentei colocar todos os pontos aqui levantados. Creio não ter esquecido de nada. Ultrapassamos um pouco em tamanho, mas acredito que não vai haver grandes problemas nisso. Aguardo retorno de voces. Abraços Beth 2006/6/3, Beth Osuch <[EMAIL PROTECTED]>:
Okey... Acredito que não vamos ter mais comentários. Vou ver se consigo refazer o texto neste fim-de-semana. Obrigada a todos os que acrescentaram e esclareceram pontos que constam no texto. Assim que tiver o texto finalizado mando para voces e passamos ao 2o. round, ou seja, uma nova repassada para a finalização. Walter, sou de São Paulo, SP. abraços, Beth Em 02/06/06, Walter Del Picchia <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > Beth, Paulo, todos > > Por enquanto, assino em baixo do que o Paulo escreveu (reservo > alguma sugestão > para após a Beth reformar o texto). > > Quanto à impressão do voto, a idéia é que (após a escolha do > candidato e a > apresentação de sua foto) seja impresso, atrás de um visor e sem contato > com o > eleitor, o nome do candidato. Depois de apertada a tecla 'Confirma', o > voto > impresso seria cortado automaticamente e cairia dentro da urna > hermeticamente > fechada, para eventual conferência posterior. De qualquer modo, em uns > 3% das > urnas, sorteadas após a votação, seria feita a conferência. Afirmamos > que é > possível fraudar o voto eletrônico, sabemos que o voto em papel sempre > foi > fraudado no Brasil, mas fraudar os dois simultaneamente é muito mais > difícil e > a conferência posterior inibiria eventuais fraudadores. > > Abraço. > > Walter Del Picchia - S.Paulo/SP > > (Votos de boas vindas e bom trabalho à Beth - de qual cidade/estado é?) > > ========================================== > > Em Sex, Junho 2, 2006 5:09 am, Paulo Mora de Freitas escreveu: > > > > Prezada Beth, parabéns pela iniciativa. Aqui vão algumas > > sugestões/correções (se todos concordarem com elas, me corrijam por > > favor) no interesse de tornar a informação mais precisa: > > > > A) Em "experimentos realizados por catedráticos e cientistas da USP, > > INICAMP, UNB e École Polytechnique" deve-se corrigir INICAMP para > > UNICAMP et Polytechnique para polytechnique (é um adjetivo, por essa > > razão se escreve em minúsculo em Francês). > > > > B) Que eu saiba nenhum experimento foi realizado por "catedráticos e > > cientistas da USP, UNICAMP, UNB e École polytechnique cujos resultados > > estão em publicações científicas e na mídia impressa brasileira e > > americana". Aconteceram três coisas diferentes, me corrijam por favor > se > > eu estiver errado: > > > > 1) professores, engenheiros e outros cidadãos brasileiros com diversas > > > formações (advogados, jornalistas, etc.) se interessam desde 1996 à > > problemática da fiabilidade do voto eletrônico implementado nos moldes > > das urnas-e brasileiras e se aglutinaram junto ao Forum do Votoseguro > > (www.votoseguro.org/), onde várias análises e melhorias tem sido > > propostas. Muitas dessas análises se tornaram artigos científicos, mas > > são análises, não resultado de testes. > > > > 2) uma parte desse grupo escreveu o "ALERTA CONTRA A INSEGURANÇA DO > > SISTEMA ELEITORAL INFORMATIZADO", uma espécie de manifesto que se > tornou > > uma espécie de abaixo assinado que coleta ainda adesões no endereço > > www.votoseguro.com/alertaprofessores e que ficou conhecido pelo nome > de > > "Manifesto dos Professores e Cientistas". Mas é apenas um manifesto, > não > > o resultado de experimentos realizados com as urnas-e brasileiras. > > Absolutamente nenhuma dessas pessoas tiveram a ocasião de realizar > > experimentos com as urnas-e brasileiras mesmo porque o TSE sempre > > proibiu esse tipo de teste. Segundo o TSE a urna-e é segura por > > definição, segundo eles abrir a possibilidade a testes de penetração > > poderia levar à criar alguma fragilidade na segurança do sistema. > > Podemos supor que as razões sejam outras, por exemplo o medo de que > > testes de penetração coloquem em dúvida a lisura das eleições. > > > > 3) Uma ONG americana, a Black Box Voting, publicou agora em maio um > > relatório do especialista Harri Hursti sobre seu teste de penetração > nas > > urnas-e americanas fabricadas pela empresa Diebold. Acontece, como > > explica o Amilcar, que essa empresa americana é a mesma que "produziu > > 375 mil das 426 mil urnas eletrônicas que serão utilizadas nas > eleições > > presidenciais brasileiras de outubro de 2006". Daí a conclusão do > > Amilcar de que se faz necessário "analisar se as falhas de segurança > > apontadas nos Relatórios Hursti também existem nos modelos de urnas > > eletrônicas fornecidas no Brasil." Mas veja que apenas essa ONG > > americana, a Black Box Voting, realizou experimentos de fato e sobre > > outro modelo de urnas-e, as fabricadas pela Diebold nos EUA. Repito, > > ainda hoje ninguém nunca pôde fazer teste nenhum com as urnas > brasileiras. > > > > Por essa razão, para evitar de te acusarem de afirmar coisas falsas, > > talvez seja melhor repensar este primeiro parágrafo. > > > > C) A frase "Em outras palavras, as urnas podem chegar às zonas > > eleitorais já pré-programadas" não tem sentido tal como está. Mesmo se > > não adulteradas as urnas TEM de chegar às zonas eleitorais já > > pré-programadas, senão a urna-e não funciona (nem bem, nem mal)
