Complementando...
Além de nosso ministro estar ignorando o assunto (deletando sem ler seus
emails), eu gostaria de lembrar o que disse há tempos atrás: inseticida se
lança em época que tem mosquitos. Nem antes, nem depois. Ou seja, o tempo de
fazer concretamente algo é agora (ou já foi...). Não adianta ir contra o
fato de que apenas nos lembramos de ter TE em época de eleições.
Beth
Em 03/09/06, Walter Del Picchia <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Ao pessoal das listas (com cópias)
Embora poucos, já há gente acordando... O texto abaixo, da Agência
Brasil, é de
grande importância.
Temos que aperfeiçoar esse sistema eleitoral, já que para a próxima
eleição está
difícil, ao menos para a seguinte. É não deixar a peteca cair após as
eleições,
como geralmente ocorre. Os altos escalões do TSE estão bem ao par das
fragilidades e aparentam ter mais boa vontade que os antecessores. O
presidente
do TSE recebeu, recentemente e em mãos, o livro do Amilcar, o artigo do
desembargador Ilton, o Alerta dos professores e o Resumo em três páginas
com as
principais fraquezas, sugestões e projetos de lei em andamento. Bem que
poderia
ter tomado algumas providências que não dependem de leis, mas seria
irrealista
esperar que, tendo pego o bonde andando, saisse por aí concordando que o
sistema
é inconfiável. Ao contrário, tem que mostrar firmeza, mesmo nas falácias.
Quanto ao texto abaixo, às três falàcias do Marco Aurélio, observo
que sua
afirmação 'existem homens de bem' é de uma obviedade incrível, e nunca foi
contestada por qualquer dos críticos da falta de segurança do sistema