Olá,

Esta estimativa de 10 milhões de eleitores fantasmas (8%) é chute baixo.

Vejam que nos locais onde foi feito recadastramento houve um corte de 1 em
cada 4 títulos, ou seja, 25%... 30 milhoes de titulos de eleitores fantasmas
andando por aí.

Está absolutamente certo o Chadel, são estes votos (títulos) que são
comprados e com certeza, vão decidir se vai ou não haver primeiro turno...

[ ]s
  Amilcar Brunazo Filho


--------- Mensagem Original --------
De: [email protected]
Para: Beth Osuch <[email protected]>
Assunto: [VotoEletronico] Re: Folha Online
Data: 16/09/06 17:01

> Essa resposta do ministro Marco Aurélio mostar bem a prepotência da
Justiça Eleitoral e seu desprezo pelas regras democráticas. Pelas pesquisas
&nbsp;atuais, Lula está com 50% das intenções de voto. A possibilidade de 2º
turno, portanto vai ser definida por um número muito pequeno de votos,
provavelmente muito menos do que os 8% de votos de eleitores que o TSE
declara serem inexistentes. Num país sério essa declaração já seria motivo
suficiente para suspender as eleições até que esta anomalia seja resolvida.
Manter eleições tão apertadas numa situação dessas é um acinte. Afinal,
esses 8% podem ser tanto a favor do governo quanto contra, o que compromete
irremediavelmente o resultado, qualquer que seja.
> 
> Roger Chadel
> 
> A respeito de [VotoEletronico] Folha Online,
> em 16/9/2006, 09:37, Beth Osuch escreveu:
> 
> 
> 
> 
> &gt;
> 
> 
> E tem quem ainda acredite na boa fé do TSE
> &nbsp;
> Brasil tem 10 milhões de eleitores fantasmas, diz ex-ministro do TSE&nbsp;
> Publicidade
> SILVANA DE FREITAS
> da&nbsp;Folha de S.Paulo, em Brasília
> &nbsp;
> Dez milhões dos 125,9 milhões de eleitores convocados para votar em 1º de
outubro (8%) são pessoas inexistentes, segundo estimativa do ex-presidente
do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Carlos Velloso.
> Desatualizado, o cadastro nacional de eleitores, de 20 anos atrás, pode
favorecer um tipo de fraude em que uma pessoa mostra o título de eleitor
inexistente para votar duas vezes.&nbsp;
> 
> O atual presidente do TSE, ministro Marco Aurélio de Mello, descarta essa
possibilidade. "Não podemos raciocinar pelo excepcional, imaginando que a
maioria é salafrário e que cederá o título para outro votar ou que títulos
serão surrupiados. É o absurdo, o teratológico."&nbsp;
> 
> Velloso e o professor e pesquisador do Iuperj (Instituto Universitário de
Pesquisas do Rio de Janeiro) Jairo Nicolau dizem que pode haver fraudes, mas
consideram o risco irrelevante.&nbsp;
> &nbsp;
> "Existe uma possibilidade de ocorrência de fraude que não tem
significância. Mas, só por haver essa possibilidade, a Justiça Eleitoral tem
de atacá-la", afirmou Velloso, que deixou o tribunal em janeiro último,
quando se aposentou.&nbsp;
> 
> "As fraudes sempre podem acontecer, mas são marginais. O cadastro deve ser
atualizado para que possamos ter um índice de abstenção mais próximo da
realidade", disse Nicolau, para quem não há urgência de novo
recadastramento.&nbsp;
> 
> Os "fantasmas" do cadastro de votantes da Justiça Eleitoral são
supostamente de eleitores que morreram ou mudaram de cidade e tiraram novo
documento. O novo cadastro nacional de eleitores custará ao menos R$ 300
milhões e terá de ser feito em etapas, preferencialmente em anos ímpares,
sem eleições. Não há previsão orçamentária para 2007.&nbsp;
> 
> No ano passado, na presidência do TSE, Velloso anunciou que recadastraria
21 milhões de eleitores durante o referendo sobre a proibição de comércio de
armas, em outubro, mas decidiu fazer audiências públicas sobre o tema, o que
provocou atraso e inviabilizou a medida antes destas eleições.&nbsp;
> 
> A vantagem em relação ao atual é que, além de atualizado, o novo cadastro
deverá ter sistema de identificação do eleitor por impressão digital,
eliminando risco de uma pessoa votar no lugar de outra, dizem Velloso e
Marco Aurélio.&nbsp;
> 
> O TSE não tem levantamento sobre os municípios em que o eleitorado supera
a média nacional, de 67,3% da população estimada pelo IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística).&nbsp;
> 
> Marco Aurélio disse que as distorções são maiores em cidades
pequenas.&nbsp;
> 
> Nos últimos quatro anos, houve revisão eleitoral em 1.223 cidades, levando
6,576 milhões de pessoas a se reapresentarem a cartórios eleitorais. Eram
municípios onde o número de eleitores superava 80% da população estimada ou
onde o juiz eleitoral suspeitou de irregularidades.&nbsp;
> 
> No primeiro momento, houve cancelamento de uma a cada quatro inscrições,
mas muitos títulos excluídos depois foram reabilitados, e o TSE não tem os
dados atualizados.
> 
> A Justiça Eleitoral também tem cancelado o título de quem não vota três
vezes seguidas sem explicar a ausência. Em 2005 foram excluídos 1,089 milhão
de documentos. Em 2003, foram eliminados outros 2,154 milhões, segundo o
tribunal.&nbsp;
> 
> 
> --&nbsp;
> Grande abraço,
> 
> Roger Chadel
>


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