Ínsigne Rezende, famoso detetive constitucional

     Permita-me discordar de sua contabilidade. Não tenho ascendência judaica ou
árabe, mas de juros e porcentagem eu entendo. Axioma correto: O sistema
eleitoral é 133% inseguro, pois (adotando que 25% dos títulos totais sejam
falsos) 75% são títulos reais. Daí, a porcentagem falsa sobre a verdadeira é
25/75, igual a 33%. Portanto, 133% do contingente de votos reais pode votar
tranquilamente, sem despertar suspeitas nos fiéis da TSEita do Santo Baite, da
Dissidência do Santo Bit e/ou dos cibernéscios.

     Agora, falando preocupado, o Rezende é que sabe das coisas. Por que cargas
d´água o autoritário ex-presidente do TSE iria propagandear que o sistema que
deixou peca logo na origem e com tal intensidade... Uma boa explicação (não
atino com outra) é criar ambiente para um 'aperfeiçoamento' na base de leitura
do dedão, o que vai proporcionar gastos extratosféricos (mais um bilhãozinho de
R$ ou US$ que avoa...). Seria deveras interessante devendar de onde vem tanto
dinheiro, quem financia essa aventura perdulária. O F-BI?

      Abraço

      Walter Del Picchia - S.Paulo/SP

(Não se lamente. Seja uma cobaia feliz!!)

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Em Sab, Setembro 16, 2006 9:00 pm, Pedro A.D.Rezende escreveu:

 Walter, e demais,

 Permitam-me derivar da dedução do Walter o seguinte Axioma:

 Nosso sistema eleitoral é 125% seguro!

 Por que?

 Porque 125% do contingente podem votar tranquilamente, sem despertar suspeita 
no
chefe da TSEita (do Santo Baite).

 Agora falando sério, essa matéria plantada pela Silvana de Freitas na Folha 
cheira
a treita. Marketing encomendado pelos barões do mercado para o golpe de 1bi que 
vem
por aí. Pagaremos pelo cadastro de polegares do gado brasileiro no banco de 
dados
do FBI.

 Afinal, fomos eleitos cobaias dessa aventura lacaia: totalitarismo eleitoral 
para a
nova ordem mundial.

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 prof. Pedro Antonio Dourado de Rezende /\
 Computacao - Universidade de Brasilia /. \
 tcp: Libertas quae digitos desiderat /____\
 http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/sd.htm
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 Walter Del Picchia escreveu:

    Amilcar

      Então é sério?? Que coisa, heim!!...  E eu que pensei que fosse fofoca da
 Beth, algo teratológico (apud M.Aurelio) da parte dela...

    Como voce não deve ter lido minha mensagem, se não voce não plagiaria minha
estimativa de 25% sem citar o autor, repito-a abaixo.

      Abraço e espero que tal deslize não se repita, o que seria algo 
teratológico
 (apud M.Aurelio), agora de sua parte.

      Walter Del Picchia - S.Paulo/SP

 ==============================================>
     Walter escreveu:

     Dona Beth

     Pare de ser encrenqueira e desacreditar os doutos responsáveis por nossas
honestíssimas eleições, 269% seguras. Qual o significado de apenas dez milhões
de títulos falsos confessados? (Se eles admitem dez, pode ser muito mais...).
Apenas oito por cento dos eleitores (Se não for uns 25%..)! Para os doutos
responsáveis, que não entendem de números, porcentagens, estatística etc. etc.
(e põe etc. nisso), um fato irrelevante, uma mixaria, uma ninharia, uma
insignificância, uma bagatela, uma mixuruquice, uma mesquinhez, uma miudeza,
que só impressiona as mulheres perspicazes ...

     Compenetre-se que, com dirigentes tão dignos, honestos, corretos,
desinteressados, incorruptíveis, irrepreensíveis, íntegros, 'não podemos
raciocinar pelo excepcional, imaginando que a maioria é salafrário e que cederá
o título para outro votar ou que títulos serão surrupiados.' (sic). Portanto,
deixe de imaginar coisas e achar que apenas uma minoria, alguns poucos milhões,
é de desonestos, e que isso terá qualquer significado para o Brasil ou para as
eleições brasileiras (afinal, $ão $ó alguma$ centena$ de bilhõe$ de $$$ em
jogo... ).

      Acredite! Eu, que já nasci desconfiado, acredito!!

     Walter Del Picchia - S.Paulo/SP

     'ACREDITE-O OU DEIXE-O'

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Em Sab, Setembro 16, 2006 5:26 pm, Amilcar Brunazo Filho escreveu:
 Olá,
 Esta estimativa de 10 milhões de eleitores fantasmas (8%) é chute baixo.
 Vejam que nos locais onde foi feito recadastramento houve um corte de 1 em
 cada 4 títulos, ou seja, 25%... 30 milhoes de titulos de eleitores fantasmas
 andando por aí.
 Está absolutamente certo o Chadel, são estes votos (títulos) que são
 comprados e com certeza, vão decidir se vai ou não haver primeiro turno...

 [ ]s
   Amilcar Brunazo Filho

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--------- Mensagem Original --------
 De: [email protected]
 Para: Beth Osuch <[email protected]>
 Assunto: [VotoEletronico] Re: Folha Online
 Data: 16/09/06 17:01

 Essa resposta do ministro Marco Aurélio mosta bem a prepotência da
Justiça Eleitoral e seu desprezo pelas regras democráticas. Pelas pesquisas
atuais, Lula está com 50% das intenções de voto. A possibilidade de 2º
turno, portanto vai ser definida por um número muito pequeno de votos,
provavelmente muito menos do que os 8% de votos de eleitores que o TSE
declara serem inexistentes. Num país sério essa declaração já seria motivo
suficiente para suspender as eleições até que esta anomalia seja resolvida.
Manter eleições tão apertadas numa situação dessas é um acinte. Afinal,
esses 8% podem ser tanto a favor do governo quanto contra, o que compromete
irremediavelmente o resultado, qualquer que seja.

Roger Chadel
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 A respeito de [VotoEletronico] Folha Online,
 em 16/9/2006, 09:37, Beth Osuch escreveu:

 E tem quem ainda acredite na boa fé do TSE

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 Brasil tem 10 milhões de eleitores fantasmas, diz ex-ministro do TSE&nbsp;
 SILVANA DE FREITAS
 Folha de S.Paulo, em Brasília

 Dez milhões dos 125,9 milhões de eleitores convocados para votar em 1º de
 outubro (8%) são pessoas inexistentes, segundo estimativa do ex-presidente
 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Carlos Velloso.
 Desatualizado, o cadastro nacional de eleitores, de 20 anos atrás, pode
 favorecer um tipo de fraude em que uma pessoa mostra o título de eleitor
 inexistente para votar duas vezes.

 O atual presidente do TSE, ministro Marco Aurélio de Mello, descarta essa
 possibilidade. "Não podemos raciocinar pelo excepcional, imaginando que a
 maioria é salafrário e que cederá o título para outro votar ou que títulos
 serão surrupiados. É o absurdo, o teratológico."
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