Estimado Colega Paulo Gustavo,

 

No Brasil existe um "tapete persa" tecido pela CIA, para que o "véu" da
aristocracia encastelada no TSE possa empurrar, para baixo do tapete, todos
os podres que surjam, sob as brumas da propaganda institucional que fez, de
um arremedo tecnológico, a própria "urna da aliança", neste caso, entre o
bem e o mal, sendo, o "bem patrimonial" o povo em rebanho para o voto e, o
mal, as classes dos "magistrados e políticos" que, com poderes
inquisitórios, dominam a nação.

 

Até parece um texto bíblico em que a fé não existe para ser discutida, mas,
tão somente, para ser engolida, como se fôssemos “gansos” na engorda para a
produção do patê tão apreciado pelos aristocratas !!! 

 

POR UMA URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me

 

Atenciosamente,

 

Leamartine Pinheiro de Souza

21 2558-9814 - [email protected] 

Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310

Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

22231-140

 

 

-----Mensagem original-----
De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em
nome de Paulo Gustavo
Enviada em: segunda-feira, 22 de junho de 2009 07:13
Para: [email protected]
Assunto: [Voto Seguro] Conselho de Guardiães do Irã admite erro em 3 milhões
de votos

 

No Irã tem recontagem. E no Brasil?

 

 

22/06/2009 - 05h41 Conselho de Guardiães do Irã admite erro em 3 milhões de

votos <http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u584370.shtml>
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da *Folha Online*

 

Atualizado às *06h01*.

 

O Conselho de Guardiães do Irã, máxima instância constitucional do país,

admitiu nesta segunda-feira que houve irregularidades nas eleições

presidenciais do dia 12 de junho, que reelegeram Mahmoud Ahmadinejad. A

instituição, que endossou a vitória do presidente, reconheceu que houve erro

em cerca de três milhões de votos.

 

O canal estatal Press TV informou que o conselho deve recontar os votos em

50 cidades, onde o número de votos superou o número de eleitores inscritos.

Segundo o porta-voz do Conselho dos Guardiães, Abbas Ali Kadkhodai, ainda

não é possível "determinar se esse montante é decisivo para [alterar] os

resultados da eleição."

 

 
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u581869.shtml><http://www1.fo
lha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u581246.shtml>

 

Cerca de 40 milhões de pessoas participaram da eleição no Irã. O resultado

oficial da eleição dá para Ahmadinejad 24,5 milhões de votos.

 

Um dos candidatos da oposição derrotados na disputa afirma que em 170

cidades foram constatadas fraudes. No total, os candidatos da oposição

--Mohsen Rezai, Mehdi Karubi e Mir Hossein Mousavi-- apontam 646

"irregularidades" na disputa.

 Reuters/AP/Reprodução  [image: O presidente reeleito Ahmadinejad (no alto,

à esq.) e os derrotados que o acusam de fraude, Mousavi, Karubi e Rezai

(sentido horário)]  O presidente reeleito Ahmadinejad (no alto, à esq.) e os

derrotados que o acusam de fraude, Mousavi, Karubi e Rezai (sentido horário)

 

Mousavi --líder da oposição e tido, segundo as pesquisas de intenção de voto

anteriores ao pleito, como principal ameaça à reeleição de Ahmadinejad-- e

Karubi pediram na sexta-feira (19) que o Conselho dos Guardiães anulassem a

eleição. Conseguiram, na ocasião, apenas que fosse feita a recontagem

aleatória de 10% dos votos.

 

O presidente reeleito e o seu ministro do Interior, Sadeq Mahsouli,

rejeitaram qualquer possibilidade de fraude, dizendo que as eleições foram

livres e limpas.

 

O reconhecimento das irregularidades traz uma reviravolta na situação

política do país, já que, na sexta-feira, o líder supremo da Revolução, o

aiatolá Ali Khamenei, havia rejeitado a tese da oposição de que se

Ahmadinejad reelegeu através de fraudes. Também fica fortalecida a posição

do líder oposicionista Mousavi.

 

*Fraude*

 

Entre os indícios de fraude, os especialistas apontam o fato de Ahmadinejad

aparecer sempre com o dobro de votos de Mousavi nos resultados parciais da

apuração, quando é comum que haja variação, graças às diferentes tendências

de diferentes regiões do país; e o fato de 39,2 milhões de cédulas terem

sido contadas a mão em apenas 12 horas quando, no passado, em eleições com

uma menor participação de eleitores, o tempo foi ao menos duas vezes maior.

 

Há dúvidas ainda por Ahmadinejad ter recebido a maioria dos votos inclusive

nas Províncias em que a minoria étnica azeri, a mesma de Mousavi, é

majoritária; e pelo clérigo reformista Mehdi Karubi ter conseguido só 0,85%

dos votos quando ele obteve 17% no primeiro turno das eleições presidenciais

de 2005.

 

*Protestos*

 Reuters/Twitter  [image: Policiais iranianos montam guarda em avenida de

Teerã; tensão segue alta no país.]  Policiais iranianos montam guarda em

avenida de Teerã; tensão segue alta no país.

 

A polícia iraniana anunciou nesta segunda-feira que deteve 457 pessoas em

Teerã, no sábado (20), durante a repressão de protestos contra o governo. A

imprensa local informou que ao menos dez pessoas morreram, atacadas pela

milícia basij, ligada à Guarda Revolucionária.

 

Em comunicado tornado público hoje, as Forças de Segurança acusam os detidos

de "provocar insegurança, perturbar a ordem pública e enfrentar a polícia na

rua Enguelab e na praça Azadi".

 

O opositor Mousavi pediu neste domingo a seus seguidores que tenham mais

cautela nas manifestações que perduram em Teerã desde as eleições. Depois

dos violentos protestos do sábado, ele pediu que seus seguidores mantenham

os protestos, mas que "tenham precaução".

 

"Espero que as forças armadas evitem causar danos irreparáveis", disse

Mousavi em comunicado publicado em sua página na internet. "O protesto

contra as mentiras e a fraude é vosso direito. Hoje o país chora pelos

[...]mortos nos protestos. Peço que sigam com calma."

 

O pedido parece ter tido eco neste domingo. Apesar de Teerã estar tomada de

policiais antidistúrbios e milícias islâmicas pró-regime, deixando o clima

tenso, os manifestantes não foram às ruas. Mousavi ainda condenou as

"detenções maciças" durante os oito dias seguidos de manifestações desde as

eleições.

 

Uma das detenções que mais chamaram a atenção hoje foram as de cinco

parentes do ex-presidente do país Ali Akbar Hashemi Rafsanjani. Porém,

quatro foram liberados em seguida, segundo a "Press TV". No entanto,

permanece detida Faezeh Hashemi, uma das filhas do ex-presidente, que

segundo a emissora participou de um ato em favor da oposição.

 

O governo iraniano também partiu para a ofensiva contra a imprensa

estrangeira, que já tem o trabalho cerceado desde o início dos protestos.

Hoje o correspondente permanente da BBC, Jon Leyne, recebeu a ordem de

abandonar o país em 24 horas, e o canadense Maziar Bahari, da revista

americana "Newsweek", foi detido.

 

Com agências internacionais.

 

 

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

 

 

 

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