Prezado Colega Amilcar Brunazo Filho,

 

Não consegui postar o meu comentário, pois, ao que me parece, existe a
necessidade de ser assinante daquele jornal.

 

Pretendia registrar o seguinte comentário:  

 

Se até nos EUA, onde são fabricadas as “urnas eletrônicas” utilizadas no
Brasil, O VOTO DOS ELEITORES É OBRIGATORIAMENTE IMPRESSO, por quê o Brasil
tem que ser a única exceção ?!!

 

Se algum assinante puder postá-lo por mim, ficarei imensamente grato.

 

POR UMA URLA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me

 

Atenciosamente,

 

Leamartine Pinheiro de Souza

21 2558-9814 – [email protected] 

Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310

Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

22231-140

 

 

De: [email protected] [mailto:[email protected]]
Em nome de Amilcar Brunazo Filho
Enviada em: segunda-feira, 27 de julho de 2009 10:00
Para: Fórum do Voto Seguro; Fórum do Voto Eletrônico
Cc: Fórum da Cidadania em Santos; Reforma Política com Participação Popular
Assunto: {VotoEletronico} O Estadão - Minireforma Eleitoral e o Voto
Impresso

 

Olá,

O jornal Estado de São Paulo publicou hoje matéria sobre a minirreforma
eleitoral abordando a questão do voto impresso.

A materia completa está reproduzida abaixo e está sendo divulgada pela
Agencia Estado para jornais de todo o Brasil (aqui em Santos saiu quase
integral no jornal A Tribuna).

O jornalista ficou meio em cima do muro mas nos deu o devido espaço. Pelo
menos não repetiu apenas a opinião oficial dos administradores eleitorais.

Quem quiser postar comentários deve ir na página:
 http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090727/not_imp408820,0.php

De imediato eu não vou colocar nenhum comentário, porque sou um dos
entrevistados e só vou responder se houver alguma crítica direta a meu nome,
mas sugiro que o pessoal daqui do Forum do Voto-E (que também foi citado)
coloquem muitos comentários.



-- 
[ ]s
  Eng. Amilcar Brunazo Filho - Santos, SP
  www.votoseguro.org
  -----------------
  SEI EM QUEM VOTEI,
  ELES TAMBÉM,
  MAS SÓ ELES SABEM QUEM RECEBEU MEU VOTO
 
________________________________
 
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090727/not_imp408820,0.php
                

Segunda-Feira, 27 de Julho de 2009 


Impressão de voto eletrônico em papel divide opiniões


Considerado retrocesso pelo presidente do TSE, projeto aprovado pela Câmara
agrada a pesquisadores

Alexandre Rodrigues, RIO

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) teme que a impressão de todos os votos
das urnas eletrônicas a partir de 2014 provoque filas nas seções eleitorais
do País. A medida foi aprovada na Câmara dos Deputados na minirreforma
eleitoral. Uma rede de pesquisadores que questiona a confiabilidade das
urnas eletrônicas costura argumentos a fim de convencer o Senado a manter a
medida para garantir uma auditoria alternativa dos pleitos além da segurança
do software das urnas.

Para o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, e técnicos do comitê
multidisciplinar do tribunal, trata-se de um retrocesso. Para evitar
fraudes, a Justiça Eleitoral aposta mesmo é na identificação dos eleitores
por impressão digital.

O projeto da minirreforma aprovado pelos deputados que chegou ao Senado (PLC
141/09) atendeu a uma velha causa de pesquisadores participantes do Fórum do
Voto Eletrônico. "Existe um ponto cego entre o voto e o sistema. A auditoria
é feita nos boletins de urnas e o eleitor não sabe se o que ele votou é
realmente o que foi gravado", diz o engenheiro Amílcar Brunazo Filho,
especialista em segurança de dados e moderador do fórum. Contratado pelo
PDT, ele elaborou um parecer que refuta os argumentos contra a impressão.

O voto impresso foi testado nas eleições presidenciais de 2002 em todas as
seções eleitorais de Sergipe, do Distrito Federal e de mais 73 municípios
espalhados pelo País. O resultado, segundo relatório do TSE, foi um
desastre. Falhas mecânicas das impressoras, principalmente com atolamento de
papel, resultaram em filas. A maior parte dos eleitores não sabia que
precisava conferir e confirmar o voto impresso também, demandando ajuda dos
mesários. A demora na votação por eleitor foi de 10 minutos. A conta da
adaptação de urnas ficou em R$ 650 mil. Depois da experiência, o voto
impresso foi substituído pelo registro digital do voto.

Pela proposta do projeto que está no Senado, a urna exibe num visor de
plástico o voto impresso. Após a confirmação do eleitor, ele cai
imediatamente num recipiente. Se cancelar, a cédula é marcada para descarte
e um novo voto é produzido. Após a votação, a Justiça Eleitoral realizará a
contagem manual de 2% das urnas de cada zona para a comparação com os
respectivos boletins. 

Na opinião de Brunazo, o insucesso de 2002 aconteceu porque não houve
orientação dos eleitores. Ele admite que a impressão aumentará o tempo de
votação, mas defende a tese de que, em nome da segurança do voto, é um preço
que os eleitores devem pagar. "O que os juízes não querem é ter uma
auditoria sobre o trabalho deles. Hoje, as auditorias são feitas na tela do
computador, com os fiscais dos partidos e do Ministério Público de braços
cruzados em volta, sem ter como verificar os resultados", critica Brunazo. 

Embora não faltem denúncias, a credibilidade das urnas eletrônicas não foi
afetada até agora por indícios concretos de fraudes. Para o juiz corregedor
regional eleitoral do Rio, Luiz de Mello Serra, checar protocolos digitais e
contar papéis são a mesma coisa, exceto pelo acréscimo de tempo para votação
e a logística para armazenar votos em papel. "Isso não vai trazer nenhuma
segurança e pode ainda prejudicar a apuração. A auditoria já existe e é
eficiente."

De acordo com a Justiça Eleitoral, o mais importante é acabar com as brechas
para que eleitores votem no lugar de outros, tema da maior parte das
suspeições. O TSE pretende ter na eleição de 2010 pelo menos 4 milhões de
eleitores em 100 cidades votando em urnas biométricas, dotadas de leitores
de impressão digital que vão substituir a autorização do mesário para o
voto. A urna só estará liberada se a impressão digital do eleitor conferir
com o cadastrado. O plano é ter o sistema em todo o País até 2018. O TSE
aguarda aprovação no Congresso de R$ 205 milhões para a fabricação de 100
mil urnas.

"Haverá absoluta certeza de que é o próprio eleitor que está votando,
aumentando a confiança da votação", diz Mello Serra, que concluiu na semana
passada o cadastramento biométrico dos 16 mil eleitores de Búzios. Além de
cadastrar todos os dedos das mãos, cada eleitor foi fotografado. As fotos
constarão do caderno dos mesários.

Em todo o País, onde a maior parte das seções ainda não terá impressão
digital, os eleitores serão obrigados a apresentar documento com foto junto
com o título de eleitor para votar na eleição de 2010. Para Brunazo, a
biometria também pode provocar filas e não acaba com a possibilidade de
fraude. 

 



 


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eleitorais informatizados, em especial o brasileiro, e dos
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