Estimados Colegas,

 

Me parece que, no “balanço final” do Dr Adriano Soares da Costa
http://adrianosoaresdacosta.blogspot.com/, ficamos com mais um adepto do
VOTO IMPRESSO no Brasil e, até, pela derrubada da plenipotência do TSE.

 

O que é mais uma vitória, afinal, é de grão em grão que a galinha enche o
papo !!!

 

POR UMA URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me

 

Atenciosamente,

 

Leamartine Pinheiro de Souza

21 2558-9814 – [email protected] 

Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310

Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

22231-140

 

 


Sábado, 15 de Agosto de 2009


Urnas
<http://adrianosoaresdacosta.blogspot.com/2009/08/urnas-eletronicas-balanco-
final.html>  eletrônicas: balanço final 


Os leitores do blog já estavam habituados aos argumentos críticos das
urnas-e brasileiras, até mesmo porque já reproduzi aqui debates havidos na
página Vi o Mundo, do jornalista Luiz Carlos Azenha. A crítica, de resto, é
também ao TSE, ao seu poder havido por excessivo, como órgão que administra,
legisla e julga matérias eleitorais, concentrando atribuições que deveriam
estar separadas.


As críticas são, muitas delas, pertinentes. O que as enfraquece é o tom
conspiratório com que alguns as manejam, numa excessiva carga emotiva
trazida ao debate. Sim, temos construído no Brasil uma democracia, tendo a
Justiça Eleitoral cumprido um importante papel, razão pela qual tem merecido
crédito e respeito, aqui e alhures. E posso falar isso, justamente porque
tenho sido crítico de decisões judiciais do TSE, de correntes
jurisprudenciais criadas por ele artificialmente e da hipertrofia do poder
judiciário.


Muito bem. Penso que resolveríamos o que há de essencial nas críticas
formuladas com a adoção da materialidade do voto, à moda russa. Votar-se-ia
em cédula de papel e se colocaria o voto em um scanner, que faria a
digitalização e cômputo dos votos, servindo também como urna, preservando o
voto originariamente dado para futura recontagem, em caso de necessidade. E,
assim, teríamos meios de controlar posteriormente a veracidade dos dados
apurados e divulgados, evitando fraudes.


Por que o TSE é tão refratário a essa solução? Esperava que o ex-ministro
Fernando Neves,que advoga na causa movida pelo candidato João Lyra no "Caso
Alagoas", pudesse nos responder. E ele nos responde, com a autoridade de
quem promoveu noutros países a divulgação das nossas urnas-e. Ele elogia as
urnas-e, sustentando, em entrevista que pode ser vista neste blog na coluna
de vídeos ao lado, que o mérito delas é justamente permitir que as fraudes
sejam detectadas. Coisa que Brunazzo discorda, consoante já vimos.


Bem, agradeço os que colaboraram com os seus comentários, indicaram páginas
na internet e exerceram democraticamente a crítica. Torço que a causa dos
defensores de mudanças e melhorias em nosso sistema de votação possa
contribuir para a segurança dos resultados e para a nossa democracia.

 


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O texto acima e' de inteira e exclusiva responsabilidade de seu
autor, conforme identificado no campo "remetente", e nao
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O Forum do Voto-E visa debater a confibilidade dos sistemas
eleitorais informatizados, em especial o brasileiro, e dos
sistemas de assinatura digital e infraestrutura de chaves publicas.
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