Estimado Amigo Benjamin Azevedo,

Daí teríamos que pressupor que existe uma malignidade latente nos
protagonistas indicados, coisa que não acredito, em face da continua
perseverança destes longos anos de luta.

Note que não estou tentando premiar os nossos colegas, mas, tão somente,
instrumentar uma arma muito mais poderosa do que até agora tentada.

Uma arma que utilizaria a NECESSIDADE DE MERCADO à COMPETÊNCIA PARA
ATENDÊ-LO.

Uma arma que utilizaria os próprios Partidos Políticos como força motriz e a
competência do grupo como alavanca mordaz e contundente.

E garanto-lhe que iremos precisar, pois, até 2014 os Ministros do TSE e o
Nelson Jobim farão tudo para acabar com a impressão do voto como já
testemunhamos em passado recente.

Mas, se tens uma sugestão melhor, os demais partícipes estarão ávidos para
ouvi-la.

Com um Grande Abraço,

Do Amigo

Leamartine Pinheiro de Souza
21 2558-9814 - [email protected] 
Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310
Flamengo, Rio de Janeiro, RJ
22231-140


-----Mensagem original-----
De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em
nome de Benjamin Azevedo
Enviada em: domingo, 8 de novembro de 2009 16:08
Para: [email protected]
Assunto: Re: [Voto Seguro] ENC: - O FRUTO MADURO

Sigo discordando.
Esta abordagem gera um conflito de interesses inaceitavel pois se o problema
e´ fonte de lucros, por que matar a galinha dos ovos de ouro ?
Ha muito tempo, quando o movimento patinava na falta de recursos, sugeri que
quem viesse a prestar servcos no ambito dos objetivos da lista doasse ao
movimento percentual de 20 ou 30% destas receitas para promover atividades
de interesse do movimento.
O Prof Rezende na UNB procedeu esta maneira, se bem me recordo doando
integralmente honorarios recebidos em conexao com os objetivos do grupo.
Mas que eu saiba ele foi o unico.
Se o beneficio pessoal oriundo das consultorias decorrentes das falhas
torna-se interessante e mesmo preponderante, quem ha de querer elimina-las ?
E como poderemos reafirmar idealismo e honestidade de propositos se tao
claro conflito de interesses se apresenta ?
Benjamin

2009/11/8 Leamartine Pinheiro de Souza <[email protected]>

>
>
> Estimado Colega Benjamin Azevedo,
>
> Inaceitável é deixar todo o acervo de conhecimentos acumulados sem
> explorá-los como UMA NOVA ARMA DE COMBATE, pois, uma empresa montada com
> este fim teria o reconhecimento como Pessoa Jurídica, os Recursos daí
> provenientes e o RESPEITO da grande maioria dos Partidos Políticos e, até,
> do próprio governo, nos três poderes da república.
>
> Por conseguinte, estar atento para novos meios e novas oportunidades é que
> faz do ser humano o que ele é, o único consciente no reino animal !!!
>
> Com um Grande Abraço,
>
> Do Amigo
>
>
> Leamartine Pinheiro de Souza
> 21 2558-9814 - [email protected] <lps%40rionet.com.br>
> Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310
> Flamengo, Rio de Janeiro, RJ
> 22231-140
>
> -----Mensagem original-----
> De: [email protected]
<votoseguro%40yahoogrupos.com.br>[mailto:
> [email protected] <votoseguro%40yahoogrupos.com.br>] Em
> nome de Benjamin Azevedo
> Enviada em: domingo, 8 de novembro de 2009 14:35
> Para: [email protected] <votoseguro%40yahoogrupos.com.br>
> Assunto: Re: [Voto Seguro] ENC: - O FRUTO MADURO
>
>
> Caro Leamartine,
> Nao acho adequado que o movimento se desvie do objetivo de corrigir os
> erros do sistema eleitoral, para passar a ve-los como oportunidade de
> negocios ... isto seria inaceitavel.
> Benjamin Azevedo
>
> 2009/11/8 Leamartine Pinheiro de Souza
<[email protected]<lps%40rionet.com.br>
> >
>
> >
> >
> >
> >
> > Estimados Colegas,
> >
> > O Artigo abaixo mostra o momento em que o fruto maduro se mostra no pé,
> > pronto para a colheita e o para o preparo da maior empresa de assessoria
> no
> > campo da política nacional, faltando, apenas, que à dupla Amilcar
Brunazo
> > Filho e Maria Aparecida Cortiz se una um Doutor em Ciências Contábeis
> para
> > que, no Brasil, tenhamos uma empresa magnânima na Assessoria aos
Partidos
> > Políticos e, quiçá, aos três poderes da República, pois, para isto,
> falta,
> > tão somente, o domínio dos intrincados meandros das Contabilidades
> > Partidárias e Eleitorais, coisa que nem o próprio TSE possui.
> >
> > Por conseguinte, quem se apresenta para indicar um Doutor em Ciências
> > Contábeis para integrar esta formidável equipe ?!!
> >
> > POR UMA URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me
> >
> > Atenciosamente,
> >
> > Leamartine Pinheiro de Souza
> >
> > 21 2558-9814 – [email protected] <lps%40rionet.com.br> <lps%
> 40rionet.com.br>
>
> >
> > Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310
> >
> > Flamengo, Rio de Janeiro, RJ
> >
> > 22231-140
> >
> > De: [email protected] <votoeletronico%40googlegroups.com>
> <votoeletronico%40googlegroups.com>[mailto:
> > [email protected]
<votoeletronico%40googlegroups.com><votoeletronico%
> 40googlegroups.com>]
>
> > Em nome de Amilcar Brunazo Filho
> > Enviada em: domingo, 8 de novembro de 2009 11:12
> > Para: Fórum do Voto Seguro; Fórum do Voto Eletrônico
> > Assunto: {VotoEletronico} A ineficácia do voto no processo eleitoral
> >
> > http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos
> >
<http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos&ver=2.25376<http://www.conteudo
juridico.com.br/?artigos&ver=2..25376>>
> &ver=2.25376
> >
> > A ineficácia do voto no processo eleitoral
> > MARIA APARECIDA CORTIZ: ADVOGADA EM SÃO PAULO. ESPECIALISTA EM AUDITORIA
> > ELEITORAL.
> >
> > A soberania do direito de votar é garantia da Constituição Federal em
seu
> > artigo 14, fornecido como instrumento de participação na vida política e
> > que
> > se insere nos direitos políticos do cidadão. Essa garantia abrange não
> > apenas o direito de votar, mas também o de ser votado.
> >
> > Os direitos constitucionais relativos ao voto do eleitor tomam
relevância
> > devido a sua importância no exercício da democracia. Eles são essenciais
> > para as liberdades individuais como de expressão, à informação e à
> > liberdade
> > de consciência, e para a efetivação dos Direitos Sociais e Econômicos
que
> > são aspirações populares que se expressam através dos instrumentos
> > democráticos de participação.
> >
> > Assim, o direito do cidadão deverá ser exercido livremente, e sua
vontade
> > absoluta deve ser respeitada e obedecida. Mas esse respeito e obediencia
> > deverá persseguir o processo até sua etapa final, pois somente ali o
voto
> > preencherá os requisitos de eficácia, sinceridade e autenticidade, que é
> > ponto fundamental para a idéia de uma democrácia política real.
> >
> > Durante as cinco eleições que participei como representante de partido
> > político, assessorando candidatos e advogando diretamente junto ao
> Tribunal
> > Superior Eleitoral, pude perceber na evolução do processo eleitoral uma
> > tendência constante de desrespeito aos direitos constitucionais dos
> > eleitores.
> >
> > É nenhuma a preocupação do administrador eleitoral com a eficiência do
> voto
> > do eleitor. A garantia Constitucional da liberdade do cidadão para
eleger
> > seus representantes deveria caminhar até a garantia dele saber o destino
> do
> > voto dado, porque somente nesse momento, ele estará exercendo à
plenitude
> o
> > sentido de democracia.
> >
> > A importância do eleitor, no processo eleitoral brasileiro, restringe-se
> a
> > obrigação de comparecer para votar. Daí em diante vale o que o resultado
> > eletrônico apurar. Essa conseqüência vem sendo seguidamente normatizada
> > pelo
> > administrador eleitoral, para quem, tecnicamente, a integridade e o
> sigilo
> > do voto estarão garantidos desde que usada urna eletrônica e o sistema
de
> > informática da Justiça Eleitoral.
> >
> > Se o voto foi ou não computado corretamente não cabe ao eleitor
> questionar.
> > Mesmo porque, hoje, não existe meio eficaz e independente de se realizar
> > uma
> > auditoria do processo eleitoral.
> >
> > No bojo do desinteresse do TSE em dar proteção e em conseqüência
eficácia
> > ao
> > voto do eleitor, também foi inserido um constante descaso aos direitos
> dos
> > partidos políticos, a quem pertence o mandato dos agentes com direito
> > passivo de ser votado, também garantido pela Constituição.
> >
> > A condição de desequilíbrio e exclusão dos partidos junto a
administração
> > eleitoral, pode ser bem evidenciada pelas recentes decisões do TSE
quanto
> a
> > realização de Testes de vulnerabilidade das urnas eletrônicas. Em tese,
> > estes testes deveriam servir para confirmar a eficácia do voto do
> eleitor,
> > na sua etapa de apuração.
> >
> > Mas como forma de garantir o resultado positivo dos testes os Partidos e
> > eleitores foram impedidos pelo administrador eleitoral de ocuparem
> posições
> > deliberativas, sendo criadas para agregá-las comissões compostas
> > exclusivamente por servidores e pessoas de confiança, indicadas pelo
> > administrador eleitoral.
> >
> > O controle absoluto dos testes pelo administrador eleitoral, joga os
> > eleitores e partidos á condição de meros espectadores, ou no máximo para
> > realizar procedimentos previamente autorizados, numa submissão dos
> agentes
> > políticos ao poder do Tribunal, sem nenhuma liberdade de expressão, pois
> > quem decide sobre o que deverá ser divulgado são os membros das
Comissões
> > criadas pela Justiça Eleitoral. .
> >
> > Soterra também a oportunidade de verificação da eficácia do voto na
> > modalidade passiva a incapacidade financeira dos partidos políticos, já
> que
> > o processo eletrônico eleitoral, na forma como foi concebido pelo
> > administrador eleitoral, tornou-se muito caro. Hoje para realizar a
> > fiscalização do processo eleitoral um partido tem que dispor de técnicos
> de
> > informática capacitados, bem como advogados instruídos na área de
> > tecnologia
> > da informação.
> >
> > A contratação e manutenção de tantos profissionais quanto bastem para
> > fiscalizar a grande quantidade de locais espalhadas pela federação,
> > tornou-se inviável ou impossível à maioria dos partidos, o que significa
> > obstaculizar financeiramente o direito de fiscalizar.
> >
> > Essa situação ocorre porque o administrador eleitoral não admite a
> > possibilidade de se conjugar os benefícios da tecnologia o aprimoramento
> e
> > a
> > absorção de todas as técnicas existentes, com a inclusão de métodos
> simples
> > e baratos, que possibilitem o exercício do direito de fiscalizar, de
> forma
> > indistinta pelos interessados.
> >
> > Chama-se aqui a recente inovação da Câmara dos Deputados, incluída no
> > artigo
> > 5º da Minireforma Eleitoral que prevê uma auditoria independente dos
> > resultados, possível de ser realizada por todo e qualquer cidadão
> > independente de seu grau de instrução, posto que serão sorteadas 2% das
> > urnas para recontagem dos votos .
> >
> > Esse método de auditoria significa um barateamento imenso do processo
que
> > visa demonstrar aos agentes políticos ativos e passivos que o voto
> > completou
> > seu ciclo jungido dos requisitos eficácia, sinceridade e autenticidade,
o
> > ideal da pura democracia.
> >
> > Resta pensar qual o modelo de processo eleitor que queremos, e nesse
> > sentido
> > tentar mudar as Instituições.
> >
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> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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