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Socorro!
Algu�m me traduza, r�pido!
ermindo
----- Original Message -----
Sent: Thursday, March 10, 2005 4:38
PM
Subject: Re: [gl-L] O SAPO DE
EINSTEIN
Cara Maria, Freud n�o sei, eu posso tentar, a lingua
madrasta, aquela diferente da qual vc aprendeu a sentir ( complica-se em pais
ou alfabetiza��o bi-lingues ou mais ) isto � a lingua materna, que constitui
os "significantes mestres" , matrizes linguisticas das opera��es cognitivo
- afetivas primordiais, incluindo os gugu -dada principalmente, nos protegem
desta verdade : somos todos personagens de nosso pr�prio enredo,
representa��es de n�s mesmos, as linguas outras desnudam isto mais
facilmente e nos deixam com esta sensa��o de "falsidade", sensa��o
verdadeira.
O que "realmente " queremos � antes de mais nada sermos
reconhecidos como n�s mesmos, como isto se daria se impostamos um idioma para
requisi��o primitiva e prim�ria ? Hot dog em ingl�s para ingl�s
ouvir, n�o � o mesmo rotidogui, nem sugar is shugarr, s� se seu "
falso-self" tiver incorporado/aculturado ( Ripley�s syndrome
) um Eu estranho, neste caso a solu��o chineza que vimos aqui ,
certamente aplicada a traficantes , l� o juizo e a pena s�o sum�rias, nos faz
pensar em manter a cabe�a no lugar ... ou n�o, como diria Gil, nosso
ministro extravagante.
ab�s
marco a
Maria Cristina Milani
escreveu:
O mais engra�ado � que, depois de alguns
meses, eu come�o a sentir que estou representando um personagem. Ser� que
Freud
explica?
---
N�o
leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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N�o leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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