O problema é que "nem é sempre assim", um bom exemplo é Brt/OI no PTT-RS, deixaram de fazer ATM no mesmo e ainda montaram "um ponto de troca" que na minha visão é privativo ( http://pop-rs.rnp.br/index.php/pop-rs/noticias/51-ativada-conexgigabit-entre-brasil-telecom-e-rsix ). Esse trecho é interessante: *"Devido a essa nova característica, outros sistemas autônomos interessados devem contatar a Brasiltelecom para estabelecer seu próprio acordo de troca de trafego usando a estrutura do PTT."*, mas ficamos só na tentativa, pq o requisito é "comprar pra trocar".
Em 20 de agosto de 2010 11:44, Ozelo <[email protected]> escreveu: > Em 20 de agosto de 2010 11:14, Welisson <[email protected]> escreveu: > > Assim caso provedores pequeno, médio ou grande quiser estabelecer acordo > > bilateral,o participante que não faz ATM, teria por obrigação de > estabelecer > > essa comunicação, independente de quem seja. > > Exato, seja ATM ou bilateral, ao menos uma das opções deveria ser > requisito mínimo para a participação de um AS nos PTT's (todos). > Naturalmente, isso implica algum "termo de desligamento" para os > participantes que não o façam. > > Se não fosse o conteúdo já presente no ATM, o interesse pelo PTT seria > mínimo. Quanto mais malhas forem interconectadas, mais estabilidade, > redundância e contingência obtemos com a rede. > > > []s > Ozelo > _______________________________________________ > GT-AS mailing list > [email protected] > http://lists.abranet.org.br/mailman/listinfo/gt-as >
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