Prezado Guilherme,

conforme foi comentado pelo colega Jorge J�lio, acho que voc� deveria evitar
esse tipo de projeto. Me estranhou  o custo de uma �nica adutora custar mais
caro que tres em paralelo. Em geral, a medida que o di�metro das tubula��es
aumenta o custo aumenta, por�m de forma mais que proporcional.
Acho que um projeto mais seguro seria voc� dimensionar 3 adutoras com
barriletes que permitissem voc� empregar qualquer uma delas para alimentar
qualquer um dos pivos com qualquer bomba (se os pivos tiverem capacidades
(QxH) similares). Isso facilitaria manuten��o das adutoras e das bombas sem
comprometer muito o funcionamento dos pivos.
Como o colega Jorge J�lio mencionou voc� poder� ter uma ou mais bombas
anuladas pela que oferecer maior press�o. Tamb�m, algumas das bombas poder�
funcionar fora do seu ponto de melhor efici�ncia, cavitar, aquecer, etc. Se
voc� fosse colocar mecanismos de varia��o de velocidade nas bombas e outros
dispositivos de controle de press�o e vaz�o, talves pudesse viabilizar o seu
desenho, mas tudo isso tem custo.

Camilo de Lelis Teixeira de Andrade
Pesquisador Irriga��o e Modelagem
Embrapa Milho e Sorgo
Rod. MG 424, Km 65, Caixa Postal 151
35701.970 - Sete Lagoas, MG
Tel. 31 3779.1045
Fax. 31 3779.1088



----- Original Message -----
From: "Guilherme Busi de Carvalho" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[email protected]>
Sent: Wednesday, February 02, 2005 12:04 PM
Subject: [irriga-l] Associa��o de Bombas


Prezados senhores,

Fiz um projeto de irriga��o para 3 piv�s centrais e enviei para as
empresas fornecedoras.

Como a adutora do projeto � longa, 4.000 metros no total, fiz com
adutora �nica, por�m dimensionado para funcionamento simult�neo com
bombas independentes, que poder�o funcionar em paralelo, ou n�o,
dependendo da necessidade de opera��o.

Como os equipamentos possuem �reas diferentes as bombas possuem vaz�es
distintas, as empresas me questionaram sobre o funcionamento de
associa��o de bombas diferentes em paralelo. Eu sei que tecnicamente �
correto, por�m algu�m tem alguma experi�ncia neste sentido, j� que a
redu��o no custo de aquisi��o ser� elevado.

Atenciosamente,

Eng� Agro� Guilherme Busi de Carvalho
(19) 8122-4623
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Saiba o que j� foi discutido na IRRIGA-L em:
http://www.agr.feis.unesp.br/irriga-l.htm


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