Guilherme,

Vou comentar abaixo no seu texto.



----- Original Message ----- 
From: "Guilherme Busi de Carvalho" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[email protected]>
Sent: Thursday, February 03, 2005 8:42 AM
Subject: Re: [irriga-l] Re: [irriga-l] Associa��o de Bombas


> Prezados colegas

> Na simula��o que fiz o custo diminui porque os trechos iniciais de PN
> 125 s�o reduzidos e o maior trecho, at� o terceiro piv�, permanece no
> mesmo di�metro e no mesmo PN.

PELO QUE INFORMA TODA A TUBULA��O � DO MESMO DI�METRO E DA CLASSE PN125.
( Isso n�o nos informa o desnivel do terreno em 4000 metros, mas d� uma
id�ia de que a tubula��o suporta 125 mca na sua press�o de servi�o.
As perguntas que se fazem s�o as seguintes:
O terreno � plano e a classe de press�o � necess�ria para 125 mca?
ou o terreno � inclinado desde a bombagem at� os pivots, podendo reduzir as
classes de press�o, na medida em que sobe na topografia, embora trabalhando
dentro de limites seguros?
H� necessidade de pn125? Se h� essa necessidade, qual a press�o de servi�o
desses pivots? 125 mca?
Se forem 125 mca? tem uma no��o do consumo energ�tico por hectare? N�o ser�
baixo nem econ�mico!)




Concordo com os coment�rios dos colegas,
> como a dificuldade de controlar as quest�es referentes � parte
> el�trica do sistema, mas condi��es de bombeamento s�o f�ceis de
> controlar, tipo cavita��o entre outras, por�m, os efeitos podem
> ocorrer para bombas iguais tamb�m, certo?


Entretanto � muito comum
> este tipo de montagem.

O FATO DE SER COMUM ESSE TIPO DE MONTAGEM, N�O QUER DIZER QUE ESTEJA
CORRETA.
(O Brasil tamb�m foi campe�o de muitos erros em montagens de pivots. )

>
> Tamb�m considerei na simula��o, obviamente, press�es iguais de
> opera��o para cada modelo de bomba, com v�lvulas redutoras de press�o
> na entrada dos piv�s, e uma motobomba extra para o piv� 1, que est�
> pr�ximo � capta��o, para seu funcionamento isolado.

COMO VOC� INFORMA, AO CONSIDERAR VALVULAS REDUTORAS, VOC� ADMITIU TRABALHAR
COM UMA SITUA��O DE PRESS�O POR EXCESSO, A QUAL TEM NECESSIDADE DE REDUZIR.
ISSO TEM CUSTOS DE ENERGIA PELA VIDA TODA DO SISTEMA.
( H� solu��es econ�micas que consideram, n�o o "comprar barato", mas o
"operacionalizar barato".
Parece que o projecto descurou alguns procedimentos de economia de materiais
e de consumo de energia.
O mais correto ser� parar desde j� a tentativa de fazer funcionar um sistema
<<t�cnicamente correto>>, em que apenas se olha ao facto t�cnico mec�nico e
recome�ar a quest�o pela viabilidade do empreendimento.
Um Pivot de, seja qual for a sua dimens�o em hectares ,cuja tubula��o � de
PN125  ou est� errado pelo facto de eventualmente n�o necessitar de tal
classe de press�o , ou estar� certo hidaulicamente por funcionar  por
exemplo a 120 mca o que significa uma alt�ssima press�o, um erro, hoje
praticamente incompat�vel com a viabilidade econ�mica, uma vez que , regra
geral, os pivots s�o utilizados em culturas extensivas com grandes
tendencias a margens de lucro baixas por unidade de produto cultivado.)
Portanto n�o deve gastar muita energia em culturas pobres . Ali�s n�o deve
gastar muita energia em nenhuma cultura mesmo que ela seja dirigida a nichos
de mercado com poder de compra elevado.


>
> Ser� que uma bomba anularia o efeito da outra, ou ser� que elas se
> equilibrariam hidraulicamente, j� que operam na mesma faixa de
> press�o?
BOMBAS N�O S�O INTELIGENTES.
TUDO QUANTO DER ERRADO NO SISTEMA, E A TEND�NCIA SER� PARA DIMINUI��O DE
POT�NCIA E CAPACIDADE, VAI SIM, EQUILIBRAR HIDRAULICAMENTE ,PARA SITUA��ES
DEFICIENTES EM PRESS�O, EM VAZ�O E EM HOMOGENEIDADE DE DISTRIBUI��O.

PORTANTO GUILHERME,

RECOMECE TUDO E APRESENTE OS DADOS FUNDAMENTAIS PARA O ESTUDO DO PROJETO.
� UM PROJETO GRANDE E MUITO SUJEITO A GRANDES ERROS ECON�MICOS E T�CNICOS.
CONFIE A ESTE FORUM SEUS DADOS, QUE ME PARECE O MELHOR CAMINHO PARA DEBATER
DE FORMA ABERTA, ESCLARECIDA E SEM INTERESSES OUTROS, UMA QUEST�O ECON�MICA
QUE N�O � APENAS SUA.
MUITOS OUTROS PROJETOS ESTAR�O HOJE SENDO VENDIDOS SEM ESSA ASSIST�NCIA E
ENTRANDO NUM BECO SEM SA�DA.

PODERIA COME�AR POR INDICAR O TAMANHO DE CADA PIVOT, A SUA DIST�NCIA � �GUA,
E SEU DESNIVEL M�XIMO.
INDIQUE TAMB�M  O DI�METRO DA TUBULA��O DO PIVOT E QUANTAS HORAS GOSTARIA
QUE ELE FUNCIONASSE POR DIA.
INDIQUE AINDA A CULTURA OU CULTURAS QUE PRETENDE EXPLORAR.
ESTES DADOS S�O INCOMPLETOS MAS J� D�O ALGUMAS INFORMA��ES PARA ORIENTA��O
GROSSEIRA DO CAMINHO ECON�MICO A SEGUIR..
SE GANHAR ENTUSIASMO, PODEREMOS TRATAR O ASSUNTO COM MAIS DETALHES AT� QUE O
PROJETO ESTEJA REALMENTE DENTRO DE LIMITES ACEIT�VEIS.

APROVEITE OS BONS CONSELHOS DE NOSSOS COLEGAS.

UM ABRA�O PARA TODOS.
JORGE DE SOUSA
[EMAIL PROTECTED]


>
> Atenciosamente,
>
> Guilherme
>
>
> > Prezado Guilherme,
> >
> > conforme foi comentado pelo colega Jorge J�lio, acho que voc�
> deveria evitar
> > esse tipo de projeto. Me estranhou  o custo de uma �nica adutora
> custar mais
> > caro que tres em paralelo. Em geral, a medida que o di�metro das
> tubula��es
> > aumenta o custo aumenta, por�m de forma mais que proporcional.
> > Acho que um projeto mais seguro seria voc� dimensionar 3 adutoras
> com
> > barriletes que permitissem voc� empregar qualquer uma delas para
> alimentar
> > qualquer um dos pivos com qualquer bomba (se os pivos tiverem
> capacidades
> > (QxH) similares). Isso facilitaria manuten��o das adutoras e das
> bombas sem
> > comprometer muito o funcionamento dos pivos.
> > Como o colega Jorge J�lio mencionou voc� poder� ter uma ou mais
> bombas
> > anuladas pela que oferecer maior press�o. Tamb�m, algumas das bombas
> poder�
> > funcionar fora do seu ponto de melhor efici�ncia, cavitar, aquecer,
> etc. Se
> > voc� fosse colocar mecanismos de varia��o de velocidade nas bombas e
> outros
> > dispositivos de controle de press�o e vaz�o, talves pudesse
> viabilizar o seu
> > desenho, mas tudo isso tem custo.
> >
> > Camilo de Lelis Teixeira de Andrade
> > Pesquisador Irriga��o e Modelagem
> > Embrapa Milho e Sorgo
> > Rod. MG 424, Km 65, Caixa Postal 151
> > 35701.970 - Sete Lagoas, MG
> > Tel. 31 3779.1045
> > Fax. 31 3779.1088
> >
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "Guilherme Busi de Carvalho" <[EMAIL PROTECTED]>
> > To: <[email protected]>
> > Sent: Wednesday, February 02, 2005 12:04 PM
> > Subject: [irriga-l] Associa��o de Bombas
> >
> >
> > Prezados senhores,
> >
> > Fiz um projeto de irriga��o para 3 piv�s centrais e enviei para as
> > empresas fornecedoras.
> >
> > Como a adutora do projeto � longa, 4.000 metros no total, fiz com
> > adutora �nica, por�m dimensionado para funcionamento simult�neo com
> > bombas independentes, que poder�o funcionar em paralelo, ou n�o,
> > dependendo da necessidade de opera��o.
> >
> > Como os equipamentos possuem �reas diferentes as bombas possuem
> vaz�es
> > distintas, as empresas me questionaram sobre o funcionamento de
> > associa��o de bombas diferentes em paralelo. Eu sei que tecnicamente
> �
> > correto, por�m algu�m tem alguma experi�ncia neste sentido, j� que a
> > redu��o no custo de aquisi��o ser� elevado.
> >
> > Atenciosamente,
> >
> > Eng� Agro� Guilherme Busi de Carvalho
> > (19) 8122-4623
> >
> ======================================================================
> ======
> > ==========
> > Saiba o que j� foi discutido na IRRIGA-L em:
> > http://www.agr.feis.unesp.br/irriga-l.htm
> >
> >
> > Para sair da lista IRRIGA-L, envie um e-mail para:
> > [EMAIL PROTECTED]
> > e no corpo da mensagem digite:
> >
> > unsubscribe irriga-l (seu endereco eletronico)
> >
> > Nao envie mensagens com este conteudo diretamente para a lista.
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