Prezado colega Jorge Julio, minhas d�vidas est�o relacionadas ao
bombeamento, o Sr est� considerando fatores b�sicos de projeto, de
qualquer forma segue os dados do projeto.

Os dados s�o os seguintes:
Piv� 1 (6 5/8")
�rea: 37,0 ha
Adutora (base at� NA): 390 metros
NA at� base: 22,0 m
Base at� ponto mais alto: 10 m
L�mina em 21 h: 8,0 mm
Press�o m�nima na base: 41 mca

Piv� 2 (6 5/8")
�rea: 50,0 ha
Adutora (base at� NA): 1140 metros
NA at� base: 18 m
Base at� ponto mais alto: 5m
L�mina em 21 h: 7,8 mm
Press�o m�nima na base: 33 mca

Piv� 3 (8 - 8 5/8" e 3 - 6 5/8")
�rea: 120 ha
Adutora (base at� NA): 3.450m
NA at� base: 64 m
Base at� ponto mais alto: 3 m
L�mina em 21 h: 7 mm
Press�o m�nima na base: 42 mca


Atenciosamente,

Guilherme





Guilherme,

> Vou comentar abaixo no seu texto.
> 
> 
> 
> ----- Original Message ----- 
> From: "Guilherme Busi de Carvalho" <[EMAIL PROTECTED]>
> To: <[email protected]>
> Sent: Thursday, February 03, 2005 8:42 AM
> Subject: Re: [irriga-l] Re: [irriga-l] Associa��o de Bombas
> 
> 
> > Prezados colegas
> 
> > Na simula��o que fiz o custo diminui porque os trechos iniciais de
PN
> > 125 s�o reduzidos e o maior trecho, at� o terceiro piv�, permanece
no
> > mesmo di�metro e no mesmo PN.
> 
> PELO QUE INFORMA TODA A TUBULA��O � DO MESMO DI�METRO E DA CLASSE
PN125.
> ( Isso n�o nos informa o desnivel do terreno em 4000 metros, mas d�
uma
> id�ia de que a tubula��o suporta 125 mca na sua press�o de servi�o.
> As perguntas que se fazem s�o as seguintes:
> O terreno � plano e a classe de press�o � necess�ria para 125 mca?
> ou o terreno � inclinado desde a bombagem at� os pivots, podendo
reduzir as
> classes de press�o, na medida em que sobe na topografia, embora
trabalhando
> dentro de limites seguros?
> H� necessidade de pn125? Se h� essa necessidade, qual a press�o de
servi�o
> desses pivots? 125 mca?
> Se forem 125 mca? tem uma no��o do consumo energ�tico por hectare?
N�o ser�
> baixo nem econ�mico!)
> 
> 
> 
> 
> Concordo com os coment�rios dos colegas,
> > como a dificuldade de controlar as quest�es referentes � parte
> > el�trica do sistema, mas condi��es de bombeamento s�o f�ceis de
> > controlar, tipo cavita��o entre outras, por�m, os efeitos podem
> > ocorrer para bombas iguais tamb�m, certo?
> 
> 
> Entretanto � muito comum
> > este tipo de montagem.
> 
> O FATO DE SER COMUM ESSE TIPO DE MONTAGEM, N�O QUER DIZER QUE ESTEJA
> CORRETA.
> (O Brasil tamb�m foi campe�o de muitos erros em montagens de pivots.
)
> 
> >
> > Tamb�m considerei na simula��o, obviamente, press�es iguais de
> > opera��o para cada modelo de bomba, com v�lvulas redutoras de
press�o
> > na entrada dos piv�s, e uma motobomba extra para o piv� 1, que
est�
> > pr�ximo � capta��o, para seu funcionamento isolado.
> 
> COMO VOC� INFORMA, AO CONSIDERAR VALVULAS REDUTORAS, VOC� ADMITIU
TRABALHAR
> COM UMA SITUA��O DE PRESS�O POR EXCESSO, A QUAL TEM NECESSIDADE DE
REDUZIR.
> ISSO TEM CUSTOS DE ENERGIA PELA VIDA TODA DO SISTEMA.
> ( H� solu��es econ�micas que consideram, n�o o "comprar barato", mas
o
> "operacionalizar barato".
> Parece que o projecto descurou alguns procedimentos de economia de
materiais
> e de consumo de energia.
> O mais correto ser� parar desde j� a tentativa de fazer funcionar um
sistema
> <<t�cnicamente correto>>, em que apenas se olha ao facto t�cnico
mec�nico e
> recome�ar a quest�o pela viabilidade do empreendimento.
> Um Pivot de, seja qual for a sua dimens�o em hectares ,cuja
tubula��o � de
> PN125  ou est� errado pelo facto de eventualmente n�o necessitar de
tal
> classe de press�o , ou estar� certo hidaulicamente por funcionar 
por
> exemplo a 120 mca o que significa uma alt�ssima press�o, um erro,
hoje
> praticamente incompat�vel com a viabilidade econ�mica, uma vez que ,
regra
> geral, os pivots s�o utilizados em culturas extensivas com grandes
> tendencias a margens de lucro baixas por unidade de produto
cultivado.)
> Portanto n�o deve gastar muita energia em culturas pobres . Ali�s
n�o deve
> gastar muita energia em nenhuma cultura mesmo que ela seja dirigida
a nichos
> de mercado com poder de compra elevado.
> 
> 
> >
> > Ser� que uma bomba anularia o efeito da outra, ou ser� que elas se
> > equilibrariam hidraulicamente, j� que operam na mesma faixa de
> > press�o?
> BOMBAS N�O S�O INTELIGENTES.
> TUDO QUANTO DER ERRADO NO SISTEMA, E A TEND�NCIA SER� PARA
DIMINUI��O DE
> POT�NCIA E CAPACIDADE, VAI SIM, EQUILIBRAR HIDRAULICAMENTE ,PARA
SITUA��ES
> DEFICIENTES EM PRESS�O, EM VAZ�O E EM HOMOGENEIDADE DE DISTRIBUI��O.
> 
> PORTANTO GUILHERME,
> 
> RECOMECE TUDO E APRESENTE OS DADOS FUNDAMENTAIS PARA O ESTUDO DO
PROJETO.
> � UM PROJETO GRANDE E MUITO SUJEITO A GRANDES ERROS ECON�MICOS E
T�CNICOS.
> CONFIE A ESTE FORUM SEUS DADOS, QUE ME PARECE O MELHOR CAMINHO PARA
DEBATER
> DE FORMA ABERTA, ESCLARECIDA E SEM INTERESSES OUTROS, UMA QUEST�O
ECON�MICA
> QUE N�O � APENAS SUA.
> MUITOS OUTROS PROJETOS ESTAR�O HOJE SENDO VENDIDOS SEM ESSA
ASSIST�NCIA E
> ENTRANDO NUM BECO SEM SA�DA.
> 
> PODERIA COME�AR POR INDICAR O TAMANHO DE CADA PIVOT, A SUA DIST�NCIA
� �GUA,
> E SEU DESNIVEL M�XIMO.
> INDIQUE TAMB�M  O DI�METRO DA TUBULA��O DO PIVOT E QUANTAS HORAS
GOSTARIA
> QUE ELE FUNCIONASSE POR DIA.
> INDIQUE AINDA A CULTURA OU CULTURAS QUE PRETENDE EXPLORAR.
> ESTES DADOS S�O INCOMPLETOS MAS J� D�O ALGUMAS INFORMA��ES PARA
ORIENTA��O
> GROSSEIRA DO CAMINHO ECON�MICO A SEGUIR..
> SE GANHAR ENTUSIASMO, PODEREMOS TRATAR O ASSUNTO COM MAIS DETALHES
AT� QUE O
> PROJETO ESTEJA REALMENTE DENTRO DE LIMITES ACEIT�VEIS.
> 
> APROVEITE OS BONS CONSELHOS DE NOSSOS COLEGAS.
> 
> UM ABRA�O PARA TODOS.
> JORGE DE SOUSA
> [EMAIL PROTECTED]
> 
> 
> >
> > Atenciosamente,
> >
> > Guilherme
> >
> >
> > > Prezado Guilherme,
> > >
> > > conforme foi comentado pelo colega Jorge J�lio, acho que voc�
> > deveria evitar
> > > esse tipo de projeto. Me estranhou  o custo de uma �nica adutora
> > custar mais
> > > caro que tres em paralelo. Em geral, a medida que o di�metro das
> > tubula��es
> > > aumenta o custo aumenta, por�m de forma mais que proporcional.
> > > Acho que um projeto mais seguro seria voc� dimensionar 3
adutoras
> > com
> > > barriletes que permitissem voc� empregar qualquer uma delas para
> > alimentar
> > > qualquer um dos pivos com qualquer bomba (se os pivos tiverem
> > capacidades
> > > (QxH) similares). Isso facilitaria manuten��o das adutoras e das
> > bombas sem
> > > comprometer muito o funcionamento dos pivos.
> > > Como o colega Jorge J�lio mencionou voc� poder� ter uma ou mais
> > bombas
> > > anuladas pela que oferecer maior press�o. Tamb�m, algumas das
bombas
> > poder�
> > > funcionar fora do seu ponto de melhor efici�ncia, cavitar,
aquecer,
> > etc. Se
> > > voc� fosse colocar mecanismos de varia��o de velocidade nas
bombas e
> > outros
> > > dispositivos de controle de press�o e vaz�o, talves pudesse
> > viabilizar o seu
> > > desenho, mas tudo isso tem custo.
> > >
> > > Camilo de Lelis Teixeira de Andrade
> > > Pesquisador Irriga��o e Modelagem
> > > Embrapa Milho e Sorgo
> > > Rod. MG 424, Km 65, Caixa Postal 151
> > > 35701.970 - Sete Lagoas, MG
> > > Tel. 31 3779.1045
> > > Fax. 31 3779.1088
> > >
> > >
> > >
> > > ----- Original Message -----
> > > From: "Guilherme Busi de Carvalho" <[EMAIL PROTECTED]>
> > > To: <[email protected]>
> > > Sent: Wednesday, February 02, 2005 12:04 PM
> > > Subject: [irriga-l] Associa��o de Bombas
> > >
> > >
> > > Prezados senhores,
> > >
> > > Fiz um projeto de irriga��o para 3 piv�s centrais e enviei para
as
> > > empresas fornecedoras.
> > >
> > > Como a adutora do projeto � longa, 4.000 metros no total, fiz
com
> > > adutora �nica, por�m dimensionado para funcionamento simult�neo
com
> > > bombas independentes, que poder�o funcionar em paralelo, ou n�o,
> > > dependendo da necessidade de opera��o.
> > >
> > > Como os equipamentos possuem �reas diferentes as bombas possuem
> > vaz�es
> > > distintas, as empresas me questionaram sobre o funcionamento de
> > > associa��o de bombas diferentes em paralelo. Eu sei que
tecnicamente
> > �
> > > correto, por�m algu�m tem alguma experi�ncia neste sentido, j�
que a
> > > redu��o no custo de aquisi��o ser� elevado.
> > >
> > > Atenciosamente,
> > >
> > > Eng� Agro� Guilherme Busi de Carvalho
> > > (19) 8122-4623
> > >
> >
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> > > ==========
> > > Saiba o que j� foi discutido na IRRIGA-L em:
> > > http://www.agr.feis.unesp.br/irriga-l.htm
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> > >
> > > Para sair da lista IRRIGA-L, envie um e-mail para:
> > > [EMAIL PROTECTED]
> > > e no corpo da mensagem digite:
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> > > unsubscribe irriga-l (seu endereco eletronico)
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> > > Nao envie mensagens com este conteudo diretamente para a lista.
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