Prezados (as)
São boas notícias para nós, mas veja que p perfil profissional mudou.
destaco abaixo o trecho que mostra o mercado buscando outro perfil profissional.
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"O número de gerentes e analistas deve diminuir nas corporações já que as
atividades técnicas serão feitas pelos parceiros", diz Birman. "Como
conseqüência, as competências do CIO envolverão, além da visão de negócios, a
capacidade de gerenciar projetos e administrar os parceiros que cuidam de seus
serviços".
Mercado de Trabalho
Mesmo com o desaquecimento do setor, eles continuam disputados e com os
mesmos salários de antes
Profissionais de TI dão a volta por cima
Por Andrea Giardino De São Paulo - Jornal Valor Econômico
Mesmo diante do desaquecimento do setor nos últimos quatro anos, os
profissionais da área de Tecnologia da Informação continuam sendo bastante
valorizados no mercado de trabalho brasileiro. Prova disso é que os salários
pagos aos CIOs (Chief Information Officers) estão alinhados com os dos
executivos de outras áreas, com cargos semelhantes. Permaneceram altos. Um
diretor de TI ganha, em média, R$ 26.084 por mês, o mesmo que um diretor
financeiro, segundo dados da Mercer Consulting. Estudo realizado com 232
empresas no país aponta, inclusive, para um aumento de 14,06% na remuneração
base dos CIOs.
"Em alguns casos, as práticas salariais chegam a ser bem mais agressivas
se comparadas às de carreiras ligadas a finanças, recursos humanos e
logística", afirma Ivan Farber, consultor da Mercer. Diferenças que são bem
nítidas em níveis hierárquicos mais baixos. Um analista financeiro, por
exemplo, recebe 83% do salário de um profissional de infra-estrutura em TI
(rede ou suporte técnico).
Entretanto, a disputa por profissionais altamente especializados que se
deu no fim da década de 90 - quando as companhias investiram pesado na
atualização de seus sistemas de gestão (os famosos ERPs) por conta do bug do
milênio - não existe mais. "Vivemos um momento de maior maturidade e de ajustes
ao papel de TI", analisa. Se por um lado, eles conquistaram um espaço
importante nas organizações, atualmente precisam se adaptar às mudanças do
cenário econômico, que com a crise acabou obrigando as companhias a enxugarem
suas estruturas.
Ao contrário do que aconteceu durante o "boom" da internet, em que os
profissionais viram seus salários inflacionar e depois cair drasticamente, em
TI não houve uma queda salarial. "Tivemos, sim, uma redução dos quadros", diz
Patrícia. "E muitos profissionais que trocaram de emprego aceitaram ganhar até
20% a menos". Perdas que puderam ser compensadas, de acordo com a executiva,
com o pagamento de bônus. Hoje, o alto escalão de TI conta com políticas
salariais que contemplam não apenas salário fixo, mas também uma parte
considerável - entre 30% e 40% - de remuneração variável em sua composição.
Essas mudanças refletem-se ainda no novo perfil do executivo de TI, que
ao ganhar por seu desempenho e pela capacidade de gerar lucros, tornou-se mais
estratégico para as empresas, transitando por todas as áreas de negócios. E a
boa notícia é que os CIOs já se reportam ao presidente. "Hoje, a maioria não
precisa se reportar mais à diretoria financeira ou administrativa como no
passado", conta Rui Shiozawa, atual diretor de relacionamento e satisfação do
cliente da Telefônica Empresas.
Ex-CIO da Diageo, GVT, Banco Popular e grupo VR, ele viu o profissional
de TI ganhar poder nas corporações. Parte desse avanço se deu por conta da
necessidade das empresas em ter a tecnologia mais presente no seu dia-a-dia.
"Isso fez com que o CIO deixasse de ser coadjuvante para ser o ator principal",
diz. "Ele foi responsável por essa mudança de paradigmas".
Depois das turbulências do mercado, Shiozawa aposta em um cenário mais
maduro e consolidado. "As empresas ficaram mais seletivas em seus
investimentos, o que não implica em cortes nos orçamentos", diz. "Muito pelo
contrário, elas sabem que precisam da tecnologia para serem competitivas. E o
executivo de TI tem um papel chave nesse processo".
Para Silvia Bassi, diretora geral da IDG Brasil, grupo que edita
publicações na área, o CIO é o profissional de negócios que entende como
ninguém de tecnologia. Na sua visão, as empresas hoje precisam ser extremamente
competitivas e enxergam a tecnologia como elemento de redução de custos. "Então
o CIO acaba sendo valorizado", ressalta. Ao contrário do que aconteceu com quem
esteve nas pontocoms. Silvia explica que os executivos de internet viram sim
seus salários altíssimos despencarem. "Em tecnologia o que acontece é o
inverso. O diretor de TI foi conquistando valor na cadeia".
No entanto, as grandes oportunidades para o profissional de TI não estão
na indústria ou nos diversos setores da economia, e sim nas próprias empresas
fornecedoras de tecnologia, como IBM, Microsoft e HP, ou em prestadoras de
serviços. A Accenture, por exemplo, tem 750 vagas em aberto para recém-formados
e profissionais com até quatro anos de experiência. "Devemos chegar no fim do
ano com um quadro de cinco mil pessoas", revela Petrônio Nogueira,
sócio-diretor da consultoria.
Número que na sua visão reflete a grande demanda por projetos de ERP
(programa de gestão), CRM (sistema de relacionamento com o cliente ),
plataformas de desenvolvimento .Net e Java. O executivo explica ainda que o
cenário deve esquentar ainda mais com a convergência de tecnologias - voz,
dados e vídeo. E entre os mercados que despontam como promissores estão os de
São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. "Também temos um crescimento de vagas com
o mercado off shore, pois desenvolvemos projetos globais de software na nossa
fábrica São Paulo".
Outro termômetro do reaquecimento da área de TI é a oferta de posições no
mercado no último ano. De acordo com Matilde Berna, gerente de transição de
carreira da consultoria RightSaadFellipelli, especializada em recolocação
profissional, o setor volta a viver um momento bastante favorável. "Foi o
segmento que mais contratou executivos em 2005", afirma. "Mas o volume de
posições se concentrou em gerentes de nível médio e não em CIOs". Só em outubro
a consultoria teve acesso a 50 vagas para TI de um total de 550. As demais
foram divididas em outras áreas.
"A área de TI na indústria caminha para manter equipes enxutas que
cuidarão da estratégia, enquanto a parte operacional ficará nas mãos de
companhias especializadas", afirma Fernando Birman, CIO da Rhodia. O aumento
dos acordos de terceirização, segundo o executivo, vem gerando a criação de
vagas nessas empresas, que contratam não apenas de olho no mercado interno, mas
no externo também.
"O número de gerentes e analistas deve diminuir nas corporações já que as
atividades técnicas serão feitas pelos parceiros", diz Birman. "Como
conseqüência, as competências do CIO envolverão, além da visão de negócios, a
capacidade de gerenciar projetos e administrar os parceiros que cuidam de seus
serviços".
Ricardo Mansur
Gestor Tecnologia
Carreira desenvolvida na gestão das áreas de TI / Telecom.
MBA em TI / Telecom e Negócios da Era Digital, mestrado em Finanças e
Administração e Engenheiro Eletrônico.
Ingles, Francês e Espanhol.
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