2009/7/21 Stephen Eilert <[email protected]>:
> 2009/7/20 Guaracy Monteiro <[email protected]>:
> Você está pregando pro padre. Eu já criei foi um sistema de módulos
> pro meu .emacs(com safe load), porque ele estava grande demais.

Eu já desisti dessa idéia de customização extremada que está no cerne
do Emacs faz tempo.  Migrei pro vim e nunca mais olhei mais pro meu
cabeludo .emacs.  O próprio vimrc setei apenas algumas opções mínimas.
 É simplesmente mais fácil aprender como a ferramenta trabalha do que
ficar criando programas/scripts ad-hoc para fazê-la trabalhar do nosso
jeito.

>>> Mas essa é ainda a primeira pergunta que eu escuto quando falo de
>>> Ruby. "Qual é a IDE?" Na minha experiência, as pessoas que perguntam
>>> isso são medíocres. As demais já foram pesquisar e sabem a resposta.
>>>
>> Acho que se eles perguntam, o ideal seria responder. Não
>> acredito que sejam mediocres apenas por isso. Há tempo que
>> muitas linguagens já vêm com IDE para facilitar o desenvolvimento.
>> Nem sei de quando era o TurboPascal e outros da Borland,
>> QuickC/Basic da MS. De lá para cá, as coisas só mudaram
>> visualmente.  VisualBasic, Delphi e outros.
>
> É, eu tento esconder meu desdém e respondo. O fato é que eles são
> "pilotos de IDE", não desenvolvedores. Tire a IDE Java deles e veja se
> eles ao menos conseguem compilar a aplicação depois disso...

É verdade.  Infelizmente é a realidade de ambientes padronizados de
trabalho e, acredite, pode dar tanto trabalho de mexer no console de
Boeing que é a interface dessas IDEs quanto ajustar parâmetros de
linha-de-comando do GCC.

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