2009/7/22 Andrei Formiga <[email protected]>:
>
> Já que estamos no território dessa clássica flamewar, decidi participar 
> também.
>
> 2009/7/22 namekuseijin <[email protected]>:
>>
>> vim é muito, muito mais poderoso do que seu uso típico e raso por
>> administradores de sistema faz parecer.  Recomendo para qualquer um
>> que se amarre em ferramentas feitas de geeks para geeks. :)
>>
>
> Mas o emacs é tão poderoso quanto, ou mais, e a interface dual do vi
> me irrita profundamente.

O help dele me irrita mais ainda. No emacs eu posso dar um
describe-function, describe-variable, describe-bindings, describe-key,
describe-mode, describe-mãe-joana, emacs-index-search,
elisp-index-search, apropos... E para descobrir as opções, tem toda a
família do customize.

>
> Uso emacs para quase tudo, mas por mais que se possa fazer tudo o que
> se queira com ele, às vezes é mais prático ter uma ferramenta já
> pronta para trabalhar com uma determinada linguagem. Trabalhar com
> Java usando Eclipse por um tempo foi uma revelação; os refactorings,
> completion, detecção real-time de warnings e erros e mais outras
> features fazem com que escrever código Java no Eclipse seja muito
> melhor do que no Emacs

Experimentou o JDE?

>. Claro que eu configurei o eclipse para usar os
> bindings do emacs. Por mais que alguém diga "mas o emacs pode fazer
> isso tudo", sim, pode, mas em teoria; na prática, não faz (pelo menos
> agora), e eu não quero perder meses de trabalho recriando isso quando
> já existe no eclipse.

Vamos ver. Eu provavelmente vou precisar editar código Java em breve.

>
> Nenhum outro plugin do eclipse para outra linguagem chega perto disso,
> então eu uso emacs. Felizmente eu preciso escrever muito pouco código
> Java hoje em dia, mas não compartilho da opinião que o Emacs é melhor
> para tudo.

Só não é melhor por um motivo: o sistema de pacotes é inexistente.
Temos ELPA, mas é pouco usado. Se fosse só questão de dar um
(require-package 'jde 'yasnippet 'blahblah :version 1.0) seria muito
mais fácil de criar um ambiente igual e distribuir.

>
> Quanto à extensibilidade, eu já trabalhei brevemente com plugins para
> o eclipse também. É verdade que no emacs existe uma tendência de se
> fazer as coisas de maneira ad-hoc às vezes, mas pelo menos não existe
> muita cerimônia e qualquer um pode customizar seu ambiente com
> relativa facilidade. Fazer qualquer plugin no eclipse, por mais
> simples que seja, exige passar por uma burocracia absurda, dá logo
> preguiça.

Exatamente. A barreira de entrada é descomunal.

--Stephen

programmer, n:
        A red eyed, mumbling mammal capable of conversing with
inanimate monsters.

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