Nada a acrescentar, caro bretão... Passei há três semanas por aquele restaurante em Florença no Borgo de' SS Apostoli, onde você me ofereceu aquela bistecca alla fiorentina espetacular, que ainda não retribuí. Assisti de novo à missa na igrejinha de' SS Apostoli, e fotografei de novo os monumentos lá dentro. E, antes de chegar à Via Tornabuoni tem uma quitanda onde comprei uma crema ai tartuffi neri espetacular...
Tenho pena de vosmicê, porque comida inglesa - aaaarghhh!!! 2008/9/30 Décio Krause <[EMAIL PROTECTED]> > Caro Doria > Rendo-me aos seus argumentos e talvez o Lula não seja mesmo tão estúpido, > somente primário, mas eu não gosto dele e nem do PT em geral. Veja por > exemplo o que você disse do Mercadante: são falsos. De dia João, de noite > Odete, de microsaia em Brasília, talvez. Cuidado, meu amigo. Vai ver que o > porteiro estava rindo porque sabia que era o Mercadante em traje de gala. > Com exceção do Tarso, de quem desconfio, os outros ministros parece que são > de fato decentes, como o Haddad. E, afinal, o Lula está surpreendendo em > algumas coisas, mas se olharmos para o irmão dele, para o compadre, para o > filho, para a filha e genro, etc., vê-se que ele tem metido a mão no jarro > em prol da prole. Mas quanto ao FHC, para nós foi de fato o pior de todos. > Quem não lembra do Paulo Renato? > Partilho a saudade pela Glaci. > Abraços bretões, > Décio > (estou em Oxford) > > 2008/9/30 Francisco Antonio Doria <[EMAIL PROTECTED]> > > Deixa eu dar uma opinião contrária, até porque estive de 2003 a 2006 no >> CDES, convivi com vários ministros e senior officers desse governo, e tive >> muita discussão interna sobre as políticas deles. >> >> O Palocci foi um desastre na fazenda. Não sabia o que fazer, e só >> acumulava superávits primários, restringindo o dinheiro em tudo quanto é >> canto. Tive, durante seu consulado, uma conversa longa com o Aluisio >> Mercadante, que representa o grupo do Mantega, e o Aluisio me disse: fecho >> com o governo em público, mas internamente brigo furiosamente para mudar as >> políticas na economia. >> >> O Palocci caiu devido a um incidente menor - queria esconder que transava >> com putas caras, como acontece com todo mundo em Brasília (caras e baratas: >> uma vez desembarquei na porta de meu hotel, SHS, às onze da noite, e fui >> atacado por um pelotão de adolescentes de microssaias e sandálias de salto >> agulha, querendo que eu pegasse uma delas e levasse para cima - enquano o >> porteiro do hotel me olhava, condescendente e achando graça). Mas foi dado, >> na queda do Palocci, um minigolpe: a política mudou para uma política mais >> gênero keynesiano, mais ao estilo new deal. >> >> Conversei muito sobre isso com o Assis, José Carlos de Assis, hoje no >> BNDES. O Lula deveria implementar uma política gênero Roosevelt. >> Bolsa-família, aumentos de servidores, crédito fácil para a classe média são >> parte dessa política. E está funcionando. >> >> O governo, hoje, tem menos a influência dos sindicalistas - como aqueles >> todos de nomes esquisitos que deram nos escândalos do primeiro governo - que >> dos quadros e dos técnicos. Tarso Genro é um ideólogo (tenho um retrato dele >> abraçado comigo, com Glaci Zancan - saudades... - e com Eros Grau) mas é uma >> pessoa correta, e ouve críticas. Miguel Jorge, um jornalista que fez >> carreira como administrador de empresas bem sucedido. Fernando Haddad, um >> quadro administrativo discreto e competente. O Temporão, ótimo sanitarista, >> com mão de ferro como administrador. >> >> Não é um governo de apedeutas, com certeza. E é muito mais eficiente que o >> governo de FHC, com todas as láureas que esse tenha - um governo que >> estagnou o país. E, que pelo que sei, odiava os professores universitários. >> >> 2008/9/30 Décio Krause <[EMAIL PROTECTED]> >> >>> Legal esse final (mas duvido) de discussão. Viadagens e milindres à parte >>> (êpa, êpa, ôba, ôba, como dizia o Ivan Lessa nos bons tempos do Pasquim, lá >>> por 1969), pelo menos em uma coisa todos concordamos, apesar de óbvia >>> (viram como essas discussões são produtivas?): que o Lula é um apedeuta >>> (será que a língua pátria me permitiria dizer "aPTeuta"?) cercado de ladrões >>> por todos os lados. Mas não se enganem, ele não é uma ilha, mas o atrator, o >>> buraco negro. Aprendemos algo, afinal, mesmo com o português errado! >>> D. >>> >>> >>>> >>>> >>>> 2008/9/30 <[EMAIL PROTECTED]> >>>> >>>> Meus caros, >>>>> >>>>> como o nivel não está nas alturas, e estamos falando de poesia então >>>>> gostaria de lembrar uns versos de um "poeto" pernambucano (e esse não >>>>> é analfabeto), Manuel Bandeira: >>>>> "Vinha da boca do povo na língua errada do povo. Língua certa do povo. >>>>> Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil" >>>>> >>>>> Renato. >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> Quoting Silvio <[EMAIL PROTECTED]>: >>>>> >>>>> > >>>>> > Marcelo: >>>>> > >>>>> > Vs.representa ponderável segmnto da população que >>>>> > aceita incorporar ao vernáculo as variações linguínsticas oridundas >>>>> > dos diversos "modos" ou vícios de linguagem que apopulação, om o >>>>> > implacável tempo, adota. >>>>> > Existem fundamentos básicos como nos ensinam os dicionários ,as >>>>> > gramáticas, a ABL. e os autores eruditos. >>>>> > >>>>> > Vs.não deve lamentar nada: você reflete grande parte da >>>>> > sociedade,hoje liderada por um analfabeto funcional e cercado de uma >>>>> > corja de inclusive criminosos confessos confessos como é o caso do >>>>> > (Jair) Mink. >>>>> > >>>>> > São os novos tempos. eis uma das razões pelas quais jamais recebemos >>>>> > um Nobel de literatura: Esqueceram do G. Rosa..... >>>>> > >>>>> > Espero que essa nova "escola" grave os falares do apedeuta e o >>>>> > incorpore ao VOLP. >>>>> > >>>>> > um bom dia e realmente encerremos o tema, fora do escopo do grupo. >>>>> > >>>>> > silvio >>>>> > ----- Original Message ----- >>>>> > From: Marcelo Finger >>>>> > To: Silvio >>>>> > Cc: Walter Carnielli ; [email protected] >>>>> > Sent: Tuesday, September 30, 2008 9:43 AM >>>>> > Subject: Re: [Logica-l] Poeta, poeto e poetisa >>>>> > >>>>> > >>>>> > >>>>> > >>>>> > A língua, para quem a cultua, deve seguir o que orienta os >>>>> gramátisos e >>>>> > sobre a forma de escrever as palavras, o VOLP. >>>>> > >>>>> > Caro Sílvio. >>>>> > >>>>> > Lamento, mas tenho uma posição absolutamente oposta a esta >>>>> > expressada acima. Não há justificativa para essa camisa de força, >>>>> > esse engessamento do uso da linguagem que despresa a dinâmica, a >>>>> > variação, os regionalismos, que são fenômenos naturais, universais, >>>>> > comuns a todas as línguas, e portanto inevitáveis. >>>>> > >>>>> > Não há motivos para dar o monopólio do controle da língua para os >>>>> > gramáticos. A língua é de seus falantes. >>>>> > >>>>> > Eu acho ótimo haver um VOLP, se ele estivesse disponível >>>>> > eletronicamente nos ajudaria muitíssimo nos programas de Linguística >>>>> > Computacional. Mas ele está muito longe de ser a última palavra em >>>>> > termos de língua. A única coisa que se pode dizer sobre ele é que >>>>> > ele já está desatualizado na hora que é publicado. >>>>> > >>>>> > E, por falar nisso, eu tb não gosto de "estória". Mas, assim como >>>>> > o verbo "ponhar" (variante do verbo por), a "estória" existe. E >>>>> > podemos até escrever A História do Emprego de "Estória" no Português. >>>>> > >>>>> > Abraços >>>>> > >>>>> > Marcelo >>>>> > >>>>> > PS: Não voltarei mais a este assunto, pois essas discussões tendem >>>>> > a ser intermináveis. Apenas deixo minha opinião, formulada e >>>>> > reformulada ao longo de décadas. >>>>> > >>>>> > >>>>> > >>>>> > >>>>> > Essa questão sobre "poeta" já está por demais batido, as madames >>>>> podem se >>>>> > arvorar em "poetas": não há ocorrência de crime: apenas de >>>>> > umaclara vontade >>>>> > de se masculinizar, é até possível que tenham problemas >>>>> psicológicos pois >>>>> > fora o pedantismo, não há respaldo culto para essa degradação. >>>>> > >>>>> > Estou escutando repórteres na TV dizendo menu com a terminação >>>>> > em u, quando >>>>> > é público e notório que é palavra francesa e que na pronúncia o >>>>> > "u" tem som >>>>> > de "i"....é a deterioração da lingua, como dos costumes e como >>>>> > do caráter, >>>>> > que o apadeuta e sua corja, impõem, paulatinamente, no país: >>>>> somos >>>>> > recordistas ocidentais em analfabetos funcionais. >>>>> > >>>>> > sds., >>>>> > silvio. >>>>> > >>>>> > ----- Original Message ----- >>>>> > From: "Walter Carnielli" <[EMAIL PROTECTED]> >>>>> > To: <[email protected]> >>>>> > Sent: Monday, September 29, 2008 5:41 PM >>>>> > Subject: [Logica-l] Poeta, poeto e poetisa >>>>> > >>>>> > >>>>> > Ola Silvio, >>>>> > >>>>> > embora esta minha intervenção não tenha a menor relevância >>>>> sobre o >>>>> > tema em discussão e nem sobre temas da Lista, e aproveitando >>>>> que >>>>> > Deus saiu da pauta, não posso deixar de mencionar o que a >>>>> própria >>>>> > Hilda Hilst, me disse (ela morava numa chácara em Campinas e >>>>> a >>>>> > visitei muitas vezes) sobre a historia de ser "poeta" e não >>>>> > "poetisa". Algo assim: se existisse "poeto", ela seria >>>>> "poeta". >>>>> > Como os idiotas dos académicos inventaram mal o termo, eles >>>>> > que...#*$.. e ela continuaria a ser "poeta: da mesma maneira... >>>>> Uma >>>>> > espécie de demonstração não-construtiva da apropriabilidade >>>>> (epa!) do >>>>> > termo. >>>>> > >>>>> > Abraços, >>>>> > >>>>> > Walter >>>>> > >>>>> > >>>>> > > João: >>>>> > > >>>>> > > Guimarães Rosa nãocriou neologismos: ele, em suas prolongadas >>>>> > viagens de >>>>> > > pesquisa pelo interior de Minas anotou os diversos falares, as >>>>> > > deturpações >>>>> > > da lingua em função exatamente da falta de continuidade por >>>>> formas >>>>> > > literárias ou educativas, das formas eruditas dos vocábulos. >>>>> > > >>>>> > > Até a falta de dentes em grande parte do pessoal do interior >>>>> contribuiu >>>>> > > pra >>>>> > > isso..... >>>>> > > >>>>> > > Exemplo atroz é o uso indevido de "estória" que hoje é >>>>> > corriqueiro e é um >>>>> > > despudor, um ambicismo quedesonra a cultura de quem o utiliza. >>>>> > > Por sua própria etmologia, é uma palatra que descreve algo que >>>>> > > antiriormente não era conhecido. Exemplo: kardecismo: >>>>> > "Doutrina religiosa >>>>> > > de >>>>> > > Allan Kardec (1804-1869), pensador espírita francês". Esse >>>>> vocábulo, >>>>> > > obviamente, não existia antes da existânaia do criador do >>>>> espiritismo. >>>>> > > Usar a deformação viciosa como o caso do "estória" não é >>>>> neologismo, é >>>>> > > vício >>>>> > > de linguagem. >>>>> > > Qualquer pessoa só deve escrever dentro dos parâmetros das >>>>> > regras cultas, >>>>> > > uma delas é usar vocábulos existentes no VOLP: uma curiosidade >>>>> > é o fato de >>>>> > > famosa poetisa brasileira (por motivos que não revelou), >>>>> arvorar-se em >>>>> > > "poeta", não aceitando o título de poetisa conforme nos ensina >>>>> a >>>>> > > gramática: >>>>> > > e diversas senhoras, por modismo, para se diferenciarem ou >>>>> mostra uma >>>>> > > cultura que é falsa, arvoram-se em "poetas" o que desqualifica >>>>> toda sua >>>>> > > obra. >>>>> > > Autores consagrados - é o caso de guimarães Rosa e o grande >>>>> > poeta lusitano >>>>> > > Fernando Pessoa ousam alterar a formatação dos vocábulos tanto >>>>> para >>>>> > > mostrar >>>>> > > sua erudição como para aprimorar o sentido do texto, o que não >>>>> os >>>>> > > incorpora >>>>> > > oficialmente à língua: são apenas detalhes artísticos. >>>>> > > >>>>> > > Deve haver algum trabalho de qualidade sobre isso: se alguém >>>>> > tiver, que o >>>>> > > traga à luz: Rabelais até criou um povo denominado >>>>> "Nefelibata" em >>>>> > > homenagem aos criadores de neologismos...". >>>>> > > >>>>> > > Copiei na ewikipedia: >>>>> > > >>>>> > > "Termo utilizado para classificar uma palavra nova que surge >>>>> > numa língua >>>>> > > devido à necessidade de designar novas realidades - novos >>>>> conhecimentos >>>>> > > técnicos, objectos gerados pelo progresso científico >>>>> > (neologismos técnicos >>>>> > > e >>>>> > > científicos) e até por questões estilísticas e literárias, >>>>> tornando a >>>>> > > língua >>>>> > > mais expressiva e rica (neologismos literários). >>>>> > > >>>>> > > O que sucede quando precisamos de atribuir um novo nome para >>>>> > designar uma >>>>> > > ideia ou objecto novos é escolher uma destas opções: formar uma >>>>> palavra >>>>> > > nova >>>>> > > a partir de elementos que já existam; adoptar um termo de uma >>>>> outra >>>>> > > língua; >>>>> > > alterar o significado de uma palavra já antiga. Daí que os >>>>> neologismos >>>>> > > criados possam possuir diferentes processos de formação: por >>>>> derivação >>>>> > > (ficcionismo, metaficção), por composição (astronauta, >>>>> homeopatia), por >>>>> > > imitação de outras palavras já existentes na língua >>>>> (eurocrata), por >>>>> > > transferência de vocábulos pertencentes a outras línguas >>>>> > (clicar, inputar, >>>>> > > scannear), ou palavras completamente novas que são criadas. >>>>> > Neste último >>>>> > > grupo, incluem-se os neologismos literário-estilísticos que são >>>>> criados >>>>> > > para >>>>> > > se conseguir um efeito único, especial, ou tornar uma frase >>>>> > mais maleável, >>>>> > > concentrando uma expressão numa palavra, de modo a tornar o >>>>> > sentido mais >>>>> > > explícito, por exemplo: «trotamundos» (forma como Walter, uma >>>>> das >>>>> > > personagens de O Vale da Paixão é referida várias vezes, pelo >>>>> > pai, por não >>>>> > > permanecer muito tempo no mesmo local) e o substantivo seu >>>>> derivado". >>>>> > > >>>>> > > >>>>> > > >>>>> > > uma boa noite, >>>>> > > >>>>> > > silvio. >>>>> > >>>>> > +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ >>>>> > Walter Carnielli >>>>> > Centre for Logic, Epistemology and the History of Science ? CLE >>>>> > State University of Campinas ?UNICAMP >>>>> > P.O. Box 6133 13083-970 Campinas -SP, Brazil >>>>> > Phone: (+55) (19) 3788-6519 >>>>> > Fax: (+55) (19) 3289-3269 >>>>> > e-mail: [EMAIL PROTECTED] >>>>> > Website: http://www.cle.unicamp.br/prof/carnielli >>>>> > _______________________________________________ >>>>> > Logica-l mailing list >>>>> > [email protected] >>>>> > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>>> > >>>>> > _______________________________________________ >>>>> > Logica-l mailing list >>>>> > [email protected] >>>>> > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>>> > >>>>> > >>>>> > >>>>> > >>>>> > -- >>>>> > Marcelo Finger >>>>> > Departamento de Ciencia da Computacao >>>>> > Instituto de Matematica e Estatistica >>>>> > Universidade de Sao Paulo >>>>> > Rua do Matao, 1010 >>>>> > 05508-090 Sao Paulo, SP Brazil >>>>> > Tel: +55 11 3091-9688, 3091-6135, 3091-6134 (fax) >>>>> > http://www.ime.usp.br/~mfinger <http://www.ime.usp.br/%7Emfinger> >>>>> > >>>>> > >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> ---------------------------------------------------------------- >>>>> This message was sent using IMP, the Internet Messaging Program. >>>>> >>>>> >>>>> _______________________________________________ >>>>> Logica-l mailing list >>>>> [email protected] >>>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>>> >>>> >>>> >>>> >>>> -- >>>> _________________________________ >>>> Décio Krause >>>> Departamento de Filosofia >>>> Universidade Federal de Santa Catarina >>>> C.P. 476 >>>> 88040-900 Florianópolis, SC - Brasil >>>> Tel.: +(48)3331-9248 >>>> www.cfh.ufsc.br/~dkrause <http://www.cfh.ufsc.br/%7Edkrause> >>>> Grupo de Lógica e Fundamentos da Ciência >>>> www.logica.cfh.ufsc.br >>>> _____________________________________ >>>> >>> >>> >>> >>> -- >>> _________________________________ >>> Décio Krause >>> Departamento de Filosofia >>> Universidade Federal de Santa Catarina >>> C.P. 476 >>> 88040-900 Florianópolis, SC - Brasil >>> Tel.: +(48)3331-9248 >>> www.cfh.ufsc.br/~dkrause <http://www.cfh.ufsc.br/%7Edkrause> >>> Grupo de Lógica e Fundamentos da Ciência >>> www.logica.cfh.ufsc.br >>> _____________________________________ >>> >>> _______________________________________________ >>> Logica-l mailing list >>> [email protected] >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>> >>> >> > > > -- > _________________________________ > Décio Krause > Departamento de Filosofia > Universidade Federal de Santa Catarina > C.P. 476 > 88040-900 Florianópolis, SC - Brasil > Tel.: +(48)3331-9248 > www.cfh.ufsc.br/~dkrause <http://www.cfh.ufsc.br/%7Edkrause> > Grupo de Lógica e Fundamentos da Ciência > www.logica.cfh.ufsc.br > _____________________________________ >
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