Se preciso usar argumentos infinitários, não recursivos, vamu lá! O resto fica... pro resto.
2008/10/16 Joao Marcos <[EMAIL PROTECTED]> > > Aí é que está o X da questão. Eu conheço estas "estratégias de > demonstração > > mais poderosas". Mas não gosto delas, porque são baseadas em crenças que > não > > compartilho sobre o estatuto ontológico das entidades matemáticas. > > O Vaughan Pratt mandou ontem pra lista FOM uma mensagem impagável > sobre a perspectiva do lógico clássico sobre os não-me-toques > intuicionistas: > http://www.cs.nyu.edu/pipermail/fom/2008-October/013131.html > É mesmo impraticável ter que consultar a cada dois passos um lógico > intuicionista (dentro de sua "bolha livre de germes") pra verificar se > a caminhada até aquele ponto continua sendo "intuicionisticamente > correta". ;-) > > Acho que isto resume uma das dificuldades principais de quem olha pra > tudo isto desde "o ponto de vista do universo"... > > JM > > -- > My homepage: > http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ > _______________________________________________ > Logica-l mailing list > [email protected] > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >
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