Olá lista, aproveitando o papo, tem algumas coisas que nunca entendi, se alguém puder me esclarecer ou indicar algo, ficaria agradecido:
- se a função-de-onda for um objeto físico, de que maneira isso seria contra nossas intuições ontológicas (clássica)? Só pela questão da ação fantasmagórica? De fato, isso é um problemaço, mas se não for *só* por isso, por que uma onda do mar não causa o mesmo espanto? Seria pela questão, na MQ, *o que está realmente sendo ondulado ali*? Uma onda, ontologicamente falando, não seria um objeto como qualquer outro com características próprias e tudo mais? - mas se a função-de-onda não for *real* e sim apenas probabilidade, a pergunta volta. Por ex, os jogadores profissionais de Poker trabalham com a probabilidade como se fosse algo real, e ganham (muito) dinheiro com isso porque, em certo sentido, ela é sim algo real! *A sorte não influencia a longo prazo*, é um dito popular no mundo do Poker. A longo prazo, a probabilidade é tão *sólida* quanto qualquer outra coisa. Você pode apostar milhões nela, e você vai ganhar (a longo prazo). Essa questão sobre a ontologia da MQ não se desdobra numa questão sobre a ontologia da probabilidade? tem algum sentido isso? abraços, Júlio César A. Custódio _______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
