Se entendo bem a situação ilustrada, ela pressupõe que:

(1) não há um encaixe das peças x, y, z em C segundo o mecanismo M

(2) há um encaixe das peças x, w, z em C segundo o mesmo mecanismo M

Parece especialmente ruim o "exemplo" (seja o que for que você esteja
querendo exemplificar).  Ou será que em (2) você pretendia usar um
mecanismo N diferente de M, e manter a peça y, ao invés?

JM, nem M nem N


PS: Continua um pouco difícil entender o que você chama de "lógica"...
 Insto-lhe a procurar se informar um pouco melhor a respeito destas
coisas, se não quiser continuar recebendo bordoadas (agora de certa
forma até justificadas) dos colegas!


2012/4/10 Julio César <[email protected]>:
>
> Senhores,
>
> A título de ilustração: imaginem x,y e z como peças de Lego dentro de uma 
> caixa C. Chamemos aqui de "lógica" o mecanismo pelo qual as peças se encaixam 
> (pode-se entender como instrução de encaixe). Imaginem que alguém verificou 
> corretamente que x, y e z não possuem encaixe lógico. E essa pessoa diz então:
>                           (a)   "As peças na caixa C não possuem encaixe 
> lógico".
> Imaginem também que certo interlocutor, por um motivo qualquer, quer provar 
> que existe outra lógica de encaixe das peças através da qual (a) se torne 
> falsa. Para tal, ele retira da caixa C a peça y e coloca a peça w, de forma 
> que a peça w, junto com x e z, tenham agora um encaixe lógico. Assim, (a) é 
> falsa, logo, existe sim outra lógica de encaixe das peças.
>
> Pergunta: Vocês considerariam legítima tal prova?
>
> abs
> Júlio César A. Custódio

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