>  solidarizo-me  totalmente  com você-- isso é um absurdo, e me recuso
> a responder.

Há uma resposta que consiste na abstenção em responder. :-)

> Uma estupidez copiada dos  americanos:  ou  o CNPq  não sabe  o  que
> fazer  com isso,  ou usarão da  pior  maneira.

Vou me abster de fazer um comentário sobre o CNPq.

> Lembro-que quando morava nos EUA que  minha a ex-esposa,que é  morena
> e  branca, teve que responder a   isso num  hospital. Também armei a
> pior encrenca e não  respondemos.  A  funcionária  informou  ela mesma
> a classificaria como "non-arian" e  não  sei mais quê.

Os estadunidenses (branquelos) gostam do nome "caucasiano", que se
refere a uma região geográfica que nenhum deles sabe onde fica.  A
opção que eles gostam de reservar para pessoas morenas-e-brancas é
"hispano-americano".  As políticas afirmativas que eles implementaram,
e que vamos tentando arremedar por aqui, são baseadas nessas
classificações que não se referem propriamente à cor da pele mas sim à
participação em "grupos minoritários".

No Brasil as modas francesas costumam chegar e persistir com algumas
boas décadas de atraso.  Talvez agora venhamos a juntar ao
*positivismo* e ao *espiritismo* também o *racismo científico* do
século XIX.

JM

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