A profa, Suzana acabou de postar esta mensagem no Facebook:

https://www.facebook.com/suzana.herculanohouzel/posts/367137916748671

Suzana 
Herculano-Houzel<https://www.facebook.com/suzana.herculanohouzel?hc_location=stream>
A todos os que gentilmente me convidaram para um sem-fim de palestras: não
estou aceitando nenhum convite para falar sobre a regulamentação,
nenhunzinho, em lugar nenhum. A primeira razão é que tudo o que eu queria
dizer a respeito está no vídeo no youtube. A segunda é que a minoria que
prefere viver de bolsa tem elementos extremamente vocais, obtusos e
cansativos, e está se tornando uma questão de saude física e mental para
mim parar de falar sobre o assunto. Eu levantei a bandeira, e vou terminar
de fazer minha parte indo ao Congresso semana que vem alertar os deputados
e senadores sobre a bomba-relógio que eles têm em mãos, caso os "alunos"
resolvam fazer uma denúncia no ministério público, e sobre como é simples
evitá-la e arrumar tudo. O resto é com os "alunos", e eu não sou
representante deles, nem quero ser.

Opositores, parabéns, vocês conseguiram me deixar de saco cheio. Favoráveis
à regulamentação, não se preocupem: a bandeira está levantada, é um direito
de vocês, e de um jeito ou de outro, seja via congresso ou via denúncia ao
Ministério Público do Trabalho, vocês podem conseguir o que querem. Minha
parte está (quase) feita. Agora é com vocês.


2013/8/2 Marcelo Finger <[email protected]>

> Oi JM.
>
> Tava pensando mais no empreendedorismo qdo me referi a Telavive.  Os
> pontos que v levanta não são só estranhos aos telavivianos, mas ao
> mundo todo.
>
> []s
>
> Marcelo
>
> 2013/8/2 Joao Marcos <[email protected]>:
> >>  Acho que a gente tem o direito de copiar que a gente quiser, seja da
> >> onde for.  Se experiências positivas em Tel Avive são mais próximas de
> >> nossa realidade do que o MIT, então vamos ver como os telavivianos
> >> fazem!
> >
> > Bem, aqui em Telavive a realidade não parece muito próxima da
> > brasileira...  Em conversa com colegas da TAU ontem, percebi que eles
> > estranharam, entre outras coisas:
> >
> > (1) o fato de que o Brasil passou a entender recentemente que as
> > "horas-aula" de 50min deveriam durar realmente uma hora, quando no
> > resto do mundo o mais usual é 45min;
> >
> > (2) o fato de que no Brasil damos aula durante 15 a 18 semanas, quando
> > no "mundo lá fora" os semestres não costumam ser mais longos do que 14
> > semanas;
> >
> > (3) o fato de que nas universidades brasileiras se leva tão a sério a
> > "presença" do aluno na sala de aula;
> >
> > (4) etc;
> >
> > (5) o fato de que no Brasil ainda é razoavelmente raro que um aluno de
> > pós-graduação bolsista tenha que dar aulas com regularidade para
> > justificar os fundos que recebe.
> >
> > JM
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Adolfo Neto
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