> Ah, isto tambem me marcou: a Oxford University Press ja me deu um parecer > negativo para um projeto de livro que tava editando, afirmando que apesar do > projeto ser muito promissor, havia poucos autores falantes nativos de ingles > nele.
Uau! Protecionismo de mercado? Ou será que eles se esqueceram (convenientemente?) de que expressar-se mal na língua de um determinado país não é prerrogativa de falantes nativos de línguas estrangeiras?... *Dito isto*, não sinto que haja ---ou deva haver--- imensa motivação por parte de uma dada editora, ou por parte dos pretendidos leitores, para publicar, ou para ler, textos mal escritos. (E está claro que não é trivial julgar tal coisa a partir de um mero _projeto_ de publicação...) _Enfin et surtout_: expressar-se de maneira gramaticalmente correta, ou, digamos, ter uma voz bonita, não são condições suficientes para ter-algo-a-dizer. JM -- Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos Grupos do Google. Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para [email protected]. Para ver esta discussão na web, acesse https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_LjL5t3S%3D_%3DNmeQZ7ibTR_MLDF%2BhB7q_nKUyG%2BZSGyN%3Drg%40mail.gmail.com.
