> Ah, isto tambem me marcou: a Oxford University Press ja me deu um parecer
> negativo para um projeto de livro que tava editando, afirmando que apesar do
> projeto ser muito promissor, havia poucos autores falantes nativos de ingles 
> nele.

Uau!  Protecionismo de mercado?  Ou será que eles se esqueceram
(convenientemente?) de que expressar-se mal na língua de um
determinado país não é prerrogativa de falantes nativos de línguas
estrangeiras?...

*Dito isto*, não sinto que haja ---ou deva haver--- imensa motivação
por parte de uma dada editora, ou por parte dos pretendidos leitores,
para publicar, ou para ler, textos mal escritos.  (E está claro que
não é trivial julgar tal coisa a partir de um mero _projeto_ de
publicação...)

_Enfin et surtout_: expressar-se de maneira gramaticalmente correta,
ou, digamos, ter uma voz bonita, não são condições suficientes para
ter-algo-a-dizer.

JM

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