De fato a situação é mais absurda de que a gente imagina. Um vez eu apresentei uma coletana a OUP, e me foi dito que não iria funcionar porque não tinha autor americano e que o mercado principal deles era os Estados Unidos. JYB
Le jeudi 11 juin 2020 16:56:42 UTC-3, Joao Marcos a écrit : > > > Ah, isto tambem me marcou: a Oxford University Press ja me deu um > parecer > > negativo para um projeto de livro que tava editando, afirmando que > apesar do > > projeto ser muito promissor, havia poucos autores falantes nativos de > ingles nele. > > Uau! Protecionismo de mercado? Ou será que eles se esqueceram > (convenientemente?) de que expressar-se mal na língua de um > determinado país não é prerrogativa de falantes nativos de línguas > estrangeiras?... > > *Dito isto*, não sinto que haja ---ou deva haver--- imensa motivação > por parte de uma dada editora, ou por parte dos pretendidos leitores, > para publicar, ou para ler, textos mal escritos. (E está claro que > não é trivial julgar tal coisa a partir de um mero _projeto_ de > publicação...) > > _Enfin et surtout_: expressar-se de maneira gramaticalmente correta, > ou, digamos, ter uma voz bonita, não são condições suficientes para > ter-algo-a-dizer. > > JM > -- Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos Grupos do Google. Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para [email protected]. Para ver esta discussão na web, acesse https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/f594c7ac-0074-4c42-a501-2e893db9b59co%40dimap.ufrn.br.
