Viva, Nastassja: São perguntas importantes!
Eis um nome fundamental da história do CLE, para a sua pesquisa: Ayda Arruda. Cuide-se, Joao Marcos On Thu, Jun 11, 2020, 22:46 nastassja pugliese <[email protected]> wrote: > Caro Walter e colegas da lista, > > Muito obrigada pela resposta gentil. > > Gostei de saber os nomes de alguns de seus colaboradores, mais > especificamente, das suas colaboradoras mulheres: Mariana Matulovic e Maria > Cláudia Grácio. Tenho interesse, especificamente, nesse recorte de gênero. > Pode parecer cafona e totalmente off-topic. Mas é isso, em minha pesquisa > procuro reconstruir a história das mulheres brasileiras na filosofia e na > lógica, em uma iniciativa de construção de memória coletiva do trabalho > intelectual das mulheres. Você me ajudaria imensamente se pudesse me dizer > mais alguns nomes! Como foi na história do CLE? Tiverem mulheres no começo > ou só depois? Como é agora? Conta um pouco? Quem são suas referências > mulheres na sua área? (essa pergunta é para todos que estão com paciência > de acompanhar minha conversa aqui) > > Sobre a Interlíngua, que barato, eu não conhecia (você vê, eu tenho claras > limitações). Vou ler mais com certeza assim que puder. Eu penso que uma > iniciativa como esta, criada pelo Peano, é coisa de gênio mesmo. Mas olha, > eu estava procurando uma coisa mais simples, iniciativas mais rápidas e > fáceis como, por exemplo, a escola de lógica que a Ítala está organizando > na UNICAMP na qual você é conferencista. Esta iniciativa é uma jóia, uma > verdadeira ação de inclusão, já que inclui capacitação, mentoria E > financiamento de todos os participantes! Incrível de verdade. Esse daí foi > um gol de placa de vocês (pena que veio o COVID. Vocês vão fazer online?). > Tomara que tenhamos mais escolas de lógica neste formato, com tudo pago e > um programa bem definido, pelo Brasil. > > Eu sou meio boba com essa coisa de línguas pois eu gosto de escrever em > inglês. Me libertei do incômodo com o inglês ser minha segunda língua lendo > poesia NewYorican (Miguel Piñero) e aprendendo sobre o Dominicanish. Mas > claro, nunca quis, nunca pretendi, nunca tive como alvo publicar na MIND. > Tenho outros castelos para entrar e espero, como você, não ser barrada na > porta por causa do meu sotaque. De todo modo, reconheço que é um problema > real nosso frente a comunidade internacional. É um tema importante sim no > que diz respeito à geopolítica do conhecimento. Mas acho que só com muita > reflexão sobre cânone e metodologia que essa conversa vai para frente. > Neste sentido, a discussão sobre inclusão pode sim ajudar nessa pauta. > > Um grande abraço, > > *Nastassja Pugliese* > > *Universidade Federal do Rio de Janeiro* > *EDF - Faculdade de Educação* > *PPGLM - Departamento de Filosofia* > > On Jun 11, 2020, at 21:29, Walter Alexandre Carnielli <[email protected]> > wrote: > > Prezada Nastassja, c/c tod@as > > Obrigado pelas considerações- tenho certeza que você tem o sucesso > relativo à sua área. Mas não se deixe enganar pelas aparência: como > dizem, o diabo só é cheio de truques porque é mais velho que todo > mundo :-) > Meu modesto sucesso se deve em boa parte a meus colaboradores, > ex-estudantes, orientandos de mestrado , doutorado e pós-doutorado, > uma boa porção desta lista: > só para mencionar os ex: Rodrigo Freire, Alfredo Freire. (que muita > gente pensa que são parentes, mas só são parecidos na inteligência), > João Marcos, Mamede Lima-Marques, Carlos CIfuentes, Tony Marmo, > Henrique Antunes, Bruno Mendonça, Pedro Lemos, Mariana Matulovic, > Juan Carlos Agudelo, Pietro Kreitlon Carolino, Samir Gorsky, Juan > Carlos Agudelo, Alexandre Costa Leite, Anderson de Araújo > Edson Bezerra. Maria Cláudia Grácio, Tomás Barrero... nem menciono > os colaboradores e. pós-docs para não encher a Lista. > > Você diz que gostaria mesmo de saber, honestamente, das ações > realizadas. Vou lhe contar (e conto a todos que porventura não > saibam) de uma ação a que tenho me dedicado há uns 25 anos, com > muito pouco sucesso na qual, mas > na qual continuo teimosamente . Esta ação tem a ver com o > "imperialismo linguístico". e com o "castelo anglofônico", bastante > mencionado aqui hoje: sou um defensor da Interlíngua inventada por > Giuseppe Peano, como uma alternativa à anglo-dominação. > > > Há. quase 20 anos. publiquei um artigo em Interlingua na Revista > Eletrônica Informação e Cognição, v.4, n.1, p.61-73, 2002-2005; > segue um pequeno trecho para que se veja que sem mesmo estudar uma > linha, > consegue-se. entender quase tudo. Escrever é bem fácil, porque as > regras gramaticais. se reduzem a poucas regras. Esta entrada > Wikipedia é um bom lugar para se começar: > https://pt.wikipedia.org/wiki/Latino_sine_flexione > > ========================= > "Le logica impecabile del irrational" > 1. Parve historia e importantia philosophic del paraconsistentia > > Le historia del investigation logic super le inconsistente o le > contradictori non es longe. Le duo (assi considerate) fundatores, > laborante in modo independente e vidente le question ab differente > perspectivas, esseva le logico polonese Stanislaw Jaskowski e le > logico brasilian Newton C. A. da Costa. Le prime publicava su ideas in > lingua polonese in 1948 e 1949, e ha apparite in lingua anglese solo > in 1968 (cf. [Jas48]). Le secunde introduceva su ideas in un these > durante le annos sexanta, e ha apparite in lingua anglese in [dC74]. > Comoqunque, per alcune persone, le duo fundatores son tre (un ver > situation contradictori): le logic norte-american David Nelson in 1949 > jam publicava in [Nel49] ideas e resultates supra theorias matematic > “inconsistente” sed non “supracomplete”. > ==================================== > Aqui: > > https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&ved=2ahUKEwiI5Pi_-_rpAhWBK7kGHVdOCSkQFjABegQIAhAB&url=https%3A%2F%2Frevistas.marilia.unesp.br%2Findex.php%2Freic%2Farticle%2Fview%2F723%2F625&usg=AOvVaw0J0_jsV32gTfrd3P1YqcbU > > > Há objeções óbvias, como "é uma língua sem história literária", > "pouca gente fala", e outras mais idiotas, como "FIca. difícil para > os anglófonos aprender"... > Mas será que o "inglês acadêmico " falado e escrito meio porcamente > por todos nós, tem "história literária"? Minha proposta é usar esta > língua para escrever ciência e para se corresponder academicamente, > como fizeram grandes cientistas por séculos. > > O "Principia Mathematica" de Newton foi escrito em latim; Euler > escrevia quase tudo em latim, Leibniz se correspondia em latim. E > tantos outros. > > Já. ouvi lógicos latino-europeus muito famosos (não se esqueça de > que franceses , espanhóis e italianos, para além dos portugueses, > entre outros, são latinos culturalmente). manifestarem um viralatismo > incrível: > "Se eu escrever em Interlíngua, os ingleses e americanos vão achar que > sou incapaz. de falar a língua deles"!! > > Quem sabe agora, com este. esforço de liberdade que estamos > vivenciando (inclusive com a iniciativa do Supergroup) , pode ser a > hora? > > Abs, > > Walter > > Em qui., 11 de jun. de 2020 às 19:48, nastassja pugliese > <[email protected]> escreveu: > > > Caro Walter Carnielli, querido Marcos Silva, caro Marcelo Finger, Rodrigo > Feire, Jean-Yves e colegas da lista, > > Muito interessantes as histórias pessoais de cada um com a academia > internacional. Eu ficaria um tempão ouvindo porque sei que as anedotas são > interessantes para pensar nosso lugar no cenário mais amplo. Eu também > tenho várias histórias absurdas no meu repertório dado que morei quase 7 > anos nos Estados Unidos fazendo meu pleno. > > Tenho certeza de que cada um de nós já passou por diversas situações > lamentáveis e outras, nem tanto, afinal cada um de vocês aqui (todos nós) > temos uma trajetória acadêmica de sucesso. > > Sucesso sim. Pensem como nesta lista operam vários filtros que tornam > minha caracterização correta: somos “sobreviventes” de uma luta por um > lugar na academia, publicamos, damos aulas, atuamos como exemplos em nossas > universidades e nichos de pesquisa. Somos acadêmicos de sucesso. Claro que > meu sucesso está longe de ser tão grandioso, importante e impactante quanto > o do professor Walter Carnielli (bien sûr) que já publicou diversos livros > e artigos reconhecidos por tantas pessoas (tiro meu chapéu). Mas ainda > assim, eu digo, minha trajetória é cheia de sucessos, ainda que pequenos > sucessos. > > Digo isso porque meu apelo é o seguinte: olhemos para os lados e > reconheçamos nosso lugar de privilégio e poder. > > Eu acho que o projeto Inclusive Logic tem a ver com isso: sobre como > podemos dar poder para os outros. Sobre como usamos o nosso próprio poder. > É mais sobre os outros do que sobre nós individualmente. É mais sobre o > grupo e os elos mais frágeis do grupo. É sobre como formar bem alunos e > alunas, é sobre diminuir as dificuldades deles e delas de, no futuro, serem > tão bons quanto nós somos. É sobre eles e elas que podem ficar no caminho > por uma falta de reflexão nossa sobre o caminho deles. É sobre como > podemos, olhando para o lado, construir uma academia mais saudável para > todos os seus integrantes. Inclusive Logic também é sobre saúde mental na > academia: a nossa e a deles. > > Por isso eu queria mesmo, de verdade, honestamente, saber se vocês > realizam alguma ação em suas salas de aulas, em seus departamentos, nos > números de revista editados, nos colóquios e simpósios organizados, nos > programas de curso, ligada à inclusão dos alunos e alunas brasileiros na > academia brasileira. Como é que funciona isso para vocês? Como vocês tratam > esses assuntos específicos: ensino de lógica, engajamento dos alunos e > alunas na sala de aula, causas da evasão, baixo número de minorias em > espaços de visibilidade e poder na universidade, clima (às vezes hostil) na > sala de aula? > > Pergunto porque se vocês realizam ou já realizaram alguma ação neste > sentido, pois estou compilando ações e propostas para documentar e promover. > > Obrigada pela atenção e bom final de feriado para todos, > > Nastassja Pugliese > Universidade Federal do Rio de Janeiro > > > On Jun 11, 2020, at 17:57, Rodrigo Freire <[email protected]> wrote: > > O livro do Poizat é uma preciosidade para mim, especialmente a edição > original que ele me enviou de presente há uns dez anos. É muito bom que ele > tenha perseverado e produzido o livro. > > Outro prefácio de livro relacionado, Classical Groups, Hermann Weyl, > parágrafo final: > > "The gods have imposed upon my writing the yoke of a foreign tongue that > was not sung at my cradle. > > "Was dies heissen will, weiss jeder, > Der im Traum pferdlos geritten,'' > > I am tempted to say with Gottfried Keller. Nobody is more aware than > myself of the attendant loss in vigor, ease and lucidity of expression. If > at least the worst blunders have been avoided, this relative accomplishment > is to be ascribed solely to the devoted collaboration of my assistant, Dr. > Alfred, H. Clifford; and even more valuable for me than the linguistic, > were his mathematical criticisms." > > Poizat ressaltou bem que razões não-acadêmicas (poder econômico, etc) > impulsionam o imperialismo linguístico/cultural nas ciências e na > filosofia. O efeito apontado é o empobrecimento intelectual pela exclusão > do que não se enquadra na identidade dominante. Exageros à parte, indianos > e árabes parecem ter desenvolvido muito cálculo e muita álgebra com muita > antecedência e não eram muitos os livros que reconheciam essa parte da > história: > > "There were many reasons why the contribution of the Kerala school has not > been acknowledged," he said. "A prime reason is neglect of scientific ideas > emanating from the Non-European world, a legacy of European colonialism and > beyond." > > > https://www.cbc.ca/news/technology/calculus-created-in-india-250-years-before-newton-study-1.632433 > > https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_calculus#Medieval > > Abraço > > > On Thu, Jun 11, 2020 at 5:34 PM Walter Carnielli < > [email protected]> wrote: > > > Marcos, Marcelo Finger, JM ,JY e outros interessados : > > Fico feliz em saber que não é só minha impressão, embora pesaroso por > saber que minha impressão é verdadeira. > > Tenho mais um caso, sobre um artigo que Abilio e eu submetemos à MIND, > revista do "clube de caça à raposa". > > Depois esperar uma porção de semanas (muitas mesmo) o editor escreveu > assim: > > "Obrigado pela submissão.O assunto não nos interessa, e ademais o artigo > tem "several infelicities on the English language ". > > Como tínhamos gastado tempo e dinheiro com uma orientanda do Fitting, > que revisa os trabalhos dele, e de quem ele tinha dado as melhores > indicações, quisemos saber quais eram essas "infelicidades", se eram > erros, questões de estilo ou o quê. > > A resposta foi que "a MIND não comenta seus próprios comentários"!!! > > Quite democratic, I suppose... > > > > > > Em qui, 11 de jun de 2020 16:30, Marcelo Finger <[email protected]> > escreveu: > > > Ah, isto tambem me marcou: a Oxford University Press ja me deu um parecer > negativo para um projeto de livro que tava editando, afirmando que apesar > do projeto ser muito promissor, havia poucos autores falantes nativos de > ingles nele. > > > Marcos, tive a oportunidade de viver na Inglaterra na época da Guerra do > Golfo, onde esse nacionalismo e auto-centrismo, em geral latente e > camuflado, aflorou, vazou por todos os poros, e chegou a jorrar e a > escorrer pela superfície de todas as conversas. > > []s > > > Em qui., 11 de jun. de 2020 às 16:24, Marcos Silva < > [email protected]> escreveu: > > > Caro Walter, > > obrigado por esta reflexão! > > eu mantenho um grupo remoto de discussao com alguns alunos no Recife para > continuar orientacao e pesquisa mesmo durante a pandemia. Neste ultimo mes, > nos dedicamos aa apresentacao e discussao de algumas entradas da SEP que > teriam a ver com suas pesquisas. > > acho que nunca tinha realizado isto com tanta clareza como agora, mas me > impressionou como a gente tem que ter cuidado com vies politico da SEP. E > deixar os alunos atentos a isto. Funciona quase como um braço de um > imperialismo filosófico. > > Varios pontos positivos: gratuita, sempre renovada, varios textos muito > bons, alguns excelentes autores. > > Antes eu tinha minhas criticas em relacao aa heterogeneidade da qualidade > das contribuicoes. Mas agora, acho que porque li muitas entradas em > seguida, vi como convenientemente propaga o mito da anglocentrismo na > filosofia, educando uma geracao de jovens a ver como filosofia "boa" a > retratada pelas escolhas da SEP. Subjacente aas entradas, pelas decisoes de > temas, referencias e autores, parece defender tacitamente que so ha um tipo > de filosofia a ser feita, a analitica, e alguns autores a serem lidos, os > anglofonos, especialmente estadounidenses. Mesmo temas e autores de outras > tradicoes sao retratos, quando retratados, dentro deste "straight jacket". > > Ah, isto tambem me marcou: a Oxford University Press ja me deu um parecer > negativo para um projeto de livro que tava editando, afirmando que apesar > do projeto ser muito promissor, havia poucos autores falantes nativos de > ingles nele. > > Abracos do Recife! > Marcos > > > > On Thu, Jun 11, 2020 at 10:03 AM Walter Carnielli < > [email protected]> wrote: > > > Car@s colegas: > > Infelizmente devido a um deadline não consegui participar da apresentação > do João Marcos ontem sobre o Dia Da Lógica Inclusiva. > > Dessa forma eu continuo sem entender exatamente o que significa ter um > slot lá, mas de todo modo a sugestão do João Marcos é realmente muito boa. > > Há tempos eu levanto a questão da ditadura anglofônica na pesquisa em > lógica. > > Já aconteceu comigo ter trabalho dos rejeitados sumariamente por pequenas > questões linguísticas, ou porque o trabalho não vinha do Canadá ,Estados > Unidos Inglaterra Austrália e Nova Zelândia. > > E o preconceito é também dos leitores l, daqueles que citam: eles têm mais > confiança em citar o Priest do que alguns de nós, por exemplo, quando se > trata de paraconsistência. Nisso amigo que nos perdoe tomá-lo como exemplo > mas é o mais obvio. > > Isso se "explica" porque o Priest, publicou no New York Times --mas de > novo o jornal vai preferir publicar as coisas dele do que de alguém de > nós. > > > As coisas se repetem em cadeias muito longas. > > Eu até queria falar sobre isso, mas parece que já acabou o espaço --ou vai > haver outro? > Aguém sabe disso, ou o João sabe nos dizer? > > Abraços > > -- > Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos > Grupos do Google. > Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie > um e-mail para [email protected]. > Para ver essa discussão na Web, acesse > https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CA%2Bob58Pq_u04Zbaop9tkc87u2_SSaG_gRtt9W2-CEjLhKP%2B0aw%40mail.gmail.com > . > > > > > -- > Marcos Silva (UFPE/CNPq) > Philosophy Department > Federal University of Pernambuco, Brazil > Editor-in-chief Revista Perspectiva Filosófica > Marcos Silva Philosophy > "amar e mudar as coisas me interessa mais" > > -- > Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos > Grupos do Google. > Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie > um e-mail para [email protected]. > Para ver essa discussão na Web, acesse > https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAGZ3pz%2BgZou8u%2B7EVxy0GSz_S6hnfAnMAOUzPKJRSSyV_UeVkQ%40mail.gmail.com > . > > > > > -- > Marcelo Finger > Departament of Computer Science, IME > University of Sao Paulo > http://www.ime.usp.br/~mfinger > ORCID: https://orcid.org/0000-0002-1391-1175 > ResearcherID: A-4670-2009 > > > > -- > Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos > Grupos do Google. > Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie > um e-mail para [email protected]. > Para ver essa discussão na Web, acesse > https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CA%2Bob58PrUNRcuRkQXTXJRZh%3DYgQY5Vize%2BZVZhxhp-QPyUoFfA%40mail.gmail.com > . > > > > -- > Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos > Grupos do Google. > Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie > um e-mail para [email protected]. > Para ver essa discussão na Web, acesse > https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAExWzU%2BjA0SfLNLSidYLVPs9fO%3Dm%3DQfzmd40xmPYVfzfurZumg%40mail.gmail.com > . > > > -- > Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos > Grupos do Google. > Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie > um e-mail para [email protected]. > Para ver essa discussão na Web, acesse > https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/9E349F50-38D0-4E93-A60B-509F202C606C%40gmail.com > . > > > -- > Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos > Grupos do Google. > Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie > um e-mail para [email protected]. > Para ver essa discussão na Web, acesse > https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/9D634298-CA3C-4CE8-965F-7E5D040EA309%40gmail.com > <https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/9D634298-CA3C-4CE8-965F-7E5D040EA309%40gmail.com?utm_medium=email&utm_source=footer> > . > > -- Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos Grupos do Google. 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