Oi João,
acredito que o artigo ao qual ele está se referindo seja este aqui:

On calculational proofs
<https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0168007201000598>

   1. Vladimir Lifschitz

Annals of Pure and Applied Logic
<https://www.sciencedirect.com/science/journal/01680072>
Volume 113, Issues 1–3
<https://www.sciencedirect.com/science/journal/01680072/113/1>, 27 December
2001, Pages 207-224


Em sex., 5 de mar. de 2021 às 17:04, Joao Marcos <[email protected]>
escreveu:

> Belo exemplo do "raciocínio calculacional" de Dijkstra, Petrucio!
>
> Em um post recente na FOM (do qual eu tirei o link que enviei aqui na
> lista esta semana para o arquivo do Dijkstra) o Vladik Kreinovich
> escreveu:
> "Examples of calculational proofs in Edsger’s writings were so
> impressive that I even asked myself whether every possible use of
> natural deduction in classical logic can be replaced, in principle, by
> calculational reasoning. The answer turned out to be yes (published in
> the Annals of Pure and Applied Logic in 2002)."
> https://cs.nyu.edu/pipermail/fom/2021-March/022524.html
>
> Você saberia dizer a qual paper no APAL ele se refere?
>
> Abraços,
> Joao Marcos
>
> On Fri, Mar 5, 2021 at 3:16 PM Petrucio Viana <[email protected]>
> wrote:
> >
> > Boa tarde,
> > segue uma maneira "intuitiva" (construtiva?), devida a Dijkstra e Misra,
> de provar o teorema de Cantor.
> > Ela condensa a ideia usada na prova que o Samuel apresentou, exibindo de
> maneira natural o conjunto que "estraga" a bijeção.
> >
> > Teorema: Para todas as funções F de X em P(X) e g de P(X) em X, Fog =/=
> Id.
> >
> > Prova:
> > Sejam F e g tais funções.
> >
> > Temos que:
> >
> > Fog =/= Id
> >
> > é equivalente a
> >
> > existe Y em P(X) tal que Y =/= F(g(Y))
> >
> > é consequência de
> >
> > existe Y em P(X) tal que [g(Y) pertence a Y não é equivalente a g(Y)
> pertence a F(g(Y)]
> >
> > é consequência de
> >
> > existe Y em P(X) tal que para todo x {[x pertence a Y] é equivalente a
> [x não pertence a F(x)]}
> >
> > tomando (o candidato natural exposto pela passagem acima) Y = { x : x
> não pertence a F(x) } isto é equivalente a
> >
> > verdadeiro.
> > QED
> >
> > Em qui., 4 de mar. de 2021 às 17:52, Joao Marcos <[email protected]>
> escreveu:
> >>
> >> > Aí que vem a única análise de casos ("uso do Terceiro Excluído",
> concordo...)
> >>
> >> E por falar em Terceiro Excluído, Samuel, você saberia explicar em
> >> termos pedestres até onde conseguiríamos levar o argumento da
> >> diagonalização, digamos, em *CZF*, se assumirmos o axioma segundo
> >> o qual todo conjunto é subcontável?
> >>
> >> []s, Joao Marcos
> >>
> >>
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> >> Para ver esta discussão na web, acesse
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