Mano pra mim a concepçao de palyboy, num é simplesmente, ter carro importado, ser de classe a b ou c, ela vai pelas atitudes, realmente as linguagens tecnicas as vezes nao sao entendidas pelo nosso povo, mai snos temos que dominar essa porra mermo, tinha os cara da area que moro que diziam que i-mail e net é coisa de boy, e hj amargam o gosto amargo de olhar varios maninhos da favela aqui perto do MHHOB, navegando na net, fazendo meta, fazendo um monte de coisa que pra muitos era coisa de Boy, acho que depender de nois, muitos conceitos vao ser mudados;;; e tamo juntos ai.....
 
GIL BV
MHHOB

Hernani Dimantas <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
cara... é lógico que o cara é playboy. alias... somos todos playboys,
classe mérdia e etc etc etc
creio que a aprpriação só é possivel quando a tecnologia vem intervir
nas comunidades

escrevi isso lá na buzzine.info

Submidiologia
enviado por hdhd / Segunda, 2005-10-31 21:34 Linkania | MetaReciclagem

Aprendi com a Mônica Narula, do Sarai, a entender a colaboração sob
uma ótica mais espiritualista, os seja, uma visão do oriente.
Colaboração tem a ver com o tempo, pois cloaboramos com as gerações
passadas, dando continuidade, modificando, melhorando ou piorando os
projetos civilizatórios (os sei lá... apenas uns projetinhos..heheh).
Bem como, colaboramos também com as próximas gerações. Uma visão de um
processo. Isso é instigante.

Outro insight que tive lá no Submidiologia foi perceber que a
apropriação da tecnologia se faz como uma intervenção, pois a
tecnologia só é boa quando interfere na sociedade como um todo.

Tags: linkania multitude

btw estive nesse fim de semana falando com o Toni Negri... e consegui
passar adiante os conceitos hackers que temos trabalhado. acho que foi
apenas uma palhinha que pode ir longe... hehehe

abs
hdhd

On 10/31/05, Marcelo Braz <[EMAIL PROTECTED]>wrote:
> Se é para morder ...lá vai:
>
> este termo reapropriação já me deixou ensimesmado
> também nesta questão da posse, propriedade, de toaml
> algo para si.
>
> ok, podemos pensar como ocupação de um espaço, invasão
> pirata, remix e etc. mas...mas... e a autonomia como
> se coloca aih? quem ocupa pode carregar a cultura do
> colonizador, ávido por reproduzir a sua lógica, não?
>
> O Romano no submidialogia disse algo que me marcou
> bastante. Quando questionou um menino da favela porque
> ele, Romano, era visto como playboy pelo garoto,
> apesar de se vestir e usar materiais simples. E o
> menino respondeu: pelo jeito que você fala!
>
> taih a questão: como ocupar sem impor uma lógica
> pré-concebida?
>
> então proponho um outro termo não-excludente:
> reassimilação, no sentido de transformar convertendo
> em sua própria substância. Indicaria então
> reincorporação, como criação de um corpo autônomo.
> Mastigar(interpretar), deglutir(adaptar) e cuspir
> (reinventar).
>
> ou não?
>
> no caso das tecnologias (que são muitas e não só
> técnicas para se re-montar computadores) penso que a
> função prática da coisa também pode estar ligada a
> questão da auto-sustentabilidade. mas sem deixar de
> lado a questão conceitual sobre o que são ferramentas,
> instrumentos, técnicas e tecnologia, repensando
> constantemente a prática.
>
> dizendo de outro modo, conceitos são pedras e o modo
> artesão de modificá-los permite criar beleza a partir
> da matéria bruta. como flores azuis nascendo do chão
> árido, sem ninguém tê-las plantado. pura magia
> xamanística.
>
> no real: nem tanto ao sonho, nem tanto à dura
> concretude.
>
> agora, quanto ao cheiro no cangote... não vou nem
> comentar (rsrsrsrs).
>
> m.braz
>
> --- Dalton Martins <[EMAIL PROTECTED]>escreveu:
>
> >
> > palm,
> >
> > que email bacana, hein!
> > gostei. valeu muito a provocação que te fiz antes
> > da palestra...
> >
> > bom, aqui vão meus 2 cents....
> >
> > penso, como eu estava falando na conferência, que
> > apropriação
> > tecnológica tem 3 níveis de possibilidade:
> > 1. reinterpretação de uma dada tecnologia;
> > 2. adaptação de uma dada tecnologia;
> > 3. reinvenção de uma dada tecnologia.
> >
> > no metareciclagem, ao meu ver, fazemos as 3 coisas
> > em níveis
> > completamente caórdicos e interessantes do ponto de
> > vista tecnológico,
> > social e estético. vejamos exemplos mais práticos do
> > que estou falando.
> >
> > nível 1: pegamos nosso amigo Glauco, que ao pintar
> > computadores,
> > reinterpreta a tecnologia dos computadores a partir
> > de uma dimensão
> > estética própria. essa reinterpretação ainda foi
> > tacanha em relação ao
> > que veio depois, com a criação de um VideoWall ou
> > mesmo os Dom Quixote
> > da mostra de artes do SEsc. Aquilo tudo foi
> > reinterpretar a tecnologia
> > de uma forma mais ampla, criando condições
> > arquiteturais (sim, isso é
> > uma provocação direta e reta) para repensar a
> > disposição espacial de
> > computadores, mas ainda realizando funções de
> > computadores para aquilo
> > que foram projetados (com algumas exceções que
> > explicarei no nível 2).
> > Buenas, a questão é que se pode ir além. Pq. o
> > Glauco reinterpretou? Pq
> > era um nível, num primeiro momento, de aproximação
> > da tecnologia,
> > evidenciando o conhecimento ainda parco de um
> > artista plástico a
> > respeito do universo de 0s e 1s.
> >
> > nível 2: num segundo momento, os técnicos percebem
> > que podem ir além
> > de seus limites conceituais, onde ficam apenas
> > trocando peças e
> > configurando softwares para funcionarem em acentos
> > ABNT2. nesso ponto,
> > acontece a mutação de um simples técnico para um
> > metarecicleiro. é
> > quando ele se percebe extrapolando os limites de sua
> > tecnologia e
> > quando vem em sua mente a primeira adaptação
> > tecnológica para a
> > resolução de um problema específico de seu
> > interesse. Boom!!! Sim,
> > estamos aqui invadindo a psiquê de um técnico na
> > fronteira entre a
> > economia de escala e o artesanato das redes. O
> > técnico olha para o
> > nível 1, percebe os limites do artista de
> > manipulação de sua própria
> > criação. Então, ele decide adaptar a tecnologia, ele
> > decide que pode
> > customizar aquele PC Pentium 200MHz, para rodar 4
> > placas de vídeo e
> > virar um vídeo Wall. O artista entorta os postes de
> > ferro e constroe-se
> > um vídeoWall. Constroem um Dom Quixote a partir da
> > mesma tecnologia.
> > Eles adaptaram.
> >
> > nível 3: reinventar é recriar a partir de uma
> > tecnologia existente. é
> > o que está sendo feito no caso da construção do robô
> > de um floppy.
> > certamente, o engenheiro que projetou um floppy,
> > jamais pensou que ele
> > poderia ser usado para a criação de um carrinho.
> > sim, mas a mente
> > humana reinterpreta, adapta e, no limite, recria.
> > instrumentos musicais
> > feitos de cuba de monitores de vídeo, motores de
> > impressora nivelando
> > tonalidades e modulando nossos ouvidos vibracionais
> > simplificando sons
> > e tecnologias. os metarecicleiros invadem
> > tecnologias exponencialmente,
> > revelando seus limites cognitivos em redes
> > semânticas.
> >
> > apropriação tecnológica é, sim, se apropriar do
> > conhecimento.
> > é transformar esse conhecimento através de conexões
> > mentais.
> > esse é um dos motivos pelos quais estou aqui.
> > o outro, certamente é dar um cheiro no cangote do
> > Feju toda segunda de
> > manhã.
> >
> > deixa eu ir, que o B-45 tá saindo e já estou
> > atrasado...
> >
> > abs,
> > dalton
> >
> >
> >
> --- ricardo palmieri <[EMAIL PROTECTED]>
> escreveu:
>
> > ola a [EMAIL PROTECTED]
> >
> > estou escrevendo daqui de campinas, no
> submidialogia.
> > a razao deste mail eh bem simples: ontem, antes do
> papo sobre o meta
> > aqui no
> > evento, meu querido dalton chegou ate a mim, junto
> com a bia, e fez
> > uma
> > perguntinha um tanto quanto batuta: o que, para mim,
> significava o
> > termo
> > "apropriacao tecnologica"?
> >
> > na hora, a resposta obvia: tomar algo para si, e
> refaze-lo do seu
> > jeito.
> > e a resposta de dalton: entao, se eu roubar uma
> camera de video de
> > alguem, e
> > produzir com ela, eh fazer esta tal apropriacao tb?
> >
> > e a obviedade da minha resposta e a avidez do rapaz
> dalton, acabou
> > por
> > ativar um cantinho do meu cerebro q nao estava muito
> ativo. me fez
> > pensar
> > durante a palestra toda e escrever alguns devaneios
> sobre as palavras
> > "apropriacao" e "tecnologica"
> >
> > segue abaixo o q escrevi na palestra. vou tentar
> explicar um pouco
> > este
> > monte de pensamento fragmentado, mas a principal
> razao de mandar isto
> > para a
> > lista, eh poder entender melhor algumas palavras
> chaves q estamos
> > usando, e
> > saber se realmente eh isso q estamos fazendo. e
> gostari muito q vcs
> > me
> > ajudassem a entender tudo isso.
> >
> > x-----------------x inicio
> >
> > apropriacoes
> >
> > proprias acoes
> >
> > apropriar no sentido de tornar proprio, tomar,
> apoderar, tornar-se
> > proprietario.
> > tomar o q? de quem? para que?
> > se eu me aproprio, me aproprio de algo, q pode ser
> de alguem. um
> > alguem
> > coletivo (?)
> >
> > tomar um bem permanente - tornar um bem permanente
> > tomar um bem instavel - tornar um bem instavel
> > tomar um bem impermanente - tornar um bem
> impermanente
> >
> >
> > reapropriacao: tornar-se proprio novamente.
> re-tornar-se
> > proprietario. (?)
> >
> >
> >
> >
> > tecnologias
> >
> > modos de fazer.
> > formas do fazer.
> > techne.
> >
> > reapropriacao de materiais - apoderamento de
> materiais permanentes
> > (funcao
> > pratica e nao conceitual), utilizando um processo de
> reflexao,
> > re-invencao
> > de novos usos para esta permanencia. mas estes
> materiais foram
> > contruidos a
> > partir de conhecimentos de processos que podemos
> aprender.
> >
> > reapropriacao de fazeres - apoderamento do techne,
> utilizando
> > processos de
> > reflexao, re-invencao e experimentacao para gerar
> novos processos
> >
> >
> > vejo tb um caminho/estrutura do processo de
> pensamento nas acoes do
> > meta.
> > gostaria de saber de vcs ate onde ele acontece, ou
> onde a ordem dos
> > tratores
> > podem modificar o viaduto.
> >
> > desejar algo - aprender o processo de confeccao -
> diagnosticar
> > alternativas
> > viaveis - captar a infra necessaria para execucao -
> executar
> >
> >
> > bem, eh isso. sao meus devaneios imersivos,
> esperando ansiosamente
> > por
> > respostas!!!
> >
> > abracao proceis.
> >
> >
> > p!
> >
> > --
> > ricardo palmieri
> > # 1181770077
> > [msn: [EMAIL PROTECTED]
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