atrasada como sempre.. ;p
Henrique Moura wrote:
Dialogando, eu? Entrevista? Não sou não. Sou o cara que há um mês saiu
de Natal/RN e veio para o Rio de Janeiro sem lenço e com os
documentos. Deveria eu ter jogado os documentos fora?
Trampei com a Tati e o Ruiz nas oficinas GESAC... Por falar nisso, cês
taum aê?
On 6/6/07, *mbraz* <[EMAIL PROTECTED] <mailto:[EMAIL PROTECTED]>>
wrote:
como nao fez nada ?? voce nao e' o cara que estava no Dialogos e
que entrevistou o ff ?
fale mais ai' sobre ti e o que andas aprontando ;))
salve, salve! olhe outro cipo' passando ai' do seu lado :)))
absssss
mbraz
Em 06/06/07, *Henrique Moura* < [EMAIL PROTECTED]
<mailto:[EMAIL PROTECTED]>> escreveu:
É por essas e outras que vale a pena assinar a lista Metarec.
Mesmo que eu seja mais um macaco que pulou do galho e está na
dúvida se espera o chão que se aproxima ou se agarra um cipó e
tenta voltar.
Nunca fiz nada de relevante no mundo metarec, mas dessa vez
tentarei acompanhar as ações do grupo ou pelo menos ler os
tópicos para poder fazer cara de conteúdo com a gente
"televisionada" com a qual eu tenho que conviver diariamente.
Eu apenas entrei novamente na lista.
On 6/6/07, *Tiago Gois Mariano* < [EMAIL PROTECTED]
<mailto:[EMAIL PROTECTED]>> wrote:
Em 01/06/07, *mbraz* < [EMAIL PROTECTED]
<mailto:[EMAIL PROTECTED]>> escreveu:
ainda dentro do dialogos sobre aprendizagens, vou
fazer o que alguns
consideram heresia. Citarei Onfray, talvez o filosofo
que mais se
aproxime de Escolas Filosoficas Livres, pois criou na
Franca uma
Universidade Popular onde qualquer um pode frequentar.
Segue a rima:
"Na instância do adestramento, destinados a serem os
rolamentos da
máquina social, contentes com a própria sorte,
incluídos se são
dóceis, recompensados se são servis, excluídos se são
rebeldes,
punidos se revoltados e não fazem o jogo, os colegiais
são submetidos
ao tratamento dos reprovados do corpo improdutivo.
Isentos de corpo,
de carne, de sentimentos, de emoções, de afeto, de
pensamentos
próprios, de problemas pessoais, de sensibilidades, de
subjetividades,
eles são convidados para os banquetes onde lhes
ensinam a macaquear os
adultos, a se tornar escravos conforme as regras. Não
consigo deixar
de pensar nas máquinas que Aristóteles consagrou ao
que ele chama de
'a ciência da escravidão', no capitulo sobre os
sub-homens que são os
indivíduos servis. Essa ciência ensina aos escravos a
natureza de seus
deveres. Os direitos? Isso é que não, para quê? Toda
instituição
escolar, mesmo disfarçada sob os ouropéis das ciências
da educação e
de não sei o que outra prática pedagógica esclarecida,
tem por única
função aquilo que publicamente chama-se socialização,
para evitar
nomear de outra forma de fazer curvar a espinha
dorsal, de submeter ou
de destituir, de obedecer, ou mesmo de mentir ou
praticar a
hipocrisia." (texto da pág.84 do livro "A política do
rebelde -
tratado de resistência e insubmissão", de Michel
Onfray, editora
Rocco)"
mbraz
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൬βռăʒ
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legal gostei da mensagem
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Henrique Moura
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"Chamar alguém de "anti-americano", ou ser anti-americano, (ou para tanto
anti-Indiano ou anti-Timbuktuano) é não somente racismo, como uma falta de imaginação. Uma
inabibilidade de ver o mundo em outros termos que aqueles que foram estabelecidos por você."
"... Amar. Ser amada. Nunca esquecer a sua própria insignificância. Nunca se
acostumar com a violência muda e a disparidade vulgar da vida ao seu redor. Procurar
alegria nos lugares mais tristes. Procurar a beleza no estábulo. Nunca simplificar o que
é complicado nem complicar o que é simples. Respeitar a força, nunca o poder. Acima de
tudo, olhar. Tentar entender. Nunca deixar de olhar. E nunca, nunca esquecer."
arundhati roy
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