Vai ter workshop de Somaiê em SP a preços populares (hehehe) domingo que
vem, a noite. Encaminho a divulgação qndo eu receber.
nati.


Em 18/06/07, tati <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

atrasada como sempre.. ;p

Henrique Moura wrote:
> Dialogando, eu? Entrevista? Não sou não. Sou o cara que há um mês saiu
> de Natal/RN e veio para o Rio de Janeiro sem lenço e com os
> documentos. Deveria eu ter jogado os documentos fora?
> Trampei com a Tati e o Ruiz nas oficinas GESAC... Por falar nisso, cês
> taum aê?
>
> On 6/6/07, *mbraz* <[EMAIL PROTECTED] <mailto:[EMAIL PROTECTED]>>
> wrote:
>
>     como nao fez nada ?? voce nao e' o cara que estava no Dialogos e
>     que entrevistou o ff ?
>
>     fale mais ai' sobre ti e o que andas aprontando ;))
>
>     salve, salve! olhe outro cipo' passando ai' do seu lado :)))
>
>     absssss
>
>     mbraz
>
>     Em 06/06/07, *Henrique Moura* < [EMAIL PROTECTED]
>     <mailto:[EMAIL PROTECTED]>> escreveu:
>
>         É por essas e outras que vale a pena assinar a lista Metarec.
>         Mesmo que eu seja mais um macaco que pulou do galho e está na
>         dúvida se espera o chão que se aproxima ou se agarra um cipó e
>         tenta voltar.
>         Nunca fiz nada de relevante no mundo metarec, mas dessa vez
>         tentarei acompanhar as ações do grupo ou pelo menos ler os
>         tópicos para poder fazer cara de conteúdo com a gente
>         "televisionada" com a qual eu tenho que conviver diariamente.
>         Eu apenas entrei novamente na lista.
>
>         On 6/6/07, *Tiago Gois Mariano* < [EMAIL PROTECTED]
>         <mailto:[EMAIL PROTECTED]>> wrote:
>
>
>
>             Em 01/06/07, *mbraz* < [EMAIL PROTECTED]
>             <mailto:[EMAIL PROTECTED]>> escreveu:
>
>                 ainda dentro do dialogos sobre aprendizagens, vou
>                 fazer o que alguns
>                 consideram heresia. Citarei Onfray, talvez o filosofo
>                 que mais se
>                 aproxime de Escolas Filosoficas Livres, pois criou na
>                 Franca uma
>                 Universidade Popular onde qualquer um pode frequentar.
>                 Segue a rima:
>
>                 "Na instância do adestramento, destinados a serem os
>                 rolamentos da
>                 máquina social, contentes com a própria sorte,
>                 incluídos se são
>                 dóceis, recompensados se são servis, excluídos se são
>                 rebeldes,
>                 punidos se revoltados e não fazem o jogo, os colegiais
>                 são submetidos
>                 ao tratamento dos reprovados do corpo improdutivo.
>                 Isentos de corpo,
>                 de carne, de sentimentos, de emoções, de afeto, de
>                 pensamentos
>                 próprios, de problemas pessoais, de sensibilidades, de
>                 subjetividades,
>                 eles são convidados para os banquetes onde lhes
>                 ensinam a macaquear os
>                 adultos, a se tornar escravos conforme as regras. Não
>                 consigo deixar
>                 de pensar nas máquinas que Aristóteles consagrou ao
>                 que ele chama de
>                 'a ciência da escravidão', no capitulo sobre os
>                 sub-homens que são os
>                 indivíduos servis. Essa ciência ensina aos escravos a
>                 natureza de seus
>                 deveres. Os direitos? Isso é que não, para quê? Toda
>                 instituição
>                 escolar, mesmo disfarçada sob os ouropéis das ciências
>                 da educação e
>                 de não sei o que outra prática pedagógica esclarecida,
>                 tem por única
>                 função aquilo que publicamente chama-se socialização,
>                 para evitar
>                 nomear de outra forma de fazer curvar a espinha
>                 dorsal, de submeter ou
>                 de destituir, de obedecer, ou mesmo de mentir ou
>                 praticar a
>                 hipocrisia." (texto da pág.84 do livro "A política do
>                 rebelde -
>                 tratado de resistência e insubmissão", de Michel
>                 Onfray, editora
>                 Rocco)"
>
>
>                 mbraz
>                 --
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"Chamar alguém de "anti-americano", ou ser anti-americano, (ou para tanto
anti-Indiano ou anti-Timbuktuano) é não somente racismo, como uma falta de
imaginação. Uma inabibilidade de ver o mundo em outros termos que aqueles
que foram estabelecidos por você."

"... Amar. Ser amada. Nunca esquecer a sua própria insignificância. Nunca
se acostumar com a violência muda e a disparidade vulgar da vida ao seu
redor. Procurar alegria nos lugares mais tristes. Procurar a beleza no
estábulo. Nunca simplificar o que é complicado nem complicar o que é
simples. Respeitar a força, nunca o poder. Acima de tudo, olhar. Tentar
entender. Nunca deixar de olhar. E nunca, nunca esquecer."

arundhati roy
http://www.weroy.org

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