é obvio que o amigão Levy já era um cara bem adiantado quando eu nasci (do 
outro lado, não sei porque teria que me interessar mais no que fizeram as 
pessoas antes de eu nascer...e os outros que viram depois? mas tudo bem) e para 
critica-lo temos que conhece-lo, assim como todos os outros nomes que rolaram 
nesses dias nas discussões da lista. por causa da minha pesquisa ja tive que 
aturar varios desses autores (e os que não... obrigado, porque anotei os nomes 
e vou procurar) e posso dizer, graças a varias experiencias desagradaveis na 
assim chamada "academia", que as pessoas que se arrocam numa fé, defendendo um 
autor e atacando o outro até a morte... não vão chegar muito longe, pois os 
caras que tanto criticam, ou amam, nunca fizeram isso, se não não teriam 
conseguido enxergar o que enxergaram. até o mais radical opositor leu o seu 
nemesis intelectual e dele alguma coisa aprendeu (no minimo o que não se debe 
fazer), assim que, embora eu tenha os meus desagrados com as
 ideias do Levy, isso não implica que o cara não tenha alguma coisa para dizer, 
e se vamos critica-lo, com argumentos, mas reconhecendo que alguma coisa falou.

agora: outra questão, eu partecipei ja de varias conferencias onde ou alguem 
pagava, ou o preço era accesivel, agora um cara que fala o que ele fala vir ate 
cá para falar a elite da elite dos ineteletuais sobre inteligencia coletiva, 
construção coletiva do conhecimento e bla bla..... não sei, não sei....
se eu fosse tão reconhecido pelo menos, pelos menos, pediria que houvesse 
ajudas ou no minimo desconto para estudantes, bolsistas, sei la, para pessoas 
que queiram entrar no seu mundo tão aberto na teoria, e que simplesmente por 
dinhero se fecha para outros......

por isso, a recomendação do dia "Armand Mattelart", sem falar nunca diretamente 
o nome do Levy, o cara explica con numeros a exclusão digital e porque os 
sonhos do visionario da cibercultura ficarão confinadas nos cantos ricos do 
mundo....


eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: sinceramente, o fato de eu ter 
postado a entrevista tem nada haver com convite à conferência... e, lembrando o 
que FF disse sobre o que el escreveu ser do seculo passado... realmente, ele 
escreveu sobre inteligência coletiva nesse tempo, não só escreveu, como leu, 
aprendeu, refletiu, elaborou, ou seja, o cara é um VISINÁRIO, ele já pensava, 
elaborava, refletia sobre essa tal da inteligencia coletiva mesmo antes de Yago 
nascer... não somos obrigados a concordar com ele, mas há de se reconhecer 
mérito... então, meus querídolos, leiam, se apropriem mesmo do conhecimento, 
elaborem, discutam, refletam... daí talvez gritar na porta de uma conferencia 
fechada possa surtir algum efeito e a porta poderá se abrir, afinal, os gritos 
vem de alguém que tem conteudo pra argumentar e defender outro ponto de vista 
que não o que está sendo apresentado. 
  
 abs
  
 lele

 
 Em 12/08/07, eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:  me desculpem, mas 
como gostam de confundir os fundilhos, hem?
 na boa, o evento é privado, é da copesul petroq

 
 Em 12/08/07, yago quiñones <[EMAIL PROTECTED] > escreveu:   não sei, não 
gente, eu moro ca em porto alegre e vou ir la na conferencia do cara e vou 
tentar entrar, assim mesmo, porque eu não tenho os 400 reais que custa para 
entrar. então eu vou com uma edição de "Cibercultura" pego na biblioteca 
embaixo do braço e se não consigo entrar começo a gritar: cade a tal de 
inteligencia coletiva que tu tanto fala?  
Como que vamos construir a tal de inteligencia coletiva compartilhando o 
conhecimento e tal se tenho que pagar 400 contos para te ver?

Rafael Evangelista <  [EMAIL PROTECTED]> escreveu:  xiii, esse negócio de soft 
livre é coisa do séc. passado. morreu e agora 
é só um zumbi comendo cérebro :) 

eiabel lelex escreveu: 
> é... tem gosto prá tudo... já dizia a velha que comia ranho... eu, por 
> exemplo, não gosto dum monte de coisa que escrevem nesse seculo 
> atual...chegando a preferir mais os registros escritos em seculos do  
> passado, até prá continuar aceitando o que escrevem como 
> sendo novidade... e acho que ainda não entendi bem o software livre... 
> sua filosofia até mesmo sua evangelição são compreensíveis, sedutoras,  
> mas na prática, parece apenas uma escolha de software, somente.
> 
> besos
> lelex
>
> 
> Em 12/08/07, *Felipe Fonseca* 
> > escreveu:
>
> Que nao concorde Zigmunt com Bauman foi legal, 
> mas acho que sem querer.
>
> Esse tio aí é do século passado, né?
>
> Nem entendeu o software livre, ainda. Pena,
> eu gostei de umas coisas que ele escreveu. 
> No milênio passado. 
>
> efe
>
> On 8/12/07, *eiabel lelex* < [EMAIL PROTECTED] 
 > > wrote:
>
> **O profeta da cibercultura**
> Entrevista: Pierre Lévy, sociólogo
> GABRIEL BRUST
>
> 
> 
> Mais de uma década depois da publicação de O que É o Virtual?  
> (1996), um de seus livros mais famosos, o sociólogo Pierre
> Lévy ainda surfa na ondas de sua produção sobre cibercultura.
> Isso porque, para ele, nada mudou tanto assim desde então. O
> que vivemos hoje seria apenas a apropriação social das  
> ferramentas que já existiam, nas quais Lévy - próximo
> conferencista do ciclo Fronteiras do Pensamento, promovido
> pela Copesul Cultural - foi um dos primeiros a identificar um
> gigantesco potencial, em uma época em que poucos sabiam dizer  
> para que servia a Internet. A ousadia que marcou seus
> primeiros livros, no entanto, permanece. Diante do imenso
> barulho causado pelo que se está chamando de "a nova fase da
> Internet", a Web  2.0 - mais colaborativa, diferente dos anos
> iniciais, de mera contemplação - , Lévy é taxativo:
>
> - Não há nenhuma diferença entre a web 1 e a web 2.0, exceto
> que agora há mais gente que pode participar da web.  
>
> Tendo como gênese os conceitos do canadense Marshall McLuhan,
> que cunhou expressões como "aldeia global" nos longínquos anos
> 60, Lévy se tornou um dos pensadores mais representativos da  
> revolução digital no mundo contemporâneo. Nascido na Tunísia,
> formou-se em Sociologia e Ciência da Informação e da
> Comunicação na Sorbonne, em Paris, e atualmente é professor
> titular do Departamento de Comunicações na Universidade de  
> Ottawa, no Canadá.
>
> Considerado um otimista diante das transformações trazidas
> pelas redes, o sociólogo parte da visão do computador como um
> hiperdocumento vivo em expansão permanente. A Internet seria  
> uma rede análoga às conexões entre os neurônios humanos. Lévy
> crê na rede não apenas como uma ferramenta para se aprofundar
> a democracia e se ampliar o conhecimento coletivo, mas como
> fundadora de uma verdadeira civilização que está apenas  
> começando.
>
> Criador de conceitos como tecnodemocracia e cosmopédia, o
> sociólogo ainda luta para garantir que estas definições sobre
> cibercultura, das quais é um dos fundadores, sejam  
> respeitadas. Para Lévy, o virtual, por exemplo, não se opõe ao
> real - como é freqüentemente citado - , mas sim ao atual.
> Mesmo sabendo que seu interlocutor, ao fazer tal
> contraposição, quer apenas diferenciar o que se passa na rede  
> do que se passa fora dela, o sociólogo faz questão de frisar o
> conceito formal que deu ao virtual em seu livro de 1996.
>
> Em conversa por telefone, direto do Canadá, Lévy falou sobre a
> palestra que fará na próxima terça-feira em Porto Alegre e  
> sobre o momento atual da cibercultura - sem deixar de lembrar
> que todo tipo de vida é real. Na rede ou fora dela.
>
> *Cultura - Em seu livro O Que É o Virtual?, publicado no
> Brasil em 1996, o senhor diz que o ciberespaço pode apenas  
> reproduzir o espetáculo e a mídia em grande escala, ou pode
> criar uma civilização centrada na inteligência coletiva. Qual
> dos dois está ganhando a corrida hoje?
>
> Pierre Lévy -* (risos) Não há vencedores no momento. A  
> inteligência coletiva está crescendo, como podemos ver na
> Wikipedia e em outros sites. A memória coletiva está sendo
> usada largamente. Mas os dois estão correndo juntos.
>
> *Cultura - A Internet tem mostrado capacidade de enfrentar  
> regimes totalitários e ajudar a consolidar a democracia, como
> o senhor previa?
>
> Lévy -* Em geral, quanto ao aumento das possibilidades de
> comunicação servindo contra a estabilidade de regimes  
> totalitários, o processo está relativamente lento. Temos que
> esperar, isso não vai acontecer logo. Mas quanto mais você tem
> possibilidades de criar associações e de ter contato com
> outras culturas, isso cria uma sociedade menos fechada e, a  
> longo prazo, é bom para a democracia.
>
> *Cultura - Podemos dizer que a definição de Zigmunt Bauman
> sobre valores líquidos da sociedade atual (aqueles que se
> modificam rapidamente e cujos laços são frágeis) foram  
> causados pela relação com o virtual?
>
> Lévy -* Como assim, líquidos?
>
> *Cultura - É uma teoria desse filósofo polonês radicado na
> Inglaterra, autor de Modernidade Líquida e Amor Líquido. O  
> senhor acha que a instabilidade das relações tem a ver com o
> virtual?
>
> Lévy -* Bem, primeiro teríamos que concordar com essa coisa da
> liquidez dos valores, mas não sei se entendi direito (risos).  
>
> *Cultura - Mesmo que não concorde Zigmunt com Bauman, o senhor
> acha que o virtual está modificando os relacionamentos entre
> as pessoas?
>
> Lévy -* Não acho que tenha a ver. Podemos falar em um tipo de  
> aceleração de processos, todos os tipo de de processos,
> incluindo o conhecimento, a economia e a política. As coisas
> são rápidas, e isso não é causado pela Internet, ela é apenas
> um dos vários fatores que contribuem para acelerar todos os  
> processos culturais e sociais. Mas é claro que a globalização
> em geral traz grandes facilidades a vida urbana.
>
> *Cultura - Vemos hoje ascender à adolescência a primeira
> geração que nasceu usando a Internet. É possível identificar  
> características específicas dessa geração?
>
> Lévy -* A minha resposta não vai ser interessante porque a
> minha resposta é: sim, eles são diferentes, porque eles estão
> muito acostumados à Internet. Eles estão procurando por  
> informações de maneira fácil, estão se entretendo nas redes. É
> fácil para eles usar computadores e videogames, mas não é uma
> completa mudança, não é uma questão de geração. O mais
> importante é que nós estamos construindo uma nova civilização.  
> E seria um grande erro pedir aos jovens que guiem a nova
> civilização (risos).
>
> *Cultura - O senhor diz que as redes modificam algumas de
> nossas capacidades cognitivas. Como isso se aplica ao caso da  
> memória, que parece ser cada vez menos utilizada, uma vez que
> tudo está em um grande banco de dados acessível a um clic?
>
> Lévy -* Acho que é exatamente o oposto disso (risos). A
> memória não é algo que está em nosso cérebro. Memória é tudo  
> que podemos recordar. Então podemos recordar memórias do nosso
> cérebro, mas também podemos recordar de livros, de bibliotecas
> ou da web. Acho que uma das mais óbvias conseqüências do
> advento do ciberespaço é a documentação da memória.  
>
> *Cultura - O senhor acha que o crescimento na quantidade de
> pessoas patologicamente viciadas em Internet se deve a um
> encantamento maior com a vida virtual do que com a real?
>
> Lévy -* Todo tipo de vida é real, não existe virtual ou real.  
> Só há vida humana, não há diferença. Pessoas podem ser
> viciadas em qualquer coisa, em televisão, em sexo, em jogos,
> em álcool... Vício não tem nada a ver com o objeto.
>
> *Cultura - Por que a exposição da vida privada se tornou um  
> valor nos tempos contemporâneos?
>
> Lévy -* Acho que estão crescendo a tendência à transparência.
> Há cada vez mais informação disponível online e parte dela é
> uma informação que antes era privada. Isso é uma tendência  
> importante e vai continuar.
>
> *Cultura - O software Second Life foi considerado fenômeno,
> mas agora parece perder fôlego. Seus criadores acertaram ao
> tentar reproduzir a vida real na Internet?  
>
> Lévy -* Não sei. Depende do crescimento e do que as pessoas
> querem fazer. Às vezes, é bom reproduzir, às vezes é bom criar
> algo completamente diferente. Como posso dizer que é um erro
> fazer alguma coisa ou outra? (risos). O princípio da realidade  
> virtual online vem de 20 anos, já existia. A única diferença
> do Second Life é que mais pessoas têm acesso direto, assim
> como não há nenhuma diferença entre a web 1 e a web 2 (segunda
> geração da Internet, que reforça o conceito de troca de  
> informações e colaboração), exceto que agora há mais pessoas
> que podem participar da web. Há em geral um movimento de
> apropriação por parte do público cada vez maior das mídias
> online. Só o que há de novo no Second Life é que ele está se  
> tornando uma espécie de fenômeno social, mas do ponto técnico
> não tem nada novo.
>
> *Cultura - O que é realmente novo hoje na Internet?
>
> Lévy -* Estamos esperando por algo novo (risos). O que há de  
> novo é a apropriação social da tecnologia da web e o
> progressivo crescimento de um tipo de espaço público global,
> mas acho que vai ser, no futuro, do ponto de vista conceitual
> e técnico, algo que não conhecemos hoje. No momento, estamos  
> vivendo a fase da apropriação social. Vão existir novos
> adventos no futuro, provavelmente algum tipo de inteligência
> artificial distribuída.
>
> *Cultura - No que o senhor está trabalhando atualmente?  
>
> Lévy -* Em Porto Alegre vou falar sobre minha atual pesquisa,
> que é sobre uma nova língua que inventei. Se chama IEML
> (Metalinguagem da Economia da Informação), pode ser acessada
> em todo tipo de idioma, em Francês, em Inglês ou Português, e  
> pode ser entendida pelo computador. Uma linguagem que pode ser
> manipulada pelo computador. Não vai ser utilizada pelo público
> em geral, será uma linguagem underground, para ser manipulada
> por especialistas, pois é complexa, mas vai multiplicar o  
> poder dos sistemas de busca e a habilidade de explorar
> informação na Internet. A linguagem hoje ainda é um problema
> na Internet. Temos interconexão técnica, mas não semântica.
> Então o objetivo da pesquisa é preencher essa lacuna semântica.  
>
> *Cultura - Há algo no seu trabalho sobre cibercultura que não
> está se confirmando ou que o senhor repensaria hoje?
>
> Lévy -* Meu livro A Inteligência Coletiva foi publicado em
> 1994 na França, e naquele tempo as pessoas nem sabiam que a  
> web existia. Muita gente me acusou de ser um completo utópico
> e irrealista, mas hoje podemos ver que estamos num real e
> forte movimento de inteligência coletiva. A Wikipedia, em
> particular, mostra isso. Há também o uso de comunicação P2P,  
> software de código aberto, e também redes sociais online.
> Então, há tendências, há inteligência coletiva, mas estamos
> apenas no começo.
>
> (  [EMAIL PROTECTED]

> )
>
>
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> Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se,
> desdobrar-se no universal, persistir no particular,  
> transformar-se, especificar-se e (como a vida gosta de
> manifestar-se em mil condições) aparecer e desaparecer,
> solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e
> contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos no  
> mesmo instante, toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo
> tempo; formação e deperecimento, criação e destruição,
> nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no mesmo espírito
> e na mesma medida: assim o que acontece de mais particular  
> apresenta-se sempre como imagem e o símbolo do universal."
> -goethe -
>
> "Se você não concordar,
> não posso me desculpar..."
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> Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se, 
> desdobrar-se no universal, persistir no particular, transformar-se,  
> especificar-se e (como a vida gosta de manifestar-se em mil condições) 
> aparecer e desaparecer, solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, 
> dilatar-se e contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos  
> no mesmo instante, toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo tempo; 
> formação e deperecimento, criação e destruição, nascimento e morte, 
> prazer e pena, tudo age no mesmo espírito e na mesma medida: assim o  
> que acontece de mais particular apresenta-se sempre como imagem e o 
> símbolo do universal." -goethe -
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> "Se você não concordar,
> não posso me desculpar..."
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universal, persistir no particular, transformar-se, especificar-se e (como a 
vida gosta de manifestar-se em mil condições) aparecer e desaparecer, 
solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e contrair-se. ora 
todos esses efeitos produzindo-se juntos no mesmo instante, toda coisa e cada 
uma podem chegar ao mesmo tempo; formação e deperecimento, criação e 
destruição, nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no mesmo espírito e na 
mesma medida: assim o que acontece de mais particular apresenta-se sempre como 
imagem e o símbolo do universal." -goethe -  

"Se você não concordar,
não posso me desculpar..." 




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universal, persistir no particular, transformar-se, especificar-se e (como a 
vida gosta de manifestar-se em mil condições) aparecer e desaparecer, 
solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e contrair-se. ora 
todos esses efeitos produzindo-se juntos no mesmo instante, toda coisa e cada 
uma podem chegar ao mesmo tempo; formação e deperecimento, criação e 
destruição, nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no mesmo espírito e na 
mesma medida: assim o que acontece de mais particular apresenta-se sempre como 
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