Tu não desmereceu não, mbraz. é que eu tava respondendo e tu entrou na caixinha, por pura preguiça, tua msg se fez o meio, hehehe.
agora, sobre minha sensação de ser nossa lista de discussão um lugar onde as pessoas realmente conversam, tem haver com tantas outras listas que participo que nunca sabe se é uma pessoa ou um robô(eu odeio anti-spam, hehehe, tu tem que ficar ali: eu não sou um robô) quem está encaminhando msgs, é muita convocação, convite, propaganda, sem esquecer as msgs que parecem querer dizer alguma coisa, mas não surte efeito, quase nunca tem retorno, caso tu te interesse pelo assunto... isso de atirar textos e deixar tudo cair numa mistureba, sem que se construam diálogos bem refletidos e pensados é... sei lá... tem muito lixo e "coisaradas" despencando em emails... quando há diálogo, um pouquinho de ironia e deboche até faz a gente rir, não é? besos lelex anarco-autonomista Em 13/08/07, mbraz <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > pow, acho que nem pode ser diferente, ne' ? e' uma lista de discussao > e penso que o debate esta' sempre aberto. criticas, sugestoes, > duvidas, opinioes, etc e' o que ha´ .... > > lelex, ate' reli meu e-mail :-)) > mas, nem sei se desmereci o tal moco ... pois escrevi sobre suas > analises mesmo. Recomendo ate' mesmo ler seus livros e assistir suas > palestras para ter uma visao propria autonoma e poder comentar aqui. > > so' considero-o, agora, limitado e insuficiente para os problemas que > estao ai, cerceando liberdades. > > e pensar, e' uma delas. > > ps: bem capaz, nem ele pagando pra eu ouvi-lo... hehe. > > ;) > > mbraz > > Em 13/08/07, eiabel lelex<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > ei, apenas prá esclarecer que a resposta em msg do mbraz é na intenção > que a > > conversa continue, pois o que vem se elaborando na caixola, o fio da > meada, > > tem haver com o debate iniciado pelo Yago, Çtalker, FF, enfim, todas > pessoas > > que estão interessadas e com u m sentimento de impaciência frente ao > > "natural" com que a imprensa, o senso comum mascaram continuamente uma > > realidade, tratando-a por atualidade...daí que o PL disse algo que eu > > simpatizo: o virtual não é o oposto ao real, mas sim a o atual. > > > > besos > > > > lele > > > > > > > > Em 13/08/07, eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > > > > > Tá, eu sou meio estúpida, tipo Maria Conceição Tavares. Mas se a > > portuguesa pode, porque eu não posso? > > > > > > ...me incomoda colocar tudo no plano do "eu sou, tu és, eles são", > > desmerecer o argumento da pessoa desconstituindo a sua imagem. Não se > trata > > de quem cada um é. Se trata do que estão fazendo. O real existe e muito > > contundente. A mídia não substitue o real embora o emporcalhe de > > acontecimentos bizarros e barrocos... tem uma cultura do "simples" que > vai > > na onda e não pensa nada, se alimentam e sempre alimentaram a inveja > como > > sentimento positivo. A inveja não faz revolução nenhuma. Só quem tem prá > dar > > faz revolução > > > > > > Tá certo. Não concordamos. Discordamos tanto que até chego a pensar > que > > somos uma lista de discussão(as únicas) em que pessoas estão realmente > > conversando. > > > > > > Mas tem uma divergência que já aparece clara: este negócio de mundo > > binário eu acho uma verdadeira piada. Pra mim, só serve pro Bill Gates e > sua > > turma deitar e rolar. Não que eu use o computador... se ele é só uma > réles > > maquineta. Mas pensar, prá mim, de forma binária é querer obedecer > ordens, > > pra dizer o menos. > > > > > > O mundo moderno, o atual, construiu novas categorias, de tempo, espaço > e > > movimento, através da ciência moderna. A reflexão teórica da saída da > > modernidade, na física, na química e na biologia, está saindo dessa rede > de > > percepções modernas sobre essas grandes categorias daquilo que é (acho > que > > se diz o ontológico). Está saindo para o bem e para o mal, diga-se de > > passagem; a bomba atômica e a guerra química e biológica, bem como a > guerra > > semiológica são frutos dessa saída dos referenciais construídos pelo > > positivismo e, também, pelo materialismo histórico. > > > > > > A saída acontece por um processo que já foi caracterizado com > > "contra-intuição", isto é, aquilo que a modernidade se acostumou a > chamar de > > "intuitivo" significava "natural", "espontâneo" e "imediato". Foi uma > grande > > mentira, e é uma mentira poderosa e fundadora do capitalismo. A intuição > é > > produzida por crenças e já desde o velho Freud estuda-se isso. No > entanto, > > desejo que surja um novo anarquismo mergulhado num olhar investigador > que > > quer ver a relação entre os indivíduos, os grupos e os estados. > Sobretudo o > > Estado de Direito, que entenda a importância do papel do Estado como > espaço > > de disputa e de possível proteção parcial dos subalternos. É no campo da > > contra-intuição que pode-se descobrir um novo olhar... uma inteligência > > coletiva? > > > > > > > > > Em 12/08/07, mbraz <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > > > > > > entonces, eu me lembro de ter lido alguns livros do Levy, ter ido em > > > > conferencias e tals. na ultima que estive, ele expos essa tal de > > > > lingua ou linguagem que ele diz ter criado (!?). acreditem, e' > piracao > > > > total! o cara surtou, e foi quando meus temores quanto ao seu > otimismo > > > > visionario se confirmaram. > > > > > > > > mas tambem nao podemos negar que nao foi so' eu que cai' nesse > > > > engodo... muita gente foi nesse embalo, ate' porque naquele momento > > > > havia mais perguntas do que criticas e avaliacoes profundas sobre > > > > alguns temas. > > > > > > > > o que nao confio mais sao as premissas de onde ele parte, tais como: > > > > > > > > - pensar o mundo a partir da internet e nao o inverso > > > > - nao pensar nos processos globalizantes e sua complexidade, como > fez > > > > com competencia Milton Santos, lentamente, mas profundamente. Sendo > > > > rigoroso com suas fontes de pesquisa e seu proprio pensar, tendo uma > > > > visao mais ampla sobre a mundializacao em curso. Ou como ele gostava > > > > de escrever, do globalitarismo > > > > - acreditar piamente, como salientou sstalker, em processos e tempos > > lineares > > > > - nao se perguntar se ha', realmente, inteligencias individuais > > > > - crer em chupa-cabras > > > > > > > > Leiamos Milton Santos: > > > > ... > > > > '' Durante seculos, acreditaramos que os homens mais velozes > detinham > > > > a inteligencia do Mundo. A literatura que glorifica a potencia > incluiu > > > > a velocidade como essa forca magica que permitiu aa Europa civilizar > > > > primeiro e empurrar, depois, a "sua" civilizacao para o resto do > > > > mundo. Agora, estamos descobrindo que, nas cidades, o tempo que > > > > comanda, ou vai comandar, e' o tempo dos homens lentos. Na grande > > > > cidade, hoje, o que se da' e' tudo ao contrario. A forca e' dos > > > > "lentos" e nao dos que detem a velocidade elogiada por um Virilio em > > > > delirio, na esteira de um Valery sonhador. Quem, na cidade, tem > > > > mobilidade - e pode percorre-la e esquadrinha'-la - acaba por ver > > > > pouco, da cidade e do mundo. Sua comunhao com as imagens, > > > > frequentemente prefabricadas, e' a sua perdicao. Seu conforto, que > nao > > > > desejam perder, vem, exatamente, do convivio com essas imagens. Os > > > > homens "lentos", para quem tais imagens sao miragens, nao podem, > por > > > > muito tempo, estar em fase com esse imaginario perverso e ir > > > > descobrindo as fabulacoes. > > > > > > > > E' assim que eles escapam ao totalitarismo da racionalidade, > aventura > > > > vedada aos ricos e aas classes medias. Desse modo, acusados por uma > > > > literatura sociologica repetitiva, de orientacao ao presente e de > > > > incapacidade instrospectiva, sao os pobres que, na cidade, mais > > > > fixamente olham para o futuro. > > > > > > > > Na cidade "luminosa", moderna, hoje, a "naturalidade" do objeto > > > > tecnico cria uma mecanica rotineira, um sistema de gestos sem > > > > surpresa. Essa historicizacao da metafisica crava no organismo > urbano > > > > areas constituidas ao sabor da modernidade e que se justapoem, > > > > superpoem e contrapoem ao uso da cidade onde vivem os pobres, nas > > > > zonas urbanas 'opacas'. Estes sao os espacos aproximativos e da > > > > criatividade, opostos aas zonas luminosas, espacos da exatidao. Os > > > > espacos inorganicos e' que sao abertos, e os espacos regulares sao > > > > fechados, racionalizados e racionalizadores. > > > > > > > > Por serem "diferentes", os pobres abrem um debate novo, inedito, aas > > > > vezes silencioso, aas vezes ruidoso, com as populacoes e as coisas > ja' > > > > presentes. E' assim que eles reavaliam a tecnoesfera e a > psicoesfera, > > > > encontrando novos usos e finalidades para objetos e tecnicas e > tambem > > > > novas articulacoes praticas e novas normas, na vida social e > afetiva. > > > > Diante das redes tecnicas e informacionais, pobres e imigrantes sao > > > > passivos, como todas as demais pessoas. E' na esfera comunicacional > > > > que eles, diferentemente das classes ditas superiores, sao > fortemente > > > > ativos. '' > > > > ... > > > > > > > > ------------------------------------ > > > > > > > > GAMBIARRA NA VEIA !!!!!! > > > > > > > > abczos > > > > mbraz > > > > > > > > > > > > -- > > > > ൬βռăʒ > > > > > > > > > > > > > > > > > > > -- > > > Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se, > desdobrar-se > > no universal, persistir no particular, transformar-se, especificar-se e > > (como a vida gosta de manifestar-se em mil condições) aparecer e > > desaparecer, solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e > > contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos no mesmo > instante, > > toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo tempo; formação e > deperecimento, > > criação e destruição, nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no > mesmo > > espírito e na mesma medida: assim o que acontece de mais particular > > apresenta-se sempre como imagem e o símbolo do universal." -goethe - > > > > > > "Se você não concordar, > > > não posso me desculpar..." > > > > > > > > -- > > Qualidade fundamental da unidade viva: dividir-se, reunir-se, > desdobrar-se > > no universal, persistir no particular, transformar-se, especificar-se e > > (como a vida gosta de manifestar-se em mil condições) aparecer e > > desaparecer, solidificar-se e fundir-se, coagular e correr, dilatar-se e > > contrair-se. ora todos esses efeitos produzindo-se juntos no mesmo > instante, > > toda coisa e cada uma podem chegar ao mesmo tempo; formação e > deperecimento, > > criação e destruição, nascimento e morte, prazer e pena, tudo age no > mesmo > > espírito e na mesma medida: assim o que acontece de mais particular > > apresenta-se sempre como imagem e o símbolo do universal." -goethe - > > > > "Se você não concordar, > > não posso me desculpar..." > > > -- > ൬βռăʒ > -- - os maiores inimigos da liberdade não são os que a oprimem, mas os que a deturpam - - ler sem refletir é comer sem digerir - "Se você não concordar, não posso me desculpar..."
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