medo!

2008/8/26 Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]>

> daqui a dez anos ele tá de vice na chapa do mano changes.
>
> não vou traduzir.
>
> efe
>
> 2008/8/26 eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]>:
> > desconfio que esse tal é o mesmo que promoveu ações contra as cotas...
> > talvez não seja tacanhisse... pode ser muito pior.
> >
> > beso
> > lele
> >
> >
> >
> > 2008/8/26 Daniel Duende Carvalho <[EMAIL PROTECTED]>
> >>
> >> Estou um pouco impressionado com a tacanhisse do tal Anderson. O que deu
> >> na cabeça do moço? Falta de assunto, ou incômodo com a pergunta?
> >>
> >> 2008/8/26 eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]>
> >>>
> >>> Estudante entrou com ação por considerar a inscrição ato de vandalismo
> >>>
> >>> Por ter sido feita sem autorização e não ter motivado uma repreensão, a
> >>> pintura de uma parede do Instituto de Letras ganhou status de polêmica
> na
> >>> Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
> >>>
> >>> Considerado dano ao patrimônio público por um aluno, o desenho feito
> por
> >>> alunos – com os dizeres "Pra que(m) serve o teu conhecimento?" – foi
> >>> avaliado pela UFRGS como "fundamental ao pensamento crítico".
> >>>
> >>> Ao saber da pintura, o estudante de Ciências Contábeis Anderson
> >>> Gonçalves, 35 anos, integrante do Movimento Estudantil Liberdade (MEL),
> >>> abriu processo administrativo junto à universidade para saber se a
> parede
> >>> havia sido cedida aos alunos. No documento, ele classificou o ato como
> >>> vandalismo, identificou um dos responsáveis e pediu a punição do grupo.
> >>>
> >>> Cerca de dois meses depois, o estudante ficou surpreso com a
> >>> justificativa da universidade para arquivar o processo. Em um texto de
> 25
> >>> linhas, o secretário de Assuntos Estudantis, Angelo Ronaldo Pereira da
> >>> Silva, informou que a pintura, "antes de ser vandalismo, é um ato de
> extremo
> >>> instigamento ao pensamento crítico, eivado de indagação filosófica que
> não
> >>> desmerece o patrimônio".
> >>>
> >>> Segundo Silva, a parede em que a inscrição foi feita é historicamente
> >>> usada para manifestações dos alunos, como divulgação de atividades
> >>> artísticas e avisos diversos, o que dispensaria a necessidade de
> >>> autorização.
> >>>
> >>> – Existe uma diferença grande entre grafitagem e pichação. Essa
> pintura,
> >>> que deixou o local até em melhores condições, não é pichação – informou
> o
> >>> secretário de Assuntos Estudantis.
> >>>
> >>> Para o autor do processo, o episódio abre precedentes para que outros
> >>> alunos se sintam livres para registrar suas opiniões nas paredes da
> UFRGS.
> >>>
> >>> – Estão encobrindo um crime, que é o dano ao patrimônio. Existem outros
> >>> espaços para os questionamentos dos estudantes – argumenta.
> >>>
> >>> Hoje, Gonçalves deve entrar com ação no Ministério Público Federal, uma
> >>> vez que a universidade arquivou o processo.
> >>>
> >>> Saiba mais
> >>> GRAFITE
> >>> As diferenças entre pichação e grafite:
> >>> É a inscrição ou o desenho pintado sobre paredes e muros. É mais
> >>> elaborada e complexa do que a pichação, sendo considerada uma forma de
> >>> expressão das artes visuais, a street art (ou arte urbana). De
> diferentes
> >>> tipos e estilos, o grafite pode ocupar pequenos espaços ou grandes
> murais
> >>> junto a obras públicas, como pontes e viadutos.
> >>> PICHAÇÃO
> >>> É o ato de desenhar, rabiscar ou sujar prédios públicos e privados com
> >>> inscrições feitas com tinta spray. Por não ter autorização do
> proprietário
> >>> do imóvel, ganha caráter de transgressão. Algumas frases e palavras
> escritas
> >>> têm marca de protesto, especialmente contra governos. Quanto mais
> importante
> >>> e mais difícil o acesso ao prédio, maior o valor para os pichadores. A
> >>> sociedade critica, especialmente, a pichação de monumentos públicos e
> obras
> >>> de arte. No Brasil, o ato é considerado crime.
> >>> Por que a UFRGS considerou grafite e não pichação?
> >>> Porque a inscrição "Pra que(m) serve o teu conhecimento", em letras
> >>> enfeitadas e traços firmes, foi considerada como indagação filosófica e
> não
> >>> agressiva.Também foram feitos desenhos de pessoas na parede, em cores
> fortes
> >>> – o que caracterizaria o típico colorido do grafite.
> >>>
> >>>
> http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2141022.xml&template=3898.dwt&edition=10554&section=1003
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> >>> "Se você não concordar, não posso me desculpar..."
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> >>> pela sinistra "laotra", sempre!
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