essa de público-alvo poderáimos adotar a bem humorada interpretação que
rolou no upgrade salvador, qdo ao se tocar em tal assunto, definir
público-alvo,  não lembro se foi balbino ou ruiz que automaticamente ergueu
os braços como se empunhando uma arma e mirou, acho que ate era eu o alvo, e
fez: bum!

hehehe


na boa, Orlando, com todo meu respeito e admiração,  mas nessa linha fica
uma sensação de querer "profissionalizar" a história, qdo ela nunca deixará
de ser "amadora"...  porque é feita por pessoas que amam o que fazem...

eu fico inquieta, porque se é prá entregar tudo mastigadinho, não é
metareciclagem... ao menos prá mim, metareciclagem ´o que cada um quer, e
pode ser tudo... é algo que te faz pensar... em tudo, em todos, no todo...
então não gosto de ficar adotando "conceitos mercadológicos"... tudo bem,
estamos no mercado, mas estou mais prá feira, que é onde rola troca mesmo,
não apenas compra.

beso

lele


2008/9/12 Orlando G. da Silva <[EMAIL PROTECTED]>

> Ok.
> Acho que já entendi que para cada coisa que penso e expresso aqui, se for
> buscar no site vou achar várias meias respostas meios questionamentos.
>
> A questão do perfil, talvez esteja sendo interpretada pela ótica do texto
> abaixo. Mas, não é disto que estava falando.
>
> Qual é a população-alvo da proposta? Essa é uma questão que não faz sentido
> sob o nosso ponto de vista. Voltando ao problema da administração
> científica, outro dos grandes problemas é que o marketing se utiliza de
> metáforas bélicas: dominar o mercado, esmagar o concorrente, essas coisas.
> Público-alvo é outro desses conceitos que me incomodam. Não pretendemos
> atingir ninguém com a 
> MetaReciclagem<http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem>.
> O que queremos é despertar e instrumentalizar pessoas com potencialde
> transformação local a partir de uma leitura crítica, desconstrutiva, das
> tecnologias de informação e comunicação. Dessa forma, se beneficiam da
> MetaReciclagem 
> <http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem>populações em 
> comunidades menos favorecidas, estudantes universtitários,
> artistas eletrônicos, pesquisadores de ciências humanas, colaboradores de
> ONGs e entidades de base, pessoas que participam de empreendimentos de
> economia solidária, planejadores de políticas públicas relacionadas a
> tecnologia e cultura, e muitos outros.
>
>
> Então mais uma questão. *A Home poderia ser editável pelos usuários? *
>
>
> 2008/9/11 Orlando G. da Silva <[EMAIL PROTECTED]>
>
> Quando pendei em objetivos e metas não pensei na metareciclagem, *pensei
>> na home*. Entendi que esse era  foco.
>>
>> Vejo que os objetivos e metas já estão presentes na ação, ainda que
>> implícitos ou não manifestos. Pensei, para a home exclusivamente, se uma
>> tentativa de explicitação de objetivos não ajudaria.
>>
>> Agora, vejo que compreender objetivos talvez seja algo que eu precise
>> inferir a partir da interação com tudo que é discutido aqui e acolá,
>> epecialmente o que é colocado pelo "grupo de engajados e participantes de
>> fato destas várias iniciativas". Ou, que talvez que realmente não haja
>> necessidade de compreender objetivos. Ainda tenho dúvidas.
>>
>> Acho que entendo perfeitamente quando você diz que a metareciclagem é um a
>> "metodologia emergente que tende à complexidade  e, por que não, à
>> contradição". Mas, falando especificamente da HOME, quando você diz:
>>
>> levando em conta que a cada dia pelo menos 100 pessoas NOVAS
>> colam nesse site em busca de sentido na vida, alguém tem sugestões
>> de como reorganizar o conteúdo da nossa porta de entrada?
>>
>> você está falando em organizar com um objetivo, não?! E este objetivo
>> está relacionado a estas pessoas  NOVAS e não iniciadas, como eu por
>> exemplo, não?!
>>
>> *E então, quem determina o que o "novo" o que o "não iniciado" deve ver é
>> o "velho" o "expert". Isto é um problema?!*
>>
>> Tenho me preocupado com isso em relação à páginas de construção
>> colaborativa na web. Como trazer o iniciante para a construção? Como não
>> intimidá-lo? Como ter um ambiente favorável?
>>
>> Mas, será que para isso eu tenho que pensar primeiro em quem é este
>> inciante? Seria interessante construir um perfil do inciante?! Qual a
>> validade disso?!
>>
>> Construído um perfil inicial (perfis iniciais ) do iniciante, dá para
>> trabalhar especificamente para esta (estas pessoas) e ir percebendo o que
>> está dando certo e adaptando e permanentemente reconstruindo e... Algo
>> "Paulo Freire",  que é bastante mencionado por aqui, poderia ajudar?
>>
>>
>> Bem. Eu, como iniciante e candidado a metarecicleiro acho o nível da
>> discussão aquí muito, muitíssimo elevado. (Isto não é ruim e entendo que são
>> limitações pessoais minhas). Por vezes, me sinto intimidado e com receio de
>> participar. Não me sinto bem-vindo também. Mas, sou teimoso!!! Rs.  Vou
>> continuar tentando.
>>
>> Quanto à sua pergunta: mas até que ponto a gente flexibiliza a
>> profundidade para garantir o entendimento?
>>
>> Se a profundidade for na compreensão dos mecanismos, que é o que eu
>> entendi, então tudo que eu coloquei me ajuda a fazer outra 
>> pergunta:*garantir o entendimento de quem?!
>> *
>>
>> Abraço,
>>
>> Orlando
>>
>>
>>
>> mas até que ponto a gente flexibiliza a profundidade para garantir o
>> entendimento?
>>
>>
>>
>> 2008/9/9 Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]>
>>
>> pois,
>>>
>>> 2008/9/9 Orlando G. da Silva <[EMAIL PROTECTED]>:
>>> > Objetivos e Metas?! Talvez objetivos e metas sejam coisas muito
>>> "empresa",
>>> > mas a compreensão destes sentidos poderia ser um ponto de partida.
>>>
>>> não só como crítica ao mundo 'empresa', mas ao mundo 'instituição', que
>>> precisa abstrair _uma_ personalidade e opinião a partir de um grupo de
>>> pessoas que compartilha alguma coisa, a gente já passou por essa conversa
>>> antes. e a minha opinião (que é só minha, e isso é uma meta-referência a
>>> esse argumento) é que não é possível abstrair objetivos & metas da
>>> MetaReciclagem, justamente porque sua maior força é a diversidade de
>>> níveis de engajamento, expectativas e opiniões.
>>>
>>> umas conversas boas:
>>>
>>> http://mutirao.metareciclagem.org/livro/rede-MetaReciclagem
>>> http://mutirao.metareciclagem.org/livro/Regras-de-Jogo
>>>
>>> > A "indústria do consumo" estuda suas "vítimas", analisa e testa formas
>>> mais
>>> > "eficazes" de comunicação, SISTEMATICAMENTE, ocupa espaços, trabalha
>>> com
>>> > teorias do comportamento humano para prever e induzir ações e constrói
>>> > "realidade".
>>>
>>> a metareciclagem, sistematicamente, ocupa espaços e constrói 'realidade'.
>>> mas é uma metodologia emergente e que tende à complexidade e, por que
>>> não, à contradição.
>>>
>>> > Pergunta: Será que compreender os mecanismos de comunicação de sentidos
>>> /
>>> > siginificados por esta "indústria" poderia ajudar a definir o que
>>> colocar na
>>> > página inicial do site Metareciclagem?!
>>>
>>> como ação tática, sim. mas até que ponto a gente flexibiliza a
>>> profundidade
>>> para garantir o entendimento?
>>>
>>> > Você veio com um pergunta.  Eu deixo outra.
>>>
>>> idem idem
>>>
>>> --
>>> FelipeFonseca
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