2008/9/12 Patricia Fisch <[EMAIL PROTECTED]>:
> Não sou das que gostam sempre de entregar tudo mastigadinho, mas vamos
> combinar que vez ou outra é preciso adequar a porta de entrada ao tamanho de
> quem entra  se quisermos de fato que o outro compareça ;)

mas acabei de pensar aqui que tem também o outro lado: uma home não
totalmente mastigada, com algumas coisas confusas & contraditórias no
ar, não é também uma maneira de NÃO deixar entrar pessoas que não
nos interessam? será que precisamos ser totalmente inclusivos?
eu tenho minhas ressalvas à idéia de inclusão:

http://mutirao.metareciclagem.org/livro/O-fantasma-da-inclusão-digital

> É mais ou menos a questão do como ensinar.

en-signar? deleuza, mxnx:

La maestra no se informa cuando pregunta a un alumno, ni tampoco
informa cuando enseña una regla de gramática o de cálculo. "Ensigna",
da órdenes, manda. Los mandatos del profesor no son exteriores a los
que nos enseña, y no lo refuerzan. No derivan de significaciones
primordiales, no son la consecuencia de informaciones: la orden
siempre está basada en órdenes, por eso es redundancia. La máquina de
enseñanza obligatoria no comunica informaciones, sino que impone al
niño coordenadas semióticas con todas las bases duales de la gramática
(masculino-femenino, singular-plural, sustantivo-verbo, sujeto de
enunciado-sujeto de enunciación, etc.)

> Depois que as pessoas se desconstroem e se constróem novamente é que começa
> o trabalho de colaboração, de participação, de ter significados...
>
> Agora viajei... ;)

esse é o espírito da coisa. sigamos

efe

-- 
FelipeFonseca
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