Alguem tem os dados basicos do ASPIDE-2000,
25 Km de alcance sem duvida alguma � uma boa margem
para um missil "peso medio", se eles forem instalados
em uma fragata da Mb por exemplo teremos ainda uma
defesa de ponto, mas ja com valores muito bons em
rela�ao aos 15km do ASPIDE normal. 

          Agora voce falou uma verdade ALEX, com a
tradicional competencia das FAS em tocar seus
programas uns 20 anos seria o minimo que se esperaria
para este sistema de armas que propus, solu�ao para
isto tem, mas com estes milicos tupiniquins tudo �
possivel, at� mesmo os absurdos que todos n�s ja
sabemos.

         Um Hi-lo mix entre canhoes 40mm os
ASPIDE-2000 e o MSA-1 seria entao a saida.. mas ai..
$$$$$ s� deus sabe.  



--- Alex Bengtsson <[EMAIL PROTECTED]>
escribi�:
> Koslova,
> 
> Acho que a defici�ncia � muito s�ria mesmo.
> Estamos a cargo de Iglas e Roland e no tubo,
> na base das .50, 20mm, 35mm e 40mm.
> 
> Uma op��o boa tambem � o sistema Spada da
> Alenia. S�o lan�adores sextuplos de Aspide
> que fazem uso do Aspide 2000 que t�m alcan�e
> de 25km. Sempre me pergunto se a MB estar� comprando
> este modelo do Aspide, que � diga-se de passagem
> totalmente compat�vel com o modelo anterior.
> 
> Sua id�ia � �tima, mas fico imaginando quantas
> d�cadas o programa
> de desenvolvimento iria levar (vide o tempo que
> levou para o Piranha
> ficar operacional).
> 
> Acho que podiamos desenvolver este programa e em
> paralelo comprar
> este sistema Spada, e novos canh�es 40mm bofors.
> 
> 
> 
> 
> ----- Original Message -----
> From: ELIZABETH KOSLOVA <[EMAIL PROTECTED]>
> To: <[EMAIL PROTECTED]>
> Sent: Wednesday, November 17, 1999 2:25 PM
> Subject: [naval] (f.d.t)Sistema nacional AA
> 
> 
> >
> >
> > Acho que uma grande maioria de n�s aqui na lista
> > concordamos que uma grande defici�ncia do exercito
> > brasileiro, assim como das instala��es da FAB e da
> MB
> > � a defesa AA, assim eu estava pensando em como
> seria
> > um programa nacional para atacar o problema usando
> na
> > medida do poss�vel equipamentos que j� temos ou
> que
> > nossa tecnologia nos permite ter, e surgiu este
> > conceito.
> >
> > Seria um sistema de defesa AA com at� 10/12 Km de
> > alcance baseado no sistema editor de tiro FILA que
> �
> > usado pelo exercito brasileiro, e em um m�ssil SAM
> de
> > desenvolvimento nacional, que batizei de MSA-1 com
> > 10-12Km de alcance com desempenho na faixa do
> BARAK/
> > CROTALE/RAPIER.
> >
> > O sistema de radar/controle mais os lan�adores
> teriam
> > estrutura modular paletisada podendo ser
> transportada
> > sobre os caminh�es militares que comp�e o sistema
> > ASTROS II, serem aerotransportadas pelos C-130, ou
> > entao na forma de carga externa dos PUMA/COUGAR,
> > podendo operar na forma de no m�nimo 2 conteiners
> > sendo 1 radar&comando e o outro o lan�ador
> > propriamente dito, ou entao na forma integrada de
> > vairos m�dulos com protocolo aberto para
> comunica��o
> > com outros tipos de radares ou armamento usados
> pelas
> > for�as armadas brasileiras.
> >
> > Os principais usos seriam, prote��o de �reas
> sens�veis
> > como �reas militares sens�veis, instala��es
> > industriais estrat�gicas bases avan�adas no meio
> da
> > selva, ou no acompanhamento das for�as do EB no
> sul do
> > pais.
> >
> > Sobre os custos o prognostico � mais ou menos
> > este..... seriam US$ 30milhoes para o programa de
> > desenvolvimento do m�ssil, algo como 12 milh�es
> para
> > adequa��o do FILA e desenvolvimento dos sistemas
> > mec�nicos de lan�amento, e transporte, mais uns 5
> > milh�es para treinamento, linha de produ��o,
> > homologa��o de procedimentos, etc. .. Total de US$
> > 42milhoes para desenvolvimento.
> >
> > Cada m�ssil estimo o custo em US$ 65mil,  os
> sistemas
> > de controle algo como US$ 2-2,5 milh�es por
> unidade
> > com o prazo de desenvolvimento se o programa for
> > levado a serio em uns 7 anos. Calculei os dados de
> > custo de desenvolvimento baseado nos custos do
> PIRANHA
> > e na minha intui��o do numero de horas/homens de
> cada
> > processo de desenvolvimento.
> >
> > O m�ssil MSA-1 teria as seguintes caracter�sticas.
> >
> > Comprimento. 3.2 metros
> >
> > Di�metro. 17cm
> >
> > Envergadura.  65cm
> >
> > Peso. 115Kg
> >
> > Ogiva. 15Kg
> >
> > Alcance. 12Km
> >
> > Guiagem. Command to Line Of  Sight  guidance
> (CLOS)
> >
> > Estou mandando uma ilustra��o dele...
> >
> > Fiz os c�lculos de valores de
> peso/dimens�es/Alcance
> > do m�ssil com base nos pesos base dos m�sseis da
> mesma
> > classe, acho que n�o varia de uns 10-15% de erro
> no
> > meu prognostico.
> >
> > O projeto aerodin�mico voc�s podem achar que �
> copia
> > do SEA WOLF, que por sua vez inspirou o BARAK e
> estes
> > por sua vez tem um projeto aerodin�mico
> > conceitualmente parecido com o SEA CAT e por ai
> vai.
> >
> > Oque acontece na verdade � que s�o solu��es
> parecidas
> > para um mesmo problema, pois em alguns tipos de
> > guiagem o m�ssil n�o pode sofrer rota��o durante o
> > v�o, e neste caso o projetista tem duas op��es, ou
> > coloca um giroscopio para sentir a rota��o e
> mandar
> > sinais para o computador de bordo considerar este
> > movimento no calculo da posi��o do alvo ou entao
> parte
> > se para um projeto aerodin�mico que n�o permita o
> > m�ssil rodar, este projeto no caso de um AAM leve,
> > tende a ser na forma de ROLERONS que d�o
> estabilidade
> > girosc�pica ao m�ssil ou entao nesta configura��o
> de
> > asas delta de raiz grande, como nestes SAMs navais
> que
> > citei.
> >
> > Do ponto de vista eletr�nico a guiagem CLOS �
> muito
> > simples em rela��o as outras e como j� escrevi em
> um
> > mail a uns tempos atras tem a facilidade de n�o
> > interferir no projeto aerodin�mico da c�lula,
> sendo um
> > m�ssil CLOS basicamente um foguete radio
> controlado
> > pelos sinais do sistema de controle em terra,
> atrav�s
> > de um data link virtualmente imune a ECM atrav�s
> de um
> > t�cnica que chamamos de espectro espalhado, que �
> uma
> > modula��o prima do CDMA usado em telefonia
> celular.
> >
> > A ogiva do m�ssil pode ser a mesma do piranha com
> > espoletamento laser ativo como neste AAM, ela
> > praticamente entra no movo m�ssil sem grandes
> > mudan�as.
> >
> > O motor teria que ser desenvolvido do zero, pois �
> > muito diferente de um usado em AAM, seria com uma
> > faixa de impulso uns 80% maior que o do piranha
> mas o
> > brasil tem �tima reputa��o em combust�veis
> s�lidos.
> >
> > Ainda do Piranha podem ser usados o gerador de g�s
> que
> > move as aletas, baterias el�tricas, e o projeto
> base
> > dos servos atuadores.
> >
> > A c�lula do novo m�ssil seria o grande
> diferencial,
> > sendo ela feita em composite com um peso morto
> menor
> > que as atuais desenvolvidas nas d�cadas de 70 e
> inicio
> 
=== message truncated ===

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