Descupem pessoal, fiz besteira em somar os numeros,
seriam US$ 48mi e nao US$ 42 mi como escrevi no mail
original, a logica de analise do custo de
desenvolvimento foi a seguinte:

O missil custaria US$ 30mi, levei em conta que o
piranha custou US$ 28mi, o MSA-1 � mais simples
eletronicamente, usa o mesmo sistema de espoleta/ogiva
do PIRANHA,tem componentes em comum como a bateria
eletrica e o gerador de gas, e tem os servos do
PIRANHA como base para o seus atuadores pneumaticos.
Porem o impulsor � mais potente e a celula emprega
mais materiais compostos. 

Outros US$ 15 mi, seriam usados para uma modernisa��o
do projeto do FILA otimisando ele para a nova fun�ao,
e procurando desenvolver um sistema de SOFTWARE mais
up grade de HARDWARE que posssibilitasse aos atuais
FILAS em opera�ao operarem com o novo missil. 

Com estes US$ 15 mi ainda teriam que ser
desenvolvindos os lan�adores paletisados para os
misseis, minha ideia � que seriam lancadores
verticais, com 6 misseis na forma de 2 X 3 misseis,
ficando um modulo lan�ador com 
4.5M comprimento X 2,7M largura X 3.6M altura, minha
pergunta � isto esta de acordo com o compartimento de
carga do C-130? (Bruno Bahia?)

Seriam mais US$ 5 mi para os ensaios operacionais dos
sistemas, mais treinameno inicial e ativa�ao da planta
de produ��o. Acho que estes valores tem uns 20% de
margem de erro, mas no geral � mais ou menos isto.

Se eu fosse a profissional responsavel por viabilisar
a empreitada acho que a estrat�gia seria a seguinte,
pulverisar o programa, poderia ser assim
hipoteticamente:


AVIBRAS: sistema FILA, Caminho�s ASTRO,lancadores,
propulsor solido.

ELEBRA: Eletronica do missil.

MECTRON: Ogiva, servos, montagem final do missil

EMBRAER: C�lula do misssil

� apenas hipotetico esta distribui�ao, mas para provar
que temos condi�oes tecnicas de tocar o programa.

Uma ultima sugestao,acho que o ministerio da defesa se
for realmente algo s�rio, deveria criar uma agencia de
desenvolvimeto tecnologico para as for�as armadas, que
seria apenas uma forma de explorar gerencialmente o
trabalho em conjunto do CTA, centro de pesquisas do
exercito e do centro de pesquisas tecnologicas da
marinha. Se este pessoal tivesse trabalhanho em
sintonia a mais tempo teriamos tido melhores
resultados em varios outros programas.   







   

--- Jonemir <[EMAIL PROTECTED]> escribi�:
> eu acho que 42 milh�es para desenvolvimento, se
> estiver correto, � um custo
> acess�vel. Os sistemas SAM, s�o na minha opni�o, uma
> grande pedra no sapato
> de qualquer atacante, por  mais simples que seja. a
> quantidade de meios que
> este teria que alocar para neutralizar tais sistemas
> � grande. Digamos que
> ele � um grande multiplicador de for�as. uma sistema
> moderno teria que ser
> altamente m�vel (como a Koslova falou montado sobre
> rodas e
> helitransport�vel, se n�o completo em m�dulos tal
> qual oto melara 105mm
> Para), onde reside sua principal capacidade de
> sobreviv�ncia. teria que ser
> alocado a nossas BA de ca�a (pelo menos), arsenal de
> marinha, unidade
> mecanizadas/blindadas (talvez montado sobre chassis
> como o dos M-41 - n�o
> sei se � poss�vel), aos GACos, e as principais �reas
> de desdobramento
> log�stico. chutando um n�mero bem sem crit�rio, eu
> diria um m�nimo de 15
> baterias.
> -----Mensagem original-----
> De: ELIZABETH KOSLOVA <[EMAIL PROTECTED]>
> Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
> Data: Quinta-feira, 18 de Novembro de 1999 01:02
> Assunto: [naval] (f.d.t)Sistema nacional AA
> 
> 
> 
> 
> Acho que uma grande maioria de n�s aqui na lista
> concordamos que uma grande defici�ncia do exercito
> brasileiro, assim como das instala��es da FAB e da
> MB
> � a defesa AA, assim eu estava pensando em como
> seria
> um programa nacional para atacar o problema usando
> na
> medida do poss�vel equipamentos que j� temos ou que
> nossa tecnologia nos permite ter, e surgiu este
> conceito.
> 
> Seria um sistema de defesa AA com at� 10/12 Km de
> alcance baseado no sistema editor de tiro FILA que �
> usado pelo exercito brasileiro, e em um m�ssil SAM
> de
> desenvolvimento nacional, que batizei de MSA-1 com
> 10-12Km de alcance com desempenho na faixa do BARAK/
> CROTALE/RAPIER.
> 
> O sistema de radar/controle mais os lan�adores
> teriam
> estrutura modular paletisada podendo ser
> transportada
> sobre os caminh�es militares que comp�e o sistema
> ASTROS II, serem aerotransportadas pelos C-130, ou
> entao na forma de carga externa dos PUMA/COUGAR,
> podendo operar na forma de no m�nimo 2 conteiners
> sendo 1 radar&comando e o outro o lan�ador
> propriamente dito, ou entao na forma integrada de
> vairos m�dulos com protocolo aberto para comunica��o
> com outros tipos de radares ou armamento usados
> pelas
> for�as armadas brasileiras.
> 
> Os principais usos seriam, prote��o de �reas
> sens�veis
> como �reas militares sens�veis, instala��es
> industriais estrat�gicas bases avan�adas no meio da
> selva, ou no acompanhamento das for�as do EB no sul
> do
> pais.
> 
> Sobre os custos o prognostico � mais ou menos
> este..... seriam US$ 30milhoes para o programa de
> desenvolvimento do m�ssil, algo como 12 milh�es para
> adequa��o do FILA e desenvolvimento dos sistemas
> mec�nicos de lan�amento, e transporte, mais uns 5
> milh�es para treinamento, linha de produ��o,
> homologa��o de procedimentos, etc. .. Total de US$
> 42milhoes para desenvolvimento.
> 
> Cada m�ssil estimo o custo em US$ 65mil,  os
> sistemas
> de controle algo como US$ 2-2,5 milh�es por unidade
> com o prazo de desenvolvimento se o programa for
> levado a serio em uns 7 anos. Calculei os dados de
> custo de desenvolvimento baseado nos custos do
> PIRANHA
> e na minha intui��o do numero de horas/homens de
> cada
> processo de desenvolvimento.
> 
> O m�ssil MSA-1 teria as seguintes caracter�sticas.
> 
> Comprimento. 3.2 metros
> 
> Di�metro. 17cm
> 
> Envergadura.  65cm
> 
> Peso. 115Kg
> 
> Ogiva. 15Kg
> 
> Alcance. 12Km
> 
> Guiagem. Command to Line Of  Sight  guidance (CLOS)
> 
> Estou mandando uma ilustra��o dele...
> 
> Fiz os c�lculos de valores de peso/dimens�es/Alcance
> do m�ssil com base nos pesos base dos m�sseis da
> mesma
> classe, acho que n�o varia de uns 10-15% de erro no
> meu prognostico.
> 
> O projeto aerodin�mico voc�s podem achar que � copia
> do SEA WOLF, que por sua vez inspirou o BARAK e
> estes
> por sua vez tem um projeto aerodin�mico
> conceitualmente parecido com o SEA CAT e por ai vai.
> 
> Oque acontece na verdade � que s�o solu��es
> parecidas
> para um mesmo problema, pois em alguns tipos de
> guiagem o m�ssil n�o pode sofrer rota��o durante o
> v�o, e neste caso o projetista tem duas op��es, ou
> coloca um giroscopio para sentir a rota��o e mandar
> sinais para o computador de bordo considerar este
> movimento no calculo da posi��o do alvo ou entao
> parte
> se para um projeto aerodin�mico que n�o permita o
> m�ssil rodar, este projeto no caso de um AAM leve,
> tende a ser na forma de ROLERONS que d�o
> estabilidade
> girosc�pica ao m�ssil ou entao nesta configura��o de
> asas delta de raiz grande, como nestes SAMs navais
> que
> citei.
> 
> Do ponto de vista eletr�nico a guiagem CLOS � muito
> simples em rela��o as outras e como j� escrevi em um
> mail a uns tempos atras tem a facilidade de n�o
> interferir no projeto aerodin�mico da c�lula, sendo
> um
> m�ssil CLOS basicamente um foguete radio controlado
> pelos sinais do sistema de controle em terra,
> atrav�s
> de um data link virtualmente imune a ECM atrav�s de
> um
> t�cnica que chamamos de espectro espalhado, que �
> uma
> modula��o prima do CDMA usado em telefonia celular.
> 
> A ogiva do m�ssil pode ser a mesma do piranha com
> espoletamento laser ativo como neste AAM, ela
> praticamente entra no movo m�ssil sem grandes
> mudan�as.
> 
> O motor teria que ser desenvolvido do zero, pois �
> muito diferente de um usado em AAM, seria com uma
> faixa de impulso uns 80% maior que o do piranha mas
> o
> brasil tem �tima reputa��o em combust�veis s�lidos.
> 
> Ainda do Piranha podem ser usados o gerador de g�s
> que
> move as aletas, baterias el�tricas, e o projeto base
> dos servos atuadores.
> 
> A c�lula do novo m�ssil seria o grande diferencial,
> sendo ela feita em composite com um peso morto menor
> que as atuais desenvolvidas nas d�cadas de 70 e
> inicio
> dos 80 quando esta t�cnica ainda era muito cara, e
> representava risco tecnol�gico.
> 
> Em fim � isto, penso em um sistema de defesa AA de
> ponto com tecnologia nacional que deva ser tocado
> pelas 3 for�as a custos nada proibitivos.
> 
> O EB tem o sistema FILA, e a plataforma ASTROSII,
> mas
> � muito imaturo em guerra eletr�nica, a FAB tem uma
> �tima capacidade em foguetes s�lidos e os
> subsistemas
> do PIRANHA que possam ser �teis no projeto e a MB
> tem
> mais experi�ncia com o uso de m�sseis SAM alem de
> ser
> das tr�s forcas a que tem uma maior solides na �rea
> de
> guerra eletr�nica.
> 
> Que acham da id�ia?
> 
> 
=== message truncated ===

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