Estive pensando em uma solu��o barata para um sistema
nacional de m�sseis anti tanque helitransportado,
seria basicamente um Esquilo armado com um m�ssil
nacional anti tanque em um conceito de emprego
combinado.
PORQUE O ESQUILO?
� claro que n�o � a melhor plataforma, esta longe de
ter o poder de fogo ou a toler�ncia a danos de um
ROOIWALK, ou APACHE, mas � a que temos j� em
inventario e sua efic�cia como vetor de emprego ant.
tanque pode se aproximar da combina��o GAZELE - HOT,
que foi usada por muitos anos no exercito franc�s com
poss�vel emprego em um teatro muito duro que seria a
Europa central contra o guarda chuva AA do pacto de
Vars�via.
CONCEITO DE EMPREGO COMBINADO OQUE � ISTO?
Segundo a revista FLAP de junho de 98 as for�as
armadas brasileiras tem a seguinte dota��o de
helic�pteros esquilo:
Exercito
AS-350L1 15 unidades
AS-550 19 unidades
Total. 34 unidades
For�a a�rea
HB-350B 25 unidades
HB-355 (Bi) 5 unidades
Marinha
AS-350 19 unidades
AS-355 9 unidades
Seria entao desenvolvido um sistema de m�ssil anti.
Tanque que pudesse ser facilmente adaptado ao Esquilo
juntamente com o sistema de mira IR + FLIR, e este
sistema seria colocado nos 34 esquilos do exercito
sendo estes helic�pteros entao os vetores prim�rios de
emprego anti tanque do brasil.
Em caso de necessidade de incremento de poder de fogo,
os esquilos da FAB e da MB poderiam ser modificados
para a fun��o em poucos dias com o uso de kits que
estariam armazenados como equipamento reserva para o
exercito podendo ser operados por tripula��es mistas.
Vamos imaginar que dos 30 esquilos da FAB em caso de
conflito 10 sejam armados com o sistema, e dos 28 da
MB, 12 tamb�m sejam convertidos, entao ter�amos at� 56
helic�pteros armados com m�sseis ant. tanque, oque �
uma for�a de contra golpe respeit�vel em cen�rio sul
americano.
Mas os Esquilos da FAB e da MB n�o tem nenhuma
blindagem? � verdade, por isto os do exercito seriam
as plataformas prim�rias deste sistema de armas, os da
FAB e MB seriam usados como um refor�o caso a
intensidade do conflito assim exigisse. � importante
lembrar que os GAZELE tamb�m n�o possu�am nenhuma
prote��o blindada, porem nada impede que com a ado��o
do sistema pelo minist�rio da defesa alguns
helic�pteros da MB e da FAB sofram um UP-GRADE para o
novo padr�o.
COMO OS ESQUILO V�O SOBREVIVER EM UM CEN�RIO AA?
� claro que n�o s�o as plataformas com maior
capacidade de sobreviv�ncia, mas pelo menos na atual
avalia��o do exercito eles tem validade em um campo de
batalha sul americano, porem alguns pontos poderiam
ser melhorados para aumentar a sobreviv�ncia dos
esquilos.
A FAB tem um programa bastante incipiente de um m�ssil
ant. radia��o que apesar de nada ter sido divulgado
sobre ele tudo leva a crer que seja um modelo com
conceito similar ao SIDERAN, ou seja um m�ssil leve
baseado no projeto do PIRANHA.
Este m�ssil um vez em opera��o poderia ser locado ao
ALX e ao AMX que atuariam no cen�rio na supress�o de
fontes emissoras e na destrui��o de pontos de defesa
AA. ao ALX ainda caberia uma tarefa secundaria de
destrui��o de helic�pteros inimigos e prote��o dos
esquilos.
Outra amea�a AA seriam os SAM de infantaria, que s�o
atualmente a grande dor de cabe�a para este tipo de
miss�o, independente da plataforma, a �nica forma de
prote��o vi�vel para o Esquilo seria a ado��o de um
sistema de FLARE, se bem que um sistema de alerta
laser e de aproxima��o de m�sseis seja o desej�vel,
ficando limitado a motivos econ�micos.
Outro ponto a ser levado em conta s�o as pr�prias
defesas AA do tanque de guerra, geralmente 12,7mm, que
s� podem ser inutilizadas com uma maior distancia de
lan�amento do m�ssil, isto trar� reflexo no projeto do
m�ssil.
OS MISSEIS ANTI TANQUE
Os m�sseis anti tanque podem ser divididos em 3
classes segundo par�metros de desempenho e peso.
Leves....... Da classe do BILL, ou do SAGGER, tem at�
12Kg, com um alcance m�ximo de 2500 metros, tem esta
restri��o de peso por serem projetados para uso em
infantaria, onde tem que ser transportados por apenas
um soldado. Quando aerotransportado tem o problema de
expor a plataforma em excesso.
M�dios..... Da classe do TOW, ou do HOT, tem at� 25
Kg, com um alcance de at� 4500 metros. S�o montados em
ve�culos leves ou em ca�a tanques. Quando
aerotransportado uma pequena carga adicional a
pequenas plataformas como o GAZELE ou o BO-105P, com
um n�vel de exposi��o da plataforma aceit�vel porem
n�o ideal.
Pesados.... Da classe do HELFIRE ou do MOKOPA, tem
peso superior a 40Kg e alcance maior que 7500 metros,
exp�e a plataforma em um n�vel conssideravelmente
menor, mas s�o pesados exigindo um helic�ptero de
maior pot�ncia e custo para seu emprego.
PORQUE O MSS-1.2 N�O SERVE COMO BASE.
Porque apesar de ser um projetos de muitos m�ritos
t�cnicos ele tem valores de peso e alcance modestos,
20Kg, e 2500 metros de alcance. O motivo destes
valores � o seguinte, o MSS-1.2 pagou um pre�o muito
caro por ter sido projetado com um conceito inovador (
BEAM RIDER LASER) em uma �poca e em um pais onde esta
tecnologia n�o estava madura, logo ficou com um peso
fixo de c�lula maior que deveria e isto comprometeu o
alcance pois n�o se pode colocar mais combust�vel sem
comprometer o peso e por consseguencia sua mobilidade
no campo de batalha com a infantaria.
Pode considerar o MSS-1.2 em vers�o aerotransportada
como sendo uma sa�da econ�mica para o problema
aceitando inclusive o fato do baixo alcance expor a
plataforma, mas seria mais sensato entao colocar o
BIIL com seus 10.7Kg que poderiam ser levados em
numero de 8 enquanto o MSS-1.2 apenas em numero de 4.
Porem n�o estou convencida que valha a pela expor
tanto um helic�ptero fr�gil com um uso de m�sseis de
at� 2500 metros.
BILL UM CONCEITO DIFERENTE.
O m�ssil BIIL abreviatura de ,Bofors infantry and
lethal, tem um conceito bastante interessante que os
projetistas criaram como estrat�gia de redu��o de peso
Uma ogiva menor, porem com carga dirigida que explode
ao passar a menos de 1 metro da superf�cie superior do
tanque, onde a blindagem � mais leve do que na parte
frontal ou lateral, com esta estrat�gia os engenheiros
suecos ganharam uns 2 a 2.5Kg no peso do m�ssil oque
pode parecer pouco mais � at� 22% do peso total,
criando um novo padr�o de desempenho para m�sseis
leves de infantaria.
O PROBLEMA ESPECIFICO
Equipar um esquilo com um m�ssil anti tanque � aceitar
algumas limita��es importantes, como um peso m�ximo do
m�ssil em 25Kg,, com um numero de 4 m�sseis e tamb�m
o fato que temos uma plataforma sem toler�ncia a
danos, que deve ser pouco exposta.
Um m�ssil de at� 25Kg parece sugerir um alcance m�ximo
de 4100 metros, com uma ogiva de 6.1Kg, oque serve
para inutilizar qualquer tanque em um cen�rio sul
americano. A titulo de compara��o, TOW - 21Kg peso,
6.4Kg ogiva, 3750 metros alcance. HOT, 23.5Kg peso,
6Kg ogiva, 4000 metros.
O MISSIL BRASILEIRO, ON�A
Como nossa plataforma nos imp�e uma limita��o de 25Kg
por m�ssil, entao vamos incorporar alguns conceitos j�
provados como forma de viabilizar um m�ssil com
alcance maior que os similares em peso HOT/TOW e
letaledade equivalente.
A incorpora��o de uma ogiva nos moldes do BILL com at�
4.5Kg, libera mais 1.7Kg em peso para combust�vel do
que uma ogiva na faixa de 6Kg do HOT por exemplo.
Assim ter�amos para o novo m�ssil a seguinte estrutura
de peso.
Peso total. 25Kg
Peso de ogiva 4.5Kg
Alcance 5000 metros.
Oque representa um incremento de 25% de alcance em
rela��o ao HOT.
A T�CNOLOGIA DE PROJETO
Como estamos fazendo todo este malabarismo para criar
um m�ssil para uma plataforma barata n�o faz sentido
criamos um programa de desenvolvimento que seja
oneroso a ponto de desequilibrar a harmonia financeira
do sistema, armas + plataforma.
Um m�ssil guiado por cabo, com guiada SACLOS, com
velocidade alta subs�nica, estrutura em alum�nio, e
lan�ado em tubo selado parece ser a maneira mais
simples de se chagar a um resultado satisfat�rio com
menos dinheiro.
Alternativas como guiagem laser semi ativo, BEAMRIDER,
ou ondas milim�tricas apesar de atraentes tornariam o
programa muito oneroso.
Uma concep��o do m�ssil esta na figura que envio em
anexo, ela esta em semi escala e apenas � ilustrativa,
tendo o projeto final formas ligeiramente diferentes
da que esta sendo proposta. Nas figura ele esta com as
asas estendidas.
OS CUSTOS.
Um programa de desenvolvimento do m�ssil proposto
poderia ser executado com um or�amento de
desenvolvimento do m�ssil apenas em torno de US$ 18
milh�es. Com um custo unit�rio de US$ 17 mil por
projetil.
Sempre tomando como base os US$ 29 milh�es que
custaram o piranha.
Um sistema de mira mais rastreamento IR, juntamente
com um FLIR org�nico por aeronave mais modifica��es
estruturais poderia ser executado por at� US$ 400 mil
por aeronave.
Mais US$ 3 milh�es para material e prepara��o de um
programa de treinamento e desenvolvimento de doutrina
de uso por parte do exercito.
Logo seriam
18mi para o desenvolvimento
3 milh�es para implanta��o
22.4 mi para os 56 kits de convers�o do esquilo a
custo unit�rio de 400 mil cada, sendo
34 instalados nos Esquilos do exercito e mais 22
mantidos na reserva para convers�o de aeronaves da MB
e da FAB
10.2 mi para mais 600 m�sseis produzidos ao custo de
17 mil a unidade
TOTAL DO PROGRAMA. US$ 53.6 milh�es. Ou US$ 8.9
milh�es por ano em 6 anos de desenvolvimento +
produ��o.
OS DADOS FINAIS DO ON�A.
Peso: 25Kg.
Alcance: 5000 metros.
Guiagem: SACLOS cabo guiado.
Ogiva: 4.5 Kg, carga oca com proje��o para baixo em
angulo de 40 graus.
Velocidade: 850Km/h
Tempo de v�o: 19.5 segundos.
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missil anti tanque.jpg

