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2) Seja f: R^n
--> R^n dada por f(x) = <x,x>.x. Mostre que f � de classe C infinito e
que leva a bola unit�ria B(0;1) sobre si mesma injetivamente. Mostre que,
entretanto, a aplica��o inversa n�o � diferenci�vel na origem.
Neste caso se x \in B(0;1) ent�o <x,x> = ||x||
e
0<||x|| < 1. Logo a aplica��o � uma contra��o de x.
A contra��o � diferenci�vel e de classe
C^{\infty}.
� mais ou menos intuitivo que neste caso a aplia��o seja
injetiva. Por exemplo: Vetores pr�ximos da fronteira
tem norma 1 e portanto ser�o "pouco contra�dos".
Assim a demonstra��o de injetividade usa esse
fato,
isto �, se tomarmos um ponto x pr�ximo pr�ximo da
fronteira, podemos sempre escolher um f^{-1}(x) tal
que f composto com f^{-1}(x) = x e vice versa.
Como ||x|| � sempre menor
que 1
esses pontos tem que ser diferentes.
Para entender por que a aplica��o n�o
� diferenci�vel
na origem basta notar que "quanto mais perto o vetor
estiver da origem mais contra�do ser�" na aplica��o direta.
(reciprocamente na aplica��o inversa mais expandido
ser�). A origem � uma esp�cie
de "buraco
negro ao contr�rio" logo n�o pode ter derivada
l�. Argumentos do teorema de fun��o impl�cita podem
ajudar.
Novamente sem rigor... apenas com id�ias.
[]s Ronaldo L. Alonso
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