Opa opa, Thiago! Indústria de padrões e formatos livres tá bombando :p Chega mais no W3C!
∞ yaso.com.br <http://yaso.com.br> ∞ <http://yaso.eu>yaso.eu ∞ w3c.br <http://w3c.br> ∞ ingraxa.eu ** just reset and dive again** 2014-09-15 17:35 GMT-03:00 Thiago Zoroastro <[email protected]>: > Obrigado pro apontar aonde estava errado, assim eu fico sabendo aonde > estava equivocado. Na verdade, a concepção que tenho de patentes é que não > precisa ser algo longe da GPL ou "licenças semelhantes". O que garantirá o > pleno desenvolvimento do produto será a lógica das 4 liberdades ou mesmo > uma grande corporação com um número bem mais reduzido de desenvolvedores, > mas trabalhando mais "sistematicamente" no desenvolvimento. > > Se você diz que esse produto chegaria mais rápido ao mercado com esses > formatos livres, então eu queria acreditar em você. Mas é exatamente isso > que está faltando: a indústria de padrões e formatos livres? Como você > pensa que isso seria possível? É capaz de vocês todos construíssem um > tópico em "lugares abertos" como o Participa.br depois das eleições? Talvez > as fontes de soluções dependam do exponencial ao quadrado do número de > participantes... > > Thiago Zoroastro > http://blogoosfero.cc/profile/thiagozoroastro > > > ------------------------------ > > *De:* [email protected] > *Enviada:* Domingo, 14 de Setembro de 2014 19:52 > *Para:* [email protected] > *Assunto:* [okfn-br] A caixa d’água como mini-usina hidrelétrica > > > Pena que os autores já querem patentear a criação. Mas pelo que vi é > > simples de replicar (já era a patente :). > > Pela reportagem a invenção já foi patenteada: > > "O produto conta com recursos da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do > Estado do Rio de Janeiro) e foi patenteado no Inpi (Instituto Nacional de > Propriedade Industrial)." > > E patentes não são revogadas facilmente. > > > Na verdade, todas as licenças autorais utilizam patentes. > > Como o Diego já mencionou, licenças autoriais são baseadas na lei de > direito > autoral que é diferente da lei de patentes que são diferentes da lei de > marcas > registradas. > > > Os EUA com as patentes deles querem fazer a ideia de que o "produto" > deles é > > "único", e ao passarem a associação equivocada de *software livre* a > algo *sem > > valor*, conseguem enganar as pessoas de que um produto só pode ser bom > se for > > caro e, se for barato, é de qualidade *chinesa*. > > A lei de patentes, assim como a lei de direito autoral, surgiram com o > objetivo > de catalizar o processo criativo. Infelizmente o mundo mudou mas as leis > não. > > > O que é preciso mesmo é adotar medidas que garantam a qualidade do > > produto, que são as que colocam sêlo do Inmetro. > > Isso só é verdade em um mundo ideal. Por exemplo, um remédio aprovado pela > ANVISA nem sempre funciona porque o método estatístico utilizado por ser > inadequado. O que garante a qualidade do produto é suas especificações > serem > abertas e os dados estatísticos dos testes feitos também. > > > Se uma grande corporação compra a ideia, é lógico que ele chegará ao > > consumidor mais rapidamente. > > Ele chegará ao consumidor mais rapidamente se os desenhos esquemáticos > fossem > livres e não fossem protegidos por patentes. Eu poderia baixar os desenhos > esquemáticos e construir um para minha caixa d'água amanhã e se o meu > vizinho > gostasse uma para ele no dia seguinte. > > Raniere > _______________________________________________ > okfn-br mailing list > [email protected] > https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br > Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br > > > _______________________________________________ > okfn-br mailing list > [email protected] > https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br > Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br > >
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