Diogo e Leandro, obrigado pelos interessantes comentários. Diogo, legal saber esses exemplos, mas ainda acho que são tímidos. Espero que tenhamos políticas públicas no nível nacional para ampliar isso.
Seu comentário me fez lembrar duas coisas que observei na minha graduação. Das várias horas que passei na biblioteca do instituto de física, me surpreendia o número de vagas de empregos para físicos nas revistas americanas e europeias. Nada comparado ao que vemos no Brasil. E o contraste foi maior quando comecei a ir nas minhas primeiras entrevistas de emprego. Lembro claramente de uma dupla num banco em entrevistando e fazendo aquela cara e comentários que física só servia para pesquisa e que meu currículo na época era muito acadêmico (era algum emprego desses que quem sabe ler e escrever consegue executar as tarefas e ganhar um salário de classe média, nada muito desafiador, confesso que hoje estou feliz não terem aceito, mesmo na época precisando dos fins.) Sobre a lei do Petróleo, não conhecia, parece interessante. É essa aqui que achei na Wikipédia, Lei do Petróleo <https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_do_Petr%C3%B3leo>? (diz que é de 1997) Queria ver melhor como é executada e se esses repasses funcionam. Há uns 10 anos lembro ter lido alguma matéria que mostrava que muito menos do que é previsto por lei era repassado para as agências de fomento à pesquisa estaduais, a exceção mais próxima do previsto por lei sendo São Paulo via FAPESP, que me parece hoje ser uma das mais ricas e produtivas (também por causa da situação econômica do estado). Mesmo que não vá todo dinheiro, pouca coisa vai mudar se não houver mudanças culturais profundas, como essa cultura empreendedora nas universidades. Eu gostaria de saber quais políticas públicas poderiam catalisar esse processo. Tom
_______________________________________________ okfn-br mailing list [email protected] https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br
