Prezados colegas,

   Estive de f�rias no m�s passado e impossibilitado de ler as 
correspond�ncias deste grupo de discuss�o. Fiquei surpreso com o e-mail 
expondo as considere��es feitas por uma colega referentes a endoscopia nasal 
em um de seus artigos, t�o surpreso que li o artigo referido em sua 
totalidade.
   Acredito que a maioria dos senhores n�o tiveram o conhecimento do 
conte�do do mesmo,para estes o artigo tem como objetivo ensinar os 
pneumologistas a realizar endoscopia nasal, com dicas sobre equipamento e 
como realizar os exames. Claro que o essencial  (condi��es que possibilitem 
um diagn�stico correto), n�o faz parte deste artigo. Entretanto, penso que 
atitudes como esta incentivam outros especialistas a realizarem um exame de 
nossa �rea e em um futuro pr�ximo estar�o competindo com nossa 
especialidade, pois a maioria dos pacientes n�o t�m condi��es de discernir 
sobre quem est� melhor habilitado para realizar tal exame. Assim, este 
artigo 'despretencioso'para alguns, pode levar a uma perda de nosso mercado, 
marginalizando nossas condutas.
    N�o entendo a raz�o de uma colega dispender seu tempo para redigir 
umartigo com tais informa��es para ser publicado em um peri�dico regional. 
No meu ponto de vista � puro marketing. N�o sou contr�rio ao marketing em 
nossa profiss�o, ao contr�rio sou a favor desde que realizado 
conscientemente sem ferir os intereses alheios e principalmente coerente com 
o discurso que faz uso. Pois, uma pessoa que ocupou recentemente o cargo de 
presidente da Sociedade Brasileira de Rinologia, a qual esteve ou disse 
estar em favor dos intereses de seus integrantes, em h�potese alguma poderia 
ser autora de uma atitude como esta.
   Tam�m fiquei surpreso com algumas opini�es de integrantes deste grupo de 
discuss�o, ao defender ou justificar tal atitude, as quais  n�o s�o 
habituais, quando provindas de um profissional que poderia ser prejudicado 
por tal ato. Talvez a posi��o da autora em nosso meio (ex-pres) tenha 
intimidado algumas opini�es cr�ticas. N�o quero ficar com a impress�o, que a 
categoria m�dica faz parte de uma massa facilmente manibul�vel, como a 
popula��o brasileira, que n�o sabe eleger seus l�deres.
   Espero que um parecer da Sociedade Brasilera de Otorrinolaringologia 
sobre o assunto seja enviado a todos os seus integrantes ou alguma outra 
atitude de repreens�o � autora seja conduzida, pois em situa��es adversas 
devemos estar unidos e representados por quem � de dever.

Aldo Steron
Horizontina - RS



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