2011/6/28 Dickson S. Guedes <[email protected]>:
> Em 28 de junho de 2011 22:52, Leandro DUTRA
> <[email protected]> escreveu:
> [... corte ...]
>> A grande exceção era aquele de Python, como se chamava?  SQL alguma
>> coisa ou algo SQL, mas até aí morreu o neves.
>
> Você está falando da fadinha [1] Dutra? Parece que ela(e) morreu mesmo.

Não. Acho que ele está se referindo ao SQL Alchemy[1] que é um
framework ORM para Python, enquanto que SQL Fairy é desenvolvido em
Perl e funciona como uma espécie de ETL e AFAIK ele *não* está "morto"
– ou não entendi a piada.

Embora o SQLAlchemy possua uma implementação mais elegante de Data
Mapper (conceitos de álgebra relacional) ele não deixa de ser uma
evolução do modelo Active Record[2] definido por Martin Fowller e
também por isso trás impactos na produção para o DBA.

[1] http://www.sqlalchemy.org/
[2] http://martinfowler.com/eaaCatalog/activeRecord.html

> Em tempo, tive bons contatos com ActiveRecord do Rails [2], e as
> técnicas que vi no mesmo mostram um amadurecimento cada vez maior e um
> uso mais efetivo do mesmo junto com o banco de dados. Eagers e Lazys
> Joins quando bem utilizados realmente mudam consideravelmente a
> performance. Claro que existem certas convenções do AR que não são tão
> bem vistas, como as SKs [3] por exemplo, mas para determinadas
> aplicações isso não é o fim do mundo em si.

A conclusão que chego é a seguinte: ORM é muito bom para desenvolvedor
e ruim em qualquer hipótese para DBAs.

Abraço!

-Leo
-- 
Leonardo Cezar
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