1) Não acho que ORM seja ruim SEMPRE, se bem usado pode ajudar.
2) Entre Active Record e DAO+Geração de Código, fico com o segundo.

Em 29 de junho de 2011 08:42, Leonardo Cezar <[email protected]> escreveu:

> 2011/6/28 Dickson S. Guedes <[email protected]>:
> > Em 28 de junho de 2011 22:52, Leandro DUTRA
> > <[email protected]> escreveu:
> > [... corte ...]
> >> A grande exceção era aquele de Python, como se chamava?  SQL alguma
> >> coisa ou algo SQL, mas até aí morreu o neves.
> >
> > Você está falando da fadinha [1] Dutra? Parece que ela(e) morreu mesmo.
>
> Não. Acho que ele está se referindo ao SQL Alchemy[1] que é um
> framework ORM para Python, enquanto que SQL Fairy é desenvolvido em
> Perl e funciona como uma espécie de ETL e AFAIK ele *não* está "morto"
> – ou não entendi a piada.
>
> Embora o SQLAlchemy possua uma implementação mais elegante de Data
> Mapper (conceitos de álgebra relacional) ele não deixa de ser uma
> evolução do modelo Active Record[2] definido por Martin Fowller e
> também por isso trás impactos na produção para o DBA.
>
> [1] http://www.sqlalchemy.org/
> [2] http://martinfowler.com/eaaCatalog/activeRecord.html
>
> > Em tempo, tive bons contatos com ActiveRecord do Rails [2], e as
> > técnicas que vi no mesmo mostram um amadurecimento cada vez maior e um
> > uso mais efetivo do mesmo junto com o banco de dados. Eagers e Lazys
> > Joins quando bem utilizados realmente mudam consideravelmente a
> > performance. Claro que existem certas convenções do AR que não são tão
> > bem vistas, como as SKs [3] por exemplo, mas para determinadas
> > aplicações isso não é o fim do mundo em si.
>
> A conclusão que chego é a seguinte: ORM é muito bom para desenvolvedor
> e ruim em qualquer hipótese para DBAs.
>
> Abraço!
>
> -Leo
>
>

-- 
Atenciosamente,
Alexsander da Rosa
http://rednaxel.com
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