Em 12 de julho de 2011 13:02, Leandro DUTRA
<[email protected]>escreveu:

> > (...) CPF e CNPJ, por outro lado, podem ser chaves naturais (compostas,
> se
>
> necessário), mas não são boas chaves primárias pelos motivos expostos
> anteriormente.
>
> Motivos esses todos inválidos.
>
>
1) CPF compartilhado por marido e esposa. O marido é um cliente, a esposa é
outro cliente. Se a chave primária simples for o CPF, um deles não poderá se
cadastrar. Neste caso é melhor usar uma chave artificial como "código do
cliente".

2) CNPJ compartilhado por vários órgãos públicos (principalmente nas áreas
de Saúde e Educação). Se a chave primária simples for o CNPJ, somente um
deles poderá se cadastrar. Para uma empresa que vende suprimentos para
hospitais ou escolas isso significaria a falência. Neste caso é melhor usar
uma chave artificial como "código do cliente".

3) Se o "código do cliente" for inaceitável para as regras de negócio, uma
possível maneira de manter o "purismo" e contonar a imperfeição do mundo
real seria fazer a chave primária ser composta -- por exemplo, CPF/CNPJ +
número sequencial. No mundo real das aplicações comerciais, no entanto, a
regra é trabalhar com "código de cliente" -- esta chave composta raramente
seria necessária.

-- 
Atenciosamente,
Alexsander da Rosa
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