Em 20-07-2011 01:11, Alexsander Rosa escreveu:
> É muito mais fácil identificar o pedido 876232 do que o pedido "João da
> Silva" + CPF + timestamp (como disse o Fabrizio, o João da Silva pode
> fazer mais de um pedido). E mais: todo mundo sabe escrever "João da
> Silva" após ter ouvido o nome por telefone, mas quero ver os operadores
> do call center procurando o pedido do Sr. Washington Vizzotto e
> digitando "Uóchintom" ou "Visoto", como acontece no mundo real.
>
Isso é relativo. Se a interface apresentar os pedidos do João da Silva é fácil 
identificá-los (você deve estar imaginando que o usuário tenha que informar 
todos os campos mas pode ser algo como pedidos em aberto e na data de ontem. O 
usuário só teria o trabalho de conferir se os campos batem com o que o usuário 
informou). Nada contra números, só acho que expô-los em excesso atrapalha mais 
do que ajuda. Quer um exemplo? Números de protocolo de operadoras de 
telefonia. Há pelo menos uns 10 a 15 dígitos e se você anotar um dígito 
errado...

Quanto aos nomes, procure por pg_similarity. ;)

> Eu concordo que expor um identificador que não faz sentido fora da
> aplicação é um erro, mas fica a pergunta: o número de um pedido faz ou
> não faz sentido fora da aplicação, tanto para quem vende quanto para
> quem compra?
>
Depende. Se o requisito disser que deve haver um número identificando cada 
pedido, exponha-o; senão, prefiro identificar os pedidos com outros dados do 
cliente.


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