Em 03/04/2012 15:29, Fabrízio de Royes Mello escreveu:
Em 3 de abril de 2012 15:20, Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro
<[email protected] <mailto:[email protected]>> escreveu:
<corte>
> 2- Trabalham separando fisicamente as bases, cada empresa sua base?
Qual a graça? Nunca vi isso... tem quem trabalhe assim?
<corte>
Tem muitos softwares que trabalham nesse formato, onde uma empresa
possui uma matriz e várias filias, e cada uma dessas "empresas" possui
um banco de dados local fazendo algum tipo de integração entre os nós
(com alguma replicação assíncrona ou algo do gênero).
Esse tipo de solução faz com que as empresas não dependam da rede
entre as mesmas para poder conectar ao banco de dados.
Fabrízio,
Ainda concordo com o Dutra, não há motivos para separar as bases, mas
também entendo o seu argumento de haver bases separadas para não "parar"
a produtividade das filias. Mas realmente não vejo motivos para separar
as bases, mesmo havendo a possibilidade de utilizar bases distintas
entre filiais e matriz, pois ainda sim creio seria uma boa prática haver
uma base centralizadora que não seja o DW ou Staging Area ou outra
qualquer voltada a reter dados históricos para um BI. Mas sempre vale
avaliar os requisitos.
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